Do meu primeiro amor (sublime amor), trago arrependimentos enormes. O principal foi ter vivido com aquele traste, que devia saber que é humano, ridículo, limitado e idiota (mas não sabe...). Eu devia ter tido apenas um amor platônico... Mas, como disse meu pai: “Um passo só mudará a tua vida.” E eu mudei: larguei o pulha e daí pra cá não vivo mais com ninguém.
Raul Seixas, Titãs, Pixinguinha, Otávio de Sousa
No loop do multiverso da loucura além da imaginação
-
Querido Brógui, Peguei o note pra escrever acerca de uma maluquice
protagonizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Qual não foi minha
surpresa quando me d...

Um comentário:
Lélia, tu é figuraça!
Beijo, linda!
Postar um comentário