Ar proibido a tocar sua música favorita na rádio... Lembrar de você? Nem me fale! Aliás, nunca liguei pra isso mesmo... Ao te ver passar me abalar? Cale-se, pois o passado já passou. Só restaram segredos e eles hoje do meu quarto não saíram... Sou algo imaginário, abstrato talvez... que nem um dia você pensou em tocar. Sei que sou seu fruto proibido. Não feche os olhos! Pois ainda não acabamos. Falta mais um pouco, espere um pouco mais. O caminho é longo, é ali na esquina da sua casa o mais próximo, em dois segundos você chega lá.
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...

Um comentário:
Muito legal o final, Yuri!
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