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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Uma Vez - por Leo Santos

Será o amor tão banal,
e eu sou complexo,
ou falta nexo àquilo que leio…?
Será mera espiral de fumaça,
que passa sobre o quintal
onde não há fogo?

Ou uma tocha que emana
na caverna da luxúria,
entre a estalactite e a lama?

É que a interpretação dos hieróglifos vem mal,
d’aquele que assina com a digital,
moeda tão falsa, que nem a aparência é real…

De paixão, cópula, até os bichos sabem,
cabem nos instintos as expressões;
Mas aquele que tantas vezes ama,
quantas deixa de amar, assemelha-se ao viciado,
que jacta-se de dez vezes ter deixado de beber;
Esquecendo que isso só foi possível,
porque outras tantas, voltou a fazer…

Quem muitas vezes ama, nunca o fez.
Aquele que para de beber,
só para uma vez…



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Um comentário:

Ana disse...

Muito bom, Leo!
É isso aí!