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sábado, 7 de novembro de 2009

Sonhos - por madruga

felizes os que escutam
felizes os que querem
felizes os que tem
felizes os que gostam
felizes os que sonham
felizes os que acordam
felizes os que nascem
felizes os que namoram
felizes os que falam
felizes os que Beijam
felizes os que amam
felizes todos sejam

tento deixar verter o que por mim escorre
não impedirei o seu curso natural
extravasar de sentimentos que sejamos todos felizes
num plural redondo e abrangente

amemos-nos uns aos outros
já dizia há dois milênios
esse pregador do amor
sinto-me (sem cera)
pois de coração o digo
já mais haverá castigo para quem fizer o que digo

mais pesado, é o castigo de quem não ama!
porque amar não é singular
multiplica no plural e verás o quanto receberás
mas esquece o que dás, lembra-te apenas do que recebes
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sábado, 31 de outubro de 2009

Sorte - por madruga

quando penso na vida
agarrada está a morte
muitas vezes é sofrida
outras cheias de sorte

sorte que por vezes agrada
nos momentos de aventura
ver-te assim apaixonada
meu amor assim perdura

mas nem tudo é frescura
pois tambem sinto dores
mas em ti procuro a cura
nos momentos sofredores

de sofrer quero deixar
e alegrias quero eu ter
prefiro mil vezes amar
e ter a sorte de te ver



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terça-feira, 6 de outubro de 2009

m - por madruga

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já no principio da minha escrita
ela fora escolhida como aqui consta
escreve nomes como mãe, mulher e Maria
e trás ao amor o mais que ele tem! a magia
maravilhas se escrevem pelo mundo
mensagens, momentos, mentiras e muita memória
mistérios abundam nos manuscritos outrora escritos por
mãos sábias noutros monumentos e tempos da história



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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Creia... - por madruga

os dias podem parecer iguais
mas lá vem um que é de bonança
alegrias sonhos e esperança
coisas que não esquecerás mais



Comentário em Abandonada, de Alba Vieira.
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domingo, 4 de outubro de 2009

Enfeitiçado - por madruga

As tardes são longas! A espera e o silencio amordaçaram a vontade de reagir.
Não quero tirar a mordaça que me sufoca, como que um masoquista, quero sentir dor
nem que me provoque chagas. Só noutra dimensão tenho a paz interior, essa em que entras e me fazes respirar, criar e renascer. Renascerei por ti e para ti, sempre que contigo estou tudo faz sentido, sem ti estou perdido, perdido em pensamentos que me confundem e tornam vulnerável. Preciso respirar-te, ouvir-te, ver-te, tocar-te.
Mesmo assim amo como nunca amei, sofro como nunca sofri, desejo como nunca desejei.
Estarei a enlouquecer, pergunto-me às vezes, pois louco serei porque jamais te esquecerei.



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sábado, 3 de outubro de 2009

A Magia do Amor - por madruga

cibernético serei
sem pensar em mais
onde foi que errei
pensei sermos iguais

juntos fomos ao limite
fora de horas por demais
mas a distancia não permite
que nos conheçamos mais

vivo tudo como magia
sem truques e enganos
por ti muito faria
se um dia nos encontrarmos

esqueço as horas de solidão
com memórias de outras horas
sinto mais a força da paixão
imaginando que muito adoras

na poesia algo nos toca
no intimo de cada coração
sinto a falta da troca
preciso muito dessa paixão

o vento traz e leva
sopros e vendavais
o sentimento me eleva
a lugares celestiais

há calores que incendeiam
há amores distanciados
há arrepios que me gelam
há momentos amargurados

está um dia soalheiro
bate forte em devaneio
meu coração prisioneiro
espera o teu, que não veio

não veio nem sei se virá
espera será a eternidade
mas um dia tudo se tornará
num momento de felicidade



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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Musa - por madruga

tenho-te no pensamento
como que cá morasses
não neste preciso momento
mas adorava que viesses

em todos momentos que pudesses
mesmo sabendo que não podes
posso acreditar um dia desses
deixarei escrito saudades

saudades da minha musa
essa de elevada inspiração
entrando em mim ela abusa
e se refugia em meu coração



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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Egoísmo - por madruga

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O egoísmo é como um abutre que devora a carcaça de alguém que amor não tem em seu interior.


Comentário em Abandono, de Dan.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Abandonado - por madruga

Ai... ai... que dor é esta?... que mutila a minha alma,
envenena meus sentimentos e tira o fôlego do meu ser!
Ai como doí! não ter o que outrora tivera, segredos
de sonhos, prazeres, pecados e outros doces.
Quão mais eu não faria para reviver tudo um dia...
Renasceria imune à dor, pois beberia em ti o antídoto
do abandono....
Ai... ai... que bom seria!




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terça-feira, 29 de setembro de 2009

madruga - Citado por Violeta

Invadindo o silêncio de mim mesmo
escuto o som infinito de meus sentimentos
e perco-me na subtileza de cada afecto
que recebo ou distribuo...
Encontro sorrisos
que se eternizaram
nos olhos da minha alma
e lágrimas que lavaram
os dissabores do caminho...
Busco formas e cores
e encontro pessoas que
criaram raízes em mim
porque foram plantadas
no meu EU mais profundo...
Vejo luzes:
O brilho de um luar de prata,
e de estrelas incontáveis
e um raio de sol que ilumina
cada amanhecer da minha vida.



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