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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A Seleção: trinta e cinco garotas e uma coroa, de Kiera Cass - de Alba Vieira



Oi, Natália!
Estou lendo este livro por indicação e insistência de minha sobrinha de 15 anos e, apesar de eu ter 57 anos, vi que era um ótimo livro desde as primeiras páginas!  E tenho certeza que esta história toca em muitos pontos importantes da realidade de todos nós e tem uma profundidade que vai muito além do que costuma aparecer na literatura teen.  Recomendo e, com certeza, vou ler os outros da trilogia.
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Resposta a comentário de Natália Bianchin em "Estou Lendo...", de Alba Vieira.
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Visitem Alba Vieira
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Comentário - por Adhemar

 
Pois é, e sempre foi assim. Diretas já, meio-ambiente, caras pintadas... A patuleia não percebe o quanto somos uma democracia dirigida como o gado é pastoreado. Vamos para onde os cães mandam, felizes com a nossa "independência"...
Nossos líderes revolucionários de outrora chegaram finalmente ao poder depois de tanta "luta"; mas nitidamente mancomunados ou manietados pela velha oligarquia (hereditária) que manda nesta fazenda chamada Brasil. Somos "pagos" pra não pensar e nos manter "antenados" com novidades bacanas a consumir, com o futebol, pseudos movimentos sociais, o BBB e sabe-se lá o que mais. E a todas estas a grande mídia pagando pau: a gente vendo na imagem que não foi pênalti e os caras defendendo o maldito juiz...!
 
 
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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Vou Ler... - por Ana

Gio, passeando pelo Duelos, reli seu post sobre “Mentiras no Divã”.
Sabe que eu comprei o livro?
Ainda não tive tempo para ler, mas espero fazê-lo ainda este ano.
Valeu pela dica!
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sábado, 1 de fevereiro de 2014

sábado, 7 de dezembro de 2013

Vou Ler... - por Ana


Kbça, depois que li seu comentário a respeito de “Vinhas da Ira”, percebi que faltava esta leitura em meus dias.  Já comprei e espero ler em breve.  Estou ansiosa. Valeu pela lembrança!
.John Steinbeck

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Para InEx, da Inox - por Ana


InEx, minha cara InEx...
Não fique assim desolada...
Se o Duelos 'tá quietinho,
Vamos dar uma acordada.

Então eu quebro o silêncio,
Eu semeio no deserto,
Faço brotar palavras,
Chamo os amigos pra perto.
 
Mas eu devo corrigi-la:
Já houve duelos sim!
Eu duelei com o Gio
E com a Raquel. Aqui!
 
Foram duelos longos,
Que me deixaram um vazio...
A Raquel, codinome "Ninja",
O "Monge" era o amigo Gio.
 
Eu era a tal "Samurai"
Que não perdoava ninguém.
Houve até duelo em chat,
Plateia e torcida também.
 

Segredos, não sei se alguém
Aqui os quis revelar,
Sendo um espaço público,
Acho difícil encontrar...
 

E se a Alba viajou,
Logo ela deve voltar
E nos brindar com alegrias
Quando voltar a postar.
 
 
É... Música não tem mais...
Eu gostava tanto delas...
Mas nos arquivos do Duelos
A gente encontra... Deveras!
 

E já que no seu castelo
É a solidão que impera,
Trago aqui, sem devaneios,
Uma santa proposta a vera.
 
Venha com sua loucura,
Deste castelo distante,
Abra a porta secreta,
Espie por um instante:
 
Se é contenda que quer,
É contenda que terá.
Eu aceito um seu duelo
Se assim te agradar.
 
É só escolher o tema
Ou a forma, 'cê quem sabe...
Pode escolher as armas...
Te digo: prefiro o sabre...
 
Pode criar personagem,
Soprar vento aterrador,
Exercitar nos embates
O seu dom "poetador",
 
Desafiar os vocábulos,
Descer da torre brilhante,
Decidir que vai ficar...
Numa armadura ofuscante.
 
Assim achará um sentido?
Irá se reconhecer?
Parará com o palavrão?
Encontrar-se-á com você?
 
Irá se desesconder?
As palavras vão te guiar?
Você guiará as palavras
Falando o que quer falar?
 
As respostas eu não sei,
Você é quem sofre seus ais.
Mas algo eu posso afirmar:
A ideia do blog é DEMAIS!
 
E seguindo esta ideia,
Paro os questionamentos,
Torno público o desafio,
Dou um direcionamento:
 
Com "arte e senso crítico",
E com muitas inspirações,
Eu te convido, amiga,
Prum duelo de leões!
 


Resposta a "Deserto" e "Saudade", de InEx TrEe FaLLs.
 
Referência aos seguintes duelos: "A Ninja x A Samurai" e "A Samurai x O Monge".


 

domingo, 18 de novembro de 2012

Resposta da Antagonista - por Ana


Eu aceito o seu convite,
Minha cara InEx. Well...
Aceito-o, mas digo logo:
Não creio em Papai Noel.
 
Pelo meu entendimento
A CPI do Mensalão
É mais uma obra política,
Mais um insulto à nação.
 
Lembra dos caras-pintadas?
Os jovens foram à loucura!
Pensando que resolviam
Problemas de incompostura.
 
No fim, não foi nada disso,
Foram é massa de manobra
Praqueles que então queriam
Se livrar daquela corja
 
Que não dividia o bolo
Da maneira usual.
Usaram, portanto, o povo
Pra tudo voltar ao normal.
 
E agora é julgamento
Do grupo que se agiganta,
Pois de novo ignoraram
As regras desta balança.
 
Política é isso aí
(Nada a mais e nada a menos):
São interesses escusos,
Acordos, os mais obscenos,
 
Arte da manipulação...
Shakespeare, Maquiavel
Já mostraram, incontestes:
Não há mandatários no céu.

Então vejo com maus olhos
Mesmo as visões mais bonitas.
A mídia elogia, endeusa...
Meu cérebro não acredita.
 
Continuam os descasos,
Desvios, corrupção,
Armações, maracutaias
E tanta abominação.
 
E a gente vai vivendo
Com conchavos além da conta.
Este cenário, minha amiga,
Nem Chuck Norris desmonta.
 
 
Resposta a “Proposta Nacionalista”, de InEx TrEe FaLLs.
Nicolau Maquiavel, William Shakespeare
 

domingo, 28 de outubro de 2012

Prática Médica e Espiritualidade? - Enviado por Aaron Caronte Badiz

 


Após a leitura dos textos postados aqui no Duelos Literários por Alba Vieira e eros.ramirez, senti vontade de dividir com todos vocês um artigo que li há algum tempo, que me chamou muito a atenção e do qual gostei muito.
 

“Nas últimas duas décadas, pesquisas científicas rigorosas sobre as relações entre Religiosidade/Espiritualidade e saúde têm sido realizadas e publicadas nas literaturas médica e psicológica. A espiritualidade permanece importante para a vida da maioria absoluta da população mundial e tem-se mostrado que o envolvimento religioso é geralmente relacionado com melhores indicadores de saúde mental e bem-estar.
A ampla maioria dos estudos de boa qualidade, realizados até o momento, aponta que maiores níveis de envolvimento religioso estão associados positivamente a indicadores de bem-estar psicológico, como satisfação com a vida, felicidade, afeto positivo e moral elevado, melhor saúde física e mental. O nível de envolvimento religioso tende a estar inversamente relacionado à depressão, a pensamentos e comportamentos suicidas, ao uso e abuso de álcool e outras drogas. Habitualmente, o impacto positivo do envolvimento religioso na saúde mental é mais intenso entre pessoas sob estresse ou em situações de fragilidade, como idosos, pessoas com deficiências e doenças clínicas. Por outro lado, a Religiosidade/Espiritualidade também pode se associar com piores indicadores de saúde quando há ênfase na punição e na culpa, conflitos religiosos, intolerância ou atitudes passivas diante de problemas.
Infelizmente, o foco das pesquisas em saúde não é, na realidade, sobre a saúde, mas sobre as doenças, sua patogênese e os modos de preveni-las, curá-las ou aliviá-las. Contudo, nos últimos anos tem havido uma tendência crescente de focar aspectos relacionados ao bem-estar, à felicidade e à qualidade de vida.
Dependendo de certos fatores, as pessoas podem não apenas ser capazes de lidar bem com um evento traumático, como violência ou doença grave, mas podem até mesmo vivenciar mudanças positivas em si mesmas, o que tem sido chamado de “crescimento pós-traumático”. Algumas dessas mudanças positivas podem envolver conceitos sobre si mesmo (sentindo-se mais forte e capaz), relacionamentos interpessoais (capaz de amar mais as pessoas de modo mais compassivo) e filosofia de vida (revisar as prioridades na vida e vê-la como algo precioso). Fatores religiosos como coping* religioso positivo e maiores níveis de envolvimento e participação religiosa se associaram com crescimento pós-traumático.
Assim, o crescente reconhecimento de que a Religiosidade/Espiritualidade se mantém como uma dimensão importante da vida das pessoas em todo o mundo, bem como a constatação de que as práticas e as crenças religiosas dos pacientes influenciam o cuidado e a evolução dos problemas de saúde, tem levado a um esforço internacional de integrar a Religiosidade/Espiritualidade na prática médica. A maioria das faculdades de medicina dos Estados Unidos e algumas do Brasil já oferecem algum tipo de treinamento na área. Várias organizações de saúde mundialmente relevantes, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Joint Commission on Accreditation of Health Care Organizations, o American College of Physicians (Estados Unidos) e o Royal College of Psychiatrists (Reino Unido), têm enfatizado a importância de abordar questões de Religiosidade/Espiritualidade na prática clínica.
Deve-se chamar a atenção da comunidade médica brasileira para a importância da Religiosidade/Espiritualidade em nossa prática clínica diária, buscando auxiliar no cumprimento de nossa missão de minorar o sofrimento e contribuir para uma vida mais plena de todos aqueles que nos dão a honra e a responsabilidade de confiarem sua vida aos nossos cuidados.”
 

Escrito pelo Dr. Alexander Moreira de Almeida, in “Espiritualidade & Saúde Mental: O desafio de reconhecer e integrar a espiritualidade no cuidado com nossos pacientes.”.

 
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*Coping religioso-espiritual (CRE): descreve o modo como os indivíduos utilizam sua fé para lidar com o estresse.


 

sábado, 20 de outubro de 2012

De "Bruxo" e "Louco" Todo Médico Tem um Pouco - por Alba Vieira

 

Caro Eros, obrigada pelo seu comentário com texto tão abrangente e oportuno ao momento.
Gostaria de continuar trocando ideias com você a esse respeito e estendendo a discussão a demais leitores e autores do Duelos que estejam interessados no tema.
Penso que o importante não é concordar ou discordar dos pontos de vista aqui apresentados e sim colaborarmos para que se entenda que a ideia é a complementariedade, pois do contrário, continuaremos vendo de um lado os médicos "cientistas" e do outro os "lunáticos". E quem estará impedido de se beneficiar será o paciente.Isso precisa acabar.
Por exemplo: se o paciente precisar de uma cirurgia, por que não poderá complementar com Reiki e usar remédios homeopáticos no pós-operatório? Ou, se está em terapia analítica, ser tratado conjuntamente por um homeopata para aflorar mais facilmente os conteúdos do inconsciente? Ou tratar uma doença crônica com um reumatologista e associar acupuntura, terapia corporal e tomar essências florais, para reduzir os remédios alopáticos e seus efeitos colaterais? E o que impede de consultarmos bons radiestesistas para fazer diagnósticos com custos bem menores do que solicitando apenas exames radiológicos sofisticados?
Da mesma forma, é fundamental não confundirmos responsabilidade com culpa. Não se trata de culpa, não estou acusando os médicos e sim preocupada com a saúde deles também ("saco vazio não fica de pé") e, principalmente, com o fato de na sua prática, acabarem não podendo expressar o quanto poderiam, de um jeito simples, o que têm de sobra: amor, tão reprimidos estão em relação ao que se espera deles do ponto de vista técnico. Sendo a Medicina uma profissão de base idealista, todo médico possui a capacidade de expressar amor e compaixão de maneira simples e direta, onde quer que esteja trabalhando, em hospitais ou consultórios. É isso que o motiva a continuar enfrentando todas as dificuldades que a prática da profissão requer, assim como o equilíbrio, auto-controle, discernimento e desapego do ego, sendo capaz de entender melhor as atitudes dos pacientes, mesmo que aparentem ser desconsideração, falta de responsabilidade ou desrespeito às orientações que lhes dá com tanta esperança e boa vontade.
É lógico que nós médicos somos cidadãos como outros quaisquer, no que se refere às necessidades básicas, compromissos e responsabilidades sociais. As nossas reivindicações e lutas por melhores condições de trabalho e honorários mais dignos é lícita e justa.
Entretanto, quando exerce a sua função, no exato momento da relação médico-paciente, se despe de tudo isso e é somente aquele que está ali para ajudar e fazer com que o paciente saia melhor do que entrou, fique melhor do que está, no nível físico, emocional, mental e/ou espiritual. Não é possível trabalhar desta forma, se não se cuida (ou não pode se cuidar), não se equilibra (haja corda bamba!).
O médico vale muito. Seu movimento de classe é justo como o de outras categorias: professores, bombeiros, policiais, empregadas domésticas etc. Acho que toda profissão é importante e necessária no contexto geral e todas elas têm a sua responsabilidade, isso não é exclusividade da classe médica. Veja o estrago que pode fazer o mau chef, a má cabeleireira, o mau policial, o mau jornalista, a má doméstica, o mau cirurgião, a má babá, o mau dentista, a má manicure, o mau gari.
Realmente, a sociedade sempre esperou muito do médico, por ser uma profissão idealista e nós, médicos, temos que corresponder, porque, na verdade, somos nós mesmos que mais nos cobramos (e muito gastamos nas necessárias e frequentes atualizações e reciclagens). Entretanto, podemos trabalhar cada vez melhor e mais felizes se relaxarmos mais ao encontrar cada adversidade da prática. Afinal, penso que ninguém trabalha "sozinho" e quanto mais estivermos conectados com a nossa supraconsciência (nossos mestres), mais fácil e mais simples será.
Além do mais, meu caro Eros, depois de 31 anos de prática da Medicina, só trabalhando em consultório e em dois grandes hospitais públicos, onde o perfil é o do médico "cientista" na esmagadora maioria dos casos, lamento que especialidades tão importantes como Homeopatia, Acupuntura, Hipnoterapia, Cromoterapia, Terapia Floral, Reiki, Radiestesia e tantas outras ainda sejam usadas só numa minoria, de forma pontual e tímida, quando é imprescindível, nos dias atuais, uma medicina de complementariedade para tratar o doente em todos os níveis. Isto não é oferecer milagres, não é fatiar ninguém, muito pelo contrário, e a estrada do autoconhecimento não deve ser, necessariamente, serpiginosa.
Penso que os profissionais que exercem a medicina com arte sempre têm uma pitada de "bruxos" e "loucos".
Parabéns a todos os médicos! Vocês merecem!

 
Em resposta ao texto "O tratamento que o médico precisa", de eros.ramirez.
 

 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O Tratamento que o Médico Precisa - por eros.ramirez

Cara Alba,

É muito simplista dizer que a condição da saúde em que  nos encontramos é culpa dos profissionais de saúde. Ela é, em minha opinião, tão complexa quanto o ser humano que você pinta tão bem com sua aquarela de letras, uma vez que é produto dele. Ela resulta de um intrincado sistema de relações que em sua base tem a educação (formal ou não) e os próprios pesos e valores que utilizamos para conduzir nossa vida.

Vou explorar apenas dois pontos para esclarecer o que disse. Primeiramente, quantas vezes assistimos pessoas peregrinando por uma via sacra de profissionais em busca de uma pílula da felicidade, do emagrecimento, da analgesia, por ouvirem destes que a cefaleia ou insônia podem advir dos conflitos familiares/laborais/existenciais. Ou que para emagrecer é preciso manter atividade física regular e observar a alimentação, assim como fazemos com nossos gastos e receitas onde a quantidade que entra tem que se ajustar a que sai para a conta fechar. O que se observa, na verdade, é a constante procura pelo atalho, ao invés da estrada serpenginosa (sedimentada mas difícil) do autoconhecimento em análise ou de privações alimentares. Afinal "aquele médico é muito bom, pediu todos os exames" ou "não volto mais nele porque ele nunca me passa uma receita" são frases muito comuns.

Um segundo ponto é o seguinte: a população terá o atendimento de saúde que merecer (assim como tem os governantes que merece). Atualmente vivenciamos um movimento da classe médica por menor interferência dos planos de saúde nas condutas médicas e melhorias nos honorários. Atentando apenas a questão dos honorários, o que se propõe é um reajuste do valor da consulta dos atuais R$60,00 em média  para R$80,00. Em BH uma faxina não sai por menos do que isso. Quanto custa atualmente uma tarde em um salão de beleza? Um almoço em uma boa churrascaria? Qual a será a relevância de tais serviços frente a importância de uma avaliação médica? Qual responsabilidade do cabelereiro ou do chef? Quanto tempo, esforço, e dinheiro eles gastaram (e gastam, será que gastam? Continuam eles a se especializar e reciclar após o curso inicial?) para sua formação? Entretanto grande parte da população paga por tais serviços sem pestanejar enquanto acha caro pagar o mesmo valor para uma consulta com um profissional altamente especializado que o orientará sobre sua saúde - que o possibilitará sair para comer o churrasco ou ir ao salão para depois dançar na festa. Reclama quando retorna após o período de retorno e terá de pagar nova taxa. Não segue as orientações, não toma as medicações corretamente e espera uma mudança no panorama de sua saúde (Obs não relacionada diretamente ao assunto do texto: frequentei uma escola de medicina, não Hogwarts ou um processo de beatificação, e lá me ensinaram a orientar e prescrever tratamentos, não mágica e milagres).

A sociedade atual é muito cruel com o médico. Espera dele o conhecimento pleno de todas as condições de saúde e ao mesmo tempo que seja um superespecialista. Quer atendimento rápido e ágil, completo em seu aspecto biopsicossocial, mas pela tarifa do plano. Que ele trabalhe por amor pois "a medicina é um sacerdócio", embora tenha suas contas vencendo e não possa pagar o pão com beijos no padeiro. Enquanto mantivermos esse comportamento com o médico teremos a saúde assim como ela está.

Tenha um médico - e não vários que a fatiarão. Escute com atenção o que ele diz, pois na esmagadora maioria das vezes ele de fato quer o melhor para você - por se importar com você ou com sua própria fama.

Trate-o bem

Valorize-o.

Um abraço aos médicos do país.
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domingo, 7 de outubro de 2012

Resposta - (Anônimo)


Desculpe amiga, mas não funciona assim. Na verdade, embora a Terra esteja sob regência humana eventualmente, não pertence ao homem. “...meu é o mundo e sua plenitude, diz o Senhor.” Salmo 50;12. Boas intenções, simplesmente, não bastam, é preciso fazer a coisa certa segundo ordem do dono, senão, não passa de rebelião coletiva. E mundo está essa joça exatamente por tentar cada um escolher independentemente seu caminho, alheio à vontade do criador. Tenho más notícias para ti: vai piorar ainda mais, malgrado todos os “fluidos positivos” enviados. A coisa é simples assim: ou nos submetemos a Deus e Sua vontade, ou estamos na oposição...

 

Resposta a Sintonização Coletiva, de Vera Celms.
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(Sem Título) - por Cacá


Gostei muito desta reflexão, Alba. Outro dia eu também escrevi algo sobre o vazio em mim. Eis um fragmento:

Passamos o tempo todo preenchendo os espaços vazios que há em nós. Depois da criação somos soltos no mundo e vamos nos agarrando às coisas, acontecimentos, pessoas e caminhando, tentando transformar as relações com as coisas, acontecimentos e pessoas no reverso da nossa infelicidade; vamos tentando reduzir o sofrimento primordial e misterioso que é viver. Para mim o significado de vida é mistério, sofrimento e busca. O conceito de felicidade talvez esteja no encontro do segredo que ponha fim ao sofrimento e acabe com os mistérios. Seguimos sonhando, construindo e esperando sempre algo, que, se não for palpável, seja mesmo assim, contentamento. Os saltos de qualidade são momentos felizes. Percalços, quedas, desvarios e imprevistos são obstáculos que fazem movimentar nossa capacidade de superar o que precisamos enquanto estamos justificando para nós mesmos o quê que é que estamos fazendo aqui nesse mundão de meu Deus.

Abraços. Paz e bem.
 

Comentário em Vazio, de Alba Vieira.


Visitem Cacá
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terça-feira, 3 de abril de 2012

Recado - por Ana

Penélope... Este texto merece comentário à luz da sociologia, da antropologia, da filosofia e da psicologia social... Meio polêmico, meio preconceituoso com as massas... Não que eu não pense a mesma coisa, mas exatamente por pensar desta forma e vê-la escrita de maneira tão condundente, é que de repente me vi diante de um espelho em que apareciam minhas ideias e me dei conta de que devo ser altamente preconceituosa em relação ao pensamento geral. Vou pensar seriamente no assunto. Mesmo. E, em breve, deixarei o resultado aqui.



Resposta a “Michel de Montaigne e a Motivação de Nossas Ações”, de Penélope Charmosa.
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sábado, 10 de março de 2012

De Inação, Desejos e Sonhos - por Ana

Fernando Pessoa diz que a inação sonhadora consola de tudo aquilo que não podemos ter. Será? Será que apenas o imaginar aquilo que desejamos é capaz de nos preencher, alegrar e satisfazer? Será que isto é verdade para todas os quereres? Não creio... Há vontades que incluem o viver, o experimentar de fato, a presença real, o contato verdadeiro. Penso que a satisfação pelo sonhar está reservada àquelas situações em que a esperança da possibilidade não existe mais; isto se a frustração e/ou a objetividade não lhe tomarem o lugar.
Ele afirma, ainda, que todos queremos ser reis do mundo. Também não sei... Há os que nasceram com vontade de eminenciar pardamente (seriam reis disfarçados, diriam alguns, tá certo...), os que desejam apenas ser andarilhos anônimos, os que anseiam por uma vida ermitã e tantos outros que não chegam nem perto da megalomania do sangue azul.
Porém concordo totalmente com ele quando diz que podemos ter, em sonhos felizes, aquilo de que abdicamos. Mas, então, me pergunto: para que sonhar com o desejo abdicado?
Daí penso que eu e Fernando Pessoa fomos feitos de matérias diferentes.



Resposta a Fernando Pessoa e a Inação, de Penélope Charmosa.
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Noite de Chuva - por Ana

Há coisa mais linda
que uma noite de chuva?
Eu sei lá!...
Tô nem aí pra essas coisas românticas!
Quero saber de nada disso!
O que me interessa mesmo
é que não chova no fim-de-semana
que eu quero ir pra balada!
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Inspirado em “Noite de Chuva”, de Raquel Aiuendi.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Homem é um Porre - por Ana

Homem é um porre...
Passa longe a delicadeza!
Mesmo guardado,
Tendo cuidado,
Sendo amado...
Sempre estraga!
E depois que o tempo passa
É dor de cabeça da braba!



Inspirado em “Mulher é um Vinho”, de Poty.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Naomi - por Ana

Naomi, minha cara Naomi,
Que belos traços você tem!
Mas vejo que atrás de ti
Há um fantasma narigudo
Que não assusta ninguém.
É a Campbell ou não é?
Me debruço neste estudo,
Mas só sei que é mulher!


Inspirado em Naomi, de Raquel Aiuendi.
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Por Tanto Te Gostar... - por Ana

Tu não tá fraca nem acabada,
Só tá um pouco cansada...
E por tanto te gostar
Eu vou sempre te mimar!


Resposta à Resposta de Anônimo.
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domingo, 30 de janeiro de 2011

Duelando Manchetes XI: Homossexualidade (III) - por Vera Celms

S.Ribeiro,
O Dr. DRAUZIO VARELLA é, por si, polêmico em suas opiniões, das quais, a maioria conhecida por mim até agora, partilho.
Quero parabenizar a TODOS, por participarem desse DUELO... Acho que assim o objetivo do BLOG se justifica.
Aliás, o que seria do amarelo se todos gostassem do vermelho, não é mesmo? Mas claro que não temos de bater no amarelo até que ele fique vermelho para que todos possam apreciar... rs...
Desculpe a brincadeira... o assunto é serio... mas o foco aqui é a homofobia, é a onda de violência (assim como o racismo) aos índios, aos incapazes, às crianças, aos idosos, às mulheres, enfim, a todos aqueles que têm CARACTERÍSTICAS DIFERENTES de nós ou da grande maioria.
NÃO À VIOLÊNCIA DE QUALQUER ESPÉCIE, BEM COMO AOS EXCESSOS E FANATISMOS...
Viver normalmente é muito melhor...
Beijos a todos...
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Resposta a Duelando Manchetes XI: Homossexualidade, de S. Ribeiro.
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Visitem Vera Celms
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Pinguim Ateu - por Ana

(Paródia de “Coração Ateu”, de Sueli Costa.)
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O meu pinguim ateu quase congelou
Na Antártida, procurando um afim...
Tantas ideias, e ele só, tão longa espera...
Pobre do meu pinguinzinho ateu...

O pinguinzim por certo tempo publicou
Seus argumentos sobre não existir Deus.
Sua palavra passeou de mão em mão,
Em tantas mentes ecoou...

Então chegaram por ali
Mesmos pensamentos
(Eu estava lá, eu vi!).
O meu pinguim ateu
Já não chora, virou lenda!
E a party começa agora!
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Inspirado em: “Ou estariam eles [os ateus] tentando cooptar mentes, fugindo da solidão,
para junto a outros, se aquecerem mutuamente como os pinguins no rigor antártico?”,
do post Desmascarando Deus, de Leo Santos.
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