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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Humildemente... Pra Que Modéstia? - por Gio

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Pessoas, de todas as minhas qualidades, a que eu mais prezo é a modéstia! Piada velha, desgastada, mas que leva a uma reflexão: quem diabos disse que modéstia é uma qualidade? Sério, até hoje não descobri quem foi o gênio que disse que negar até a morte todos os seus pontos positivos faz de alguém uma pessoa melhor.

Se formos analisar friamente, a modéstia é isso: fingir não sabermos que somos melhores que os outros em algum aspecto. E, antes que argumentem, não existe falsa modéstia: todo modesto tem consciência de suas virtudes; se não tem, não é modesto – é desligado, e precisa urgentemente se tocar de suas capacidades.

Se alguém sabe que é bonito, por que dizer que não? Se alguém tem dom para alguma coisa, por que ter vergonha de demonstrá-lo?


A modéstia é tida por uma virtude, mas, na verdade, muitas vezes ela acaba sendo um empecilho no nosso desenvolvimento. Excesso de modéstia trava, é fato! Muitas vezes a modéstia faz pensar que algo que fazemos não é nada demais e, portanto, não deve ser valorizado. Pode não ser nada demais para nós, mas é para os outros: o mundo se move através de troca de favores de pessoas com qualidades distintas. Quantas vezes perdemos oportunidades porque subestimamos a importância e o valor do que sabemos fazer? Quantas vezes deixamos de subir na vida por não explorar algo que é banal, mas só para nós?

O mundo não para, o sistema não perdoa, e ninguém vai te dar nada de graça. Muito menos vai negar que é melhor que você, só para que você se sinta melhor. É um pensamento meio “olho por olho, dente por dente”, eu sei. Entretanto, há no mínimo um fundo de verdade nisso tudo: excesso de modéstia é nocivo, pois deixamos de nos valorizar – é uma forma de ferir o amor-próprio.


Agora, não confundam não ser modesto com ser convencido. Uma coisa é ter consciência de que se faz algo bem e não ter medo de admitir quando se é elogiado. A outra é se gabar disso e querer rebaixar os outros. Uma coisa é ser realista; a outra é se supervalorizar. O mundo precisa de pessoas conscientes de suas aptidões e não de uma nova frota de pés-no-saco!

É preciso um equilíbrio entre o sonso e o boçal. Sem tender demais para um lado, nem para o outro. Desse jeito, seremos apenas... verdadeiros!
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