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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Projeto Arte na História “Levando a História para a Escola” - por ZzipperR

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Esse texto é parte de um projeto que estou montando...
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Quantas habilidades são necessárias para se contar uma história e no leque de contar a história, quantas portas podemos abrir para compor o cenário da história nas mãos do contador levado e levando todos para a arte da inspiração.
Dar vida a um boneco é criar e recriar a arte de estímulos que desperta o interesse no outro enriquecendo o lado afetivo, estimulando-o à companhia do outro, abrindo espaço para o diálogo, levando o cidadão a um interesse de inclusão no relacionamento e adaptação ao mundo social. A sociedade abrindo espaço para o cidadão e capacitando-o a conviver em grupo.
O boneco leva o garoto ao autoconhecimento das próprias competências, habilidades de manuseio, respeito ao corpo, conhecimento e interesse nos movimentos dos membros, que levam o aluno a uma auto-reflexão sobre seu próprio corpo valorizando o seu estado físico, evitando atitudes maléficas que comprometem a saúde e prejudique o seu desenvolvimento, como uso de drogas e etc.
Com o desenvolvimento das habilidades, há um aumento expressivo dos reflexos e a coordenação motora conquista habilidades com as mãos, inclusão, junção corpo e mente em um trabalho ligado e amarrado em uma teia entre texto, conhecimento, cultura, visão panorâmica, visão centrada, atenção, interesse, busca, segurança, capacidade, educação e muito mais.
A história é um convite ao prazer da alma que quer se expressar e todos têm essa capacidade. Para isso precisamos trabalhar buscando conhecimento e é esse trabalho que queremos estimular.
Precisamos buscar caminhos para quebrar o paradigma da produção de textos, diversificando as possibilidades de criação com foco em habilidades possíveis que dinamize a leitura devido à curiosidade estimulada pela criação.
Precisamos encontrar caminhos que melhorem o desempenho na criação, liberando a inspiração na magia, ficção mesmo que esboçada de uma situação real ou verídica.
O principal fundamento que alvejo no ato do trabalho enfocado é o alcance do equilíbrio no poder de manuseio das ações e decisões futuras por ele acionadas ou nele depositadas sem prejuízos à sociedade direta ou indiretamente. Esse será o momento em que o manuseador da arte assumirá os comandos da sua própria vida.

Uma questão que me faz pensar e trabalhar no sentido de sua solução é:
Onde estão os valores humanos na escola?

Artista! Ser artista ou não eis a questão? A cultura deve que ser alimentada com novos artistas e é essa a nossa função como educadores.
São tantas questões envolvidas à vida que se torna inviável dizer que nascemos iguais e aprendemos com o mundo à nossa volta, pois trazemos dons ocultos e invisíveis, que se forem trabalhados em seu desenvolvimento no transcorrer da vida, seja pelo olhar panorâmico do professor ou pela observação em particular da família em sua relação diária nas suas manifestações. Se desprezarmos esse olhar toda essa riqueza artística se tornará inútil e adormecida.
O importante é abrir o leque da arte para a criança, deixando-a livre para escolher a cor que brilhe mais em seus olhos. O leque funciona como janelas abrindo o portal da imaginação, sejam nos desenhos em rabiscos, nas cores desordenadas sem significados adultos, na representação de seus heróis, nos contos imaginários, na música ou em pequenas letras desordenadas em rabiscos ilegíveis funcionando poeticamente para o seu criador.
A manifestação da expressão infantil pede licença àqueles intermediadores de visão curta, que estabelecem fronteiras para a arte, essa manifestação abre as porteiras para o saber e aprender, invadindo o mundo mal entendido da criação manifestado por expressões independentes sem o conhecimento de um mundo recheado de censuras que o aborda e engessa.
A expressão da arte não pode ser represada, seus gritos de liberdade devem ser ouvidos, desta maneira a arte e a vida devem caminhar juntas quebrando paradigmas e ultrapassando fronteiras multiplicando espaços à expressão, criação e comunicação, onde os sentimentos afloram seus sentidos trazendo para a arte sua realidade expressada inconscientemente por um artista anônimo em seus primeiros contatos com esse mundo.
Uma questão que me faz pensar e trabalhar no sentido de sua solução é: Onde estão os valores humanos na escola? Pois a sociedade é a continuação da escola.
Não podemos nos esquecer que a cultura de uma sociedade deve ser embasada, alicerçada e alimentada com valores humanos, uma alimentação sadia que bem administrada forma cidadãos cientes de seus limites, direitos e capazes de criar, opinar, manifestar e modificar a sociedade em que vive além do mundo à sua volta.

Uma coisa que faz o pensador pensar:
Onde estão os valores humanos na escola?
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Obs: ...O projeto continua...
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Visitem ZzipperR
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