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terça-feira, 15 de julho de 2014

Vitor Ramil, Fogaça e a “Semeadura” - por Ana

Nós vamos prosseguir, companheiro, medo não há
No rumo certo da estrada, unidos vamos crescer e andar
Nós vamos repartir, companheiro, o campo e o mar
O pão da vida, meu braço, meu peito feito pra amar

Americana pátria, morena, quiero tener
Guitarra y canto libre en tu amanecerNo pampa, meu pala a voar
Esteira de vento e luar, vento e luar

Nós vamos semear, companheiro, no coração
Manhãs e frutos e sonhos pr’um dia acabar com esta escuridão
Nós vamos preparar, companheiro, sem ilusão
Um novo tempo, em que a paz e a fartura brotem das mãos

Minha guitarra, companheiro
Fala o idioma das águas, das pedras
Dos cárceres, do medo, do fogo, do sal
Minha guitarra tem os demônios da ternura e da tempestade
É como um cavalo que rasga o ventre da noite
Beija o relâmpago e desafia os senhores da vida e da morte
Minha guitarra é minha terra, companheiro
É meu arado semeando, na escuridão, um tempo de claridade
Minha guitarra é meu povo, companheiro
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