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domingo, 20 de março de 2011

Mirna Grzich e a Bendita Crise - Citada por Alba Vieira

Bendita crise que sacudiu o mundo e a minha vida
Bendita a crise que está reciclando tudo
Bendita a crise que veio tirar a minha ilusão de permanência
Bendita crise que vai trazer evolução
Bendita crise que vai fazer o mundo se reestruturar
Bendita a crise que traz a transformação
Bendita crise que vai me ensinar o que é verdadeiramente importante
Bendita crise que é um desafio
Bendita crise que vai me revelar a minha própria sabedoria Bendita crise que dissolve meus apegos
Bendita crise que vai ampliar minha visão
Bendita crise que me faz humilde
Bendita crise que vai abrir meu coração
Bendita crise que me traz de volta a confiança
Bendita crise que me traz de volta outras oportunidades
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida
Bendita que me tirou do marasmo
Bendita crise que leva a um novo paradigma
Bendita crise que está me mostrando a Luz
Bendita crise que me fez voltar a ter fé
Bendita crise que me traz de volta a aventura de viver
Bendita a crise que é ponto de mutação.
De volta o amor pela humanidade.
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Visitem Alba Vieira
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domingo, 14 de junho de 2009

Karl Marx em 1867 e a Crise em 2009: O Profeta - por Adhemar


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Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado.
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In “Das Kapital”.
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Visitem Adhemar
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Crise

Crie um texto sobre este tema e deixe aqui, em "comentários", que nós postaremos.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A Crise que Cura - por Alba Vieira

O que mais chama atenção no mundo atual são as mudanças repentinas. É certo que há algum tempo parece que o tempo passa mais rápido, a urgência é a ordem, todos têm pressa, as crianças já têm nascido aceleradas, o stress é a vedete dos consultórios, a comida é fast food, os carros são ultravelozes etc. Os estudiosos comprovaram que mudanças no eixo de rotação da Terra trouxeram a redução real do tempo, o dia ficou mais curto. Mas agora, além disso, estão sendo mais freqüentes os fatores externos trazendo alterações profundas nas vidas das pessoas, de formas abruptas e, quase sempre, alterações relacionadas à perda.
A crise mundial econômica é um empobrecimento globalizado, puxado pela desestabilização da economia da maior potência econômica do mundo. Isto não só foi inesperado como inusitado. Quem diria que os Estados Unidos passariam por isto? Diriam somente aqueles que tinham olhos de ver, os antenados com as verdades eternas que conhecem as leis, sobretudo a da polaridade. O crescimento impiedoso desordenado, completamente alienado e insano só poderia trazer, de rebote, a crise, o caos. Por que tudo isto? E para quê? As manchetes diárias mostram as maiores potências mundiais, paises ricos tremendo e se desestruturando, ainda que utilizando tentativas desesperadas de estabilização com perda financeira, desemprego e recessão. E tudo assim… da noite para o dia, pelo menos para a população geral que não estava inteirada da possibilidade da economia ruir e, num efeito cascata, dominó, sei lá como, todo o mundo vai sendo atingido porque a economia também é globalizada. O Brasil ainda não sofre, diretamente, mas já se prepara para o tempo ruim que virá e, por hora, alguns já se aproveitam para ganhar em cima da provável crise.
A natureza, por sua vez, contribuiu para esta puxada de tapete de iguais proporções, de qualidades diferentes, mas tão arquetípica quanto a crise financeira, expressão da carta da Morte do tarô e também da lei da polaridade. O exemplo mais recente, aqui no Brasil, é a catástrofe que ocorre em Santa Catarina. A proporção das enchentes é a maior que já se viu por aqui, atingindo milhares de pessoas e também afetando drasticamente a economia do país por paralisar o porto de Itajaí. É dor generalizada e súbita, que se prolonga e traz conseqüências funestas.
Mas o que podemos extrair de tudo isto? Sim, porque os atingidos não são e nem podem mesmo ser apenas aqueles diretamente tocados pela tragédia ou emocionalmente relacionados a estas pessoas, e sim qualquer um de nós, expectadores dos acontecimentos. Entretanto, é preciso que endireitemos e concentremos o olhar, apreendendo dos fatos a mensagem mais importante e urgente: o mundo mudou, os valores devem mudar, o que mais importa agora não são os bens e sim a emoção, o material perdeu para o coração. As leis do coração devem, agora, dominar o mundo e isto é óbvio, é gritante para os que querem ouvir. Se compreendermos isto e cedermos à mudança, a harmonização virá, já que se trata de lei. Se teimarmos, a dor será maior, as ocorrências deste tipo se repetirão até que possamos entender que os tempos já são outros e, apesar de tudo, bem melhores. As imagens sobre Santa Catarina são bem claras: famílias que perderam tudo, devastadas pela dor de repentinamente não terem onde ficar, apenas com a roupa do corpo, desmanchavam a expressão de dor e sorriam entre lágrimas, abraçando e sendo abraçadas, em todos os sentidos, por vizinhos emocionados que abriam suas casas e corações para eles; outros, vítimas de desabamentos, sorriam felizes porque, tendo perdido todos os bens materiais, conseguiram salvar o que para eles era mais importante: um filho, um parente, um amor… Não que em outras tragédias não tivessem ocorrido fatos desta natureza, mas é que, agora, eles são a regra e não a exceção. E, da mesma forma, a crise econômica mundial trará, para as nações mais ricas, um crescimento enorme, importantíssimo, só que de outra natureza: o nascimento de solidariedade e a transformação da base de segurança, que passará da solidez econômica para o sentimento.
A capacidade de subsistir à crise fortalecerá os valores internos e fará uma espécie de seleção natural daqueles mais emocionalmente seguros porque, ainda que tarde, os homens comuns entenderão, finalmente, aquilo que os místicos sempre souberam: que a força não é conferida por recursos materiais de qualquer natureza (dinheiro, bens, a porção física do ser…) e sim pelo imaterial (valores morais, crenças, habilidades…); enfim, pelo que anima nossos corpos, que está acima de tudo isto e não nos pode ser retirado em qualquer circunstância. A nossa alma, o amor que ela é capaz de expressar, é o que subsistirá e que, a partir de agora, deve estar à frente nas relações humanas para que haja o tão esperado equilíbrio em todas as esferas. E assim será, aceitemos ou não.
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Aceleração do Tempo - por Theodiano Bastos

O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, acima de 100 km do solo do planeta. Esse campo possui uma ressonância mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo. É uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera. Schumam também verificou que todos os invertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma freqüência de 7,83 hertz. E a vida se desenvolvia em relativo equilíbrio ecológico.
Ao retornarem à Terra, tanto os astronautas russos como os americanos que ficavam em órbita acima de 100 km, só conseguiam recuperar a saúde e o equilíbrio quando submetidos a um “simulador Schumann”. Todavia, a partir de 1980 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra passou a pulsar mais rápido e provocou um acentuado desequilíbrio; fez-se sentir: crescimento de tensões e conflitos em todo o planeta, perturbações climáticas, até furacão no Brasil e “até o aumento devido a aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é mais ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann, afirma Leonardo Boff, que completa: “Cosmólogos e biólogos confirmam que Gaia, a Mãe Terra, é, efetivamente, um superorganismo vivo e que a Terra e a humanidade formam uma única entidade”.


O texto está na Internet no Blog Oficina de Idéias (O Blog do Thede).
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Theodiano Bastos é escritor, autor dos livros:
O Triunfo das Idéias, A Procura do Destino e coletâneas
e é idealizador e presidente do Círculo de Estudo, Pensamento e Ação – CEPA – ES.
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Oferecimento - por Ana

Li que você está mal,
não tem nem onde dormir,
mas não desista, afinal
algo bom está por vir…

De onde menos se espera
surge mais uma esperança…
a felicidade paquera
aquele que não se cansa

de lutar com os próprios meios,
de buscar as soluções,
de apaziguar receios,
superar más condições.

A esperança se aproxima…
vem em forma de trovinhas,
ao concluir minha rima
verá que não está sozinha:

se precisar de um amigo
em meio às desilusões,
pode contar comigo:
ainda tenho uns tostões…
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Resposta à "Crise" de Alba Vieira.
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domingo, 14 de dezembro de 2008

A Crise - por Alba Vieira

Lusco-fusco na lareira
Quase fria, apagada,
Sem tostão na algibeira
Vou seguindo minha estrada.

Já fui rico, quem diria,
E palácios freqüentei.
Hoje durmo na sarjeta
Sem contar com mais ninguém.

Esta vida é assim mesmo,
Quem espera, leva um não.
Sê feliz, conta contigo,
Todo resto é ilusão.

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