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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Ela Roga, E Agora Lê - por Gio

Minha charada foi fácil, admito
Mas a intenção era ser assim
Foi sorvete de palito
Presente, como meu quindim

Não se começa um duelo
De um jeito muito violento
Antes do “bato-esgoelo”
Vem primeiro o aquecimento

E mais outra advertência
À minha duelista-irmã
Não se deve ter muita exigência
A algo escrito às 5 da manhã

Quanto ao fato discutível
De que sem sentido pareça,
Pergunto: é inteligível
Algum mantra que conheças?

Pois, senão, seria prece
E isso deixo aos oradores
Que ganham (só quem merece)
Alívio para suas dores

Depois desse desafio
Como em vidro, estou exposto
Eu respondo, fio a fio
O palíndromo disposto:

Nessa língua Portuguesa
Fácil é “palindromar”
Nos “poucossílabos”, a proeza
Mim, rir, osso, ele, radar

Quem ataca, acata a dor
De ir pr’A Torre da Derrota
O céu sueco, com louvor
O galo e o lobo enxota

Rio dessa maratona
De “Zés de Lima” e “Ruas Lauras”
Quando a verdade vier à tona
A ordem aqui se restaura

Breves verbos como a sua
Protuberante prepotência
Estarão no olho da rua
Logo, implorando clemência.

A vida da diva dos mares
Uma lição ensinará
A quem não fugir para os ares,
Severo o revés será

Então pegue o seu barquinho
E nade, ou sirva de pária
Se não se mexer rapidinho
Afogar-se-á na enchente literária

Me chamas de luso no Sul
Que vive de ovo, soda, fados
Pois eu tenho sangue azul
De burro, não tenho é nada

O doido diodo do circuito
De meu cérebro curioso
Chegou a ficar aflito
Lá no início, receoso

Mas os lobos me guiaram como pestes
E os galos cantaram a marcha
A dica ácida que destes
Deu o estalo, onde tudo se encaixa

Oi, bossa assobio aqui
Som calmo que é uma beleza
Depois de suco com caqui
Invado sua fortaleza

O soldado da porta só lê selos
E, pobre, o da torre, derrotado
Me faz, temeroso, seu apelo
Complacente, o deixo descansado

Sinto aroma, amora dos campos
Penetrar minhas narinas agora
Depois de guerra pelos flancos
Da recompensa é chegada a hora

De decisões que tomamos
As sensatas, nessa vida... O que importa
É saber, depois que brigamos:
Quem de nós cortará a torta?
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Resposta a Monge que Ataca, Acata Samurai, de Ana.
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Visitem Gio
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