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sábado, 25 de julho de 2009

Guerra Santa - por Gio

Às vezes, tenho medo de mim mesmo
Mais medo ainda de me expressar mal
Faço um comentário, assim, a esmo
E é visto como golpe visceral

Quando o jegue, aqui, falava em hipocrisia
Apenas relinchava sobre si
Talvez, tenha falado em demasia
Mas, calma, nunca era sobre ti!

(“Sobre ti” soou gozado
Mas creio não estar errado
Pois, se algum exaltado
Quiser corrigir de bom grado
Melhor não ficar calado!)

E, quanto à duelagem, companheira
Não esquente, pode ficar sossegada
Eu sei que as disputas são besteira
Brincadeira, pra coisa ficar animada

É que esse é meu jeito de Duelar
Sempre tentando apaziguar
Mantendo a ordem do lugar
Pois sempre começo a pensar
Que, se a violência do lugar
Crescer, por demais aumentar
Não mais suportarei o ar

A solução desse grande mistério
É mostrar que esse tolo liga
Se eu me empolgo, levo a sério
E perco, então, a minha amiga

Perdoa esse Ghandi paraguaio
Se ele não sabe representar
Pra próxima briga, eu ensaio
O embate vai melhorar!

(Mas, se a coisa pegar fogo
E deixar de ser puro jogo
Não ataco de demagogo
Deixo de lado o estilingue
E saio, logo, do ringue)

O combate começa injusto, como nenhum
Eu sozinho, e você com a Escrevinhadora
Emboscada, assalto, esse dois-contra-um
Convoco aqui uma comissão julgadora

(Se assim eles quiserem
As duas que, então, me esperem)

Talvez eu não seja um exímio Samurai
Mas, pra pateta, eu garanto não servir
Se está disposta a sair gritando “Ai!”
Prepara as armas do Duelo e pode vir!



Resposta a Pra Terra do Nunca, de Ana.
Referências: Da Terra do Vinho, de Gio;
Quem Avisa Amigo É (No Dia do Amigo), de Escrevinhadora.
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Visitem Gio
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Um comentário:

Ana disse...

Bem, Gio, a essa eu já respondi...
Me aguarde!
:)