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domingo, 7 de julho de 2013

I Got My Own Wings - por Yuri


“Quando eu era criança, eu falava como uma criança, agia como uma criança e entendia como uma criança. Mas quando me tornei homem deixei de ser criança.”

Sinto minhas lágrimas descerem sobre meu rosto quente.
Vovó dizia que o melhor lugar para se chorar é em nossa própria cama, pois é lugar quente.
E eu me perguntava: Por que não conversar sobre tudo isso?
Por que? Se...
Eu só queria ter alguém que não fizesse minha parceira se sentir tão só nesta luta.
Mas eu não tive. E ela não teve, realmente ela não teve. Foram apenas lençóis falsos, lençóis manchados da fumaça que saía da lareira quente.
Eu me sentia bem, mas não o suficiente.
Você acorda um belo dia e percebe que aquilo não vai melhorar, não vai sair dali.
Logo então se acostuma com o dilema, mas sabendo que pode fazer diferente.
Então me perguntava quando pequeno: Por que respirar? Pra que continuar vivendo? E meu avô respondia: Yuri você ainda não viu nada sobre o que é a vida.
Quando eu sentia meu mundo caindo eu ia no faro do seu cheiro porque lá eu podia encontrar abrigo, colo.
Mas sobre a parte que eu nunca tive, eu percebi que se não dependesse de mim, eu não teria algo bom para recordar, mas poderia fazer diferente.
Ele não sabe de nada, ele não sabe nada sobre mim.
Ele não sabe sobre meu potencial, sobre o que eu realmente posso ser: melhor! Não pior.
Eu não preciso de nada que ele tenha.
Eu tenho minhas próprias asas!

“Na vida o que importa é amar, e em troca amado ser”.

Meu coração bate graças a o amor que há.
Se eu chutasse isso por coisas banais, por que viver nesta terra?

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