Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Última carta
Quando me disseram conhece a ti mesmo, não esparava encontrar tanto de outra pessoa naquele lugar, nem que esta estrada desse num poço sem mim.
No lusco-fusco do horizonte, sem a negra íris ou o arco-e-flecha, fui me despossuindo até deixar de ser meu, até que o conteúdo permanecesse apenas na entrega.
Teu nome de intensidade absorveu-me a inconstância. Passei a viver, eu também, fora daqui - na tua carne, tua fala e teus cabelos.
https://poesiaincidente.blogspot.com.br/
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