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Eróticos.)




sábado, 29 de março de 2014

Errado soneto da madrugada - por Thiago de Sá

De solidão são meus versos amenos
minhas ausências saltam como lágrimas
meus monstros clamam por confrontos
e o silêncio da madrugada sussurra-me palavras

o desalento e o desagrado geram frio
nessas vicissitudes que nos cercam e nos calam
nossa ciranda de encontro e desencontro reina

meus passos já não ecoam esperança
recuso o passado mais ele não me denega
sofro da imperfeição e o devotado fim ameaça
o que se foi voltou a cair e me ofega

parei de sentir e comecei a pensar
leio-me e te encontro em cada verso a amar
esse oceano de magoas que faz o amor secar

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