Mulher agradável
O tempo havia passado por ela
Mas ainda um frescor de juventude
Corava seu rosto
Desce mais cedo numa manhã
Para o café
Amargo café
Seu marido bonachão
Médico afável
Abraçava a empregada
Dando às mãos todo uso
Que delas podia fazer
Em prantos ela se desmancha
Próximo
Um vaso com rosas
Levanta-o
Ele se abaixa
De um projétil que não vem
Trêmula
O vaso escorrega-lhe
Nas mãos ficam-lhe as rosas
Mastiga-as
Mastiga-as
Mastiga-as
As rosas
Que dele ganhara
No aniversário de casamento.
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No loop do multiverso da loucura além da imaginação
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Querido Brógui, Peguei o note pra escrever acerca de uma maluquice
protagonizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Qual não foi minha
surpresa quando me d...

Um comentário:
MUITO BOA!!!
ADOREI!!!
PARABÉNS, VICENZO!!!
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