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A falta que faz agora
É a mesma que fez sempre
Não vá de novo embora
Quero que de mim lembre
A solidão em minha alma é berrante
É inquieta, patológica e corrosiva
Consequência de sua vida errante
Traz consigo uma trajetória nociva.
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No loop do multiverso da loucura além da imaginação
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Querido Brógui, Peguei o note pra escrever acerca de uma maluquice
protagonizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Qual não foi minha
surpresa quando me d...

2 comentários:
Um brinde
A vida feita de desencontros,
Aos isólidos destinos
A felicidade dos outros
A inocência dos meninos
Aos livros não lidos
As fotos queimadas
A falsos sorrisos
A vidas por mim rasuradas.
Priscila Conrado.
Gostei muito do seu poema, Priscila.
Parabéns,
Daisy
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