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domingo, 4 de outubro de 2009

Olimpíadas - por Paulo Chinelate

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Brasil, Japão, EEUU e Espanha buscaram apresentar o que de melhor poderiam oferecer ao Comitê Olímpico Internacional como garantia de futura sede dos jogos de 2016.
Não resta dúvida alguma que um país que sedia tal evento tem como lucrar em diversas frentes, senão vejamos.
As obras, tanto das sedes propriamente ditas quanto da estrutura necessária, isto é, vias de acesso, alojamentos e similares (restaurantes, lojas etc.) serão, desde o início, uma fonte de empregos em todos os quadrantes sociais. Do servente de pedreiro até o engenheiro, do auxiliar de cozinha às empresas de alimentos, do motorista de táxi às linhas aéreas, do guardador de carros ao soldado da segurança pública, a capilaridade na distribuição de responsabilidades na participação do evento e da renda, em todos os aspectos muitas vantagens se sentirão.
No pós-jogos é que reside o ganho maior. Sedes esportivas e escolas combinando o intelectual à terapia ocupacional dos esportes.
A Constituição de 1988 procurou satisfazer o cidadão e, em especial, o residente urbano. O inchaço das cidades fez deteriorar essa relação do ser humano com o meio em que vive, em especial no nosso Rio de Janeiro. Nesta oportunidade que agora surge estará certamente toda a sociedade carioca empenhada na recuperação do tempo perdido.
Que se crie um órgão gestor dos recursos que ali serão aplicados. Que o custo-benefício seja realmente alcançado. Que todos os esforços, financeiros e de gestão, tenham seus frutos colhidos lá na ponta final.
Não seria só o Rio de Janeiro a única cidade a tirar daí os ganhos do evento esportivo. O Brasil inteiro teria também participação. Atletas e visitantes do mundo inteiro aportariam na antiga capital brasileira. No entanto, e com plena certeza, os pacotes turísticos de todo os países sentir-se-iam obrigados a atender seus clientes com pacotes que incluiriam desde o pantanal matogrossense quanto o cantado Nordeste e não deixando ao largo, em épocas ecológicas, a nossa região amazônica.
Portanto, todos temos a lucrar, dos tupiniquins aos turistas e esportistas estrangeiros.
No que tange à participação de nossos atletas cremos ser o melhor de todos os lucros. É sabido que para um país sediar qualquer evento a aplicação dos recursos no humano, isto é, neste caso, em seus atletas é o maior objetivo: ficará criada para a posteridade a tradição participativa nos esportes amadores e olímpicos. Não ficaremos atrelados somente às peladas dos terrenos baldios. Extrapolará os limites da Cidade Maravilhosa e de seus monumentais estádios para alcançar os arrabaldes distantes. Filhos de netos desta geração sentirão, com certeza, os reflexos do sadio ambiente esportivo em suas vidas. Ocupar-se-ão na prática esportiva, a terapia ocupacional que tanto falta aos jovens. Sentir-se-ão longe do desejo aos tóxicos e vícios outros.

Parabéns, Brasil. Felicitações a tantos quantos fizeram por vencer esta etapa inicial rumo às Olimpíadas de 2016.


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Um comentário:

Ana disse...

Olha, Paulo, o que deveria ser a gente não vai ver mesmo, com esta politicagem nojenta que temos por aqui... Mas termos as Olimpíadas é legal demais!
Abraço!