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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Boia-louca - por Leo Santos

Vi o amor em dois poemas
Em outros mil, ele oculto;
Ora uma criança apenas,
outra sóbrio e grave adulto.

Vãs as tentativas de sistematizá-lo,
ordenando o conteúdo e a forma;
Um milhão de alfabetos não bastaria,
idiossincrasia é a norma.

Cada palato prova o sabor,
a despeito da versão alheia;
Enquadra e fotografa o amor,
Com o filme que pulsa nas veias.

Risca na pauta nota e pausa,
De uma canção triste, intermitente;
Sintomas que apontam a causa,
cuja dor, só conhece o paciente.

No estranho domínio do dominado,
o carcereiro preso ao labor;
Boia-louca mercê do peixe,
peixe fisgado, mercê do pescador.
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