Vejo-o sempre a cantar glória passada,
Ouço-o sempre a chorar amor já findo
Tendo a alma eternamente debruçada
Na infância, pela qual passou sorrindo!
Velho, embora, sua alma remoçada
Em cada verso - vendo um bem surgindo,
Relembra e canta a quadra alcandorada
Da mocidade, em flor... do amor tão lindo!
Escuta, poeta! com carinho guarda
Sempre no fundo da alma essa lembrança:
- O passado feliz... Finda a jornada
no “Azul em fora...” cheio de esperança
Sua alma continua na “Escalada”
Em luz - “Entre as estrelas” - glória alcança!
(A meu velho pai - homenageando sua bela obra poética.)
.
No loop do multiverso da loucura além da imaginação
-
Querido Brógui, Peguei o note pra escrever acerca de uma maluquice
protagonizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Qual não foi minha
surpresa quando me d...

Um comentário:
Muito linda!
Adorei!
Pelo visto, tal pai, tal filho!
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