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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

A VIDA MÍSTICA DE JESUS - por - Kbçapoeta




     Escrito em 1929, Harvey Spencer Lewis nos apresenta um Cristo mais humano, mais crível.
     A literatura popular cristã baseia-se praticamente apenas na bíblia oficial e despreza os livros ditos apócrifos.
     Lewis de um modo peculiar desmistifica o Jesus Cristo super-herói, tornando-o mais encantador e admirável.
     Os essênios, a Fraternidade Branca, o Monte Carmelo, a iniciação na cultura e misticismo egípcio foram fundamental na transformação de José em Jesus.
     O livro aborda fatos de menor interesse pelo populacho crente: a infância e adolescência do filho de Maria.
     É costume comum em diversas sociedades o homem adotar um novo nome ao iniciar uma nova etapa na vida, com o Nazareno aconteceu desta forma.
     Jesus, segundo o livro, nascera sob o nome de José por ser o primogênito. Na fase adulta, em concordância com a sua iniciação mística, adotara o nome de Jesus o cristo.
     A formação do jovem José e futuro jesus fora nobre.Tamanha erudição chegou a receber atenção dos intelectuais do templo quando o menino se apresentou para a solenidade que nos dias atuais poderia ser comparada ao B'nai Mitzvá dos judeus.
    As passagens conhecidas de Jesus e descrita com um olhar mais cético e coerente.
    A morte e ressureição de Cristo e descrita com o bom senso que a realidade impõe.
   Segundo a obra, Jesus não teria morrido literalmente,por isso o fato de os romanos não quebrarem suas pernas e retira-lo antes do tempo regulamenmtar em que os romanos retiram os condenados já mortos das cruzes.
    O motivo para tal ação se valeu de uma suspenção da condenação de Jesus a crucificação. Devido essa suspenção o retiraram da cruz antes do tempo sem quebrar as pernas como era de costume.
    Durante a sua recuperação física, Jesus aparecera aos apóstolos quase irreconhecível, como descrito na bíblia. Durante os quarenta dias subsequentes pregou aos seus fiéis seguidores e posteriormente aposentou-se da vida pública.
    Morre e é enterrado no monte Carmelo ,mas, tem seus ossos retirados anos depois por seus irmãos para continuar fomentado o mito da ressureição literal.
    Um livro interessante para quem tem curiosidade sobre esse fenômeno místico que foi e é Jesus Cristo.


         
                                                             Visitem Kbçapoeta




PS. Apesar de muitos considerarem os blogs como ecos na internet, eu desejo a quem me ler um feliz 2015



terça-feira, 11 de setembro de 2012

O Saxofonista da Av. Angélica - por Ninguém Envolvente

Por volta de meio dia, um saxofonista mudou a atmosfera de uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo.
Poucos paravam para apreciar aquele senhor vestido de Papai Noel com um olhar de esperança e sua música que clamava para ser ouvida, e eram raras as pessoas que simbolicamente depositavam seus trocados em uma caixinha tão singela e pequenina.
O tempo custou a passar naquele cruzamento e as árvores estavam balançando-se vagamente, pareciam estar apreciando cada nota musical que saía daquela valsa tão linda e envolvente.
Nem as buzinas conseguiram estragar aquele momento tão mágico que aquele homem nos propiciou com uma música tão docemente ensaiada e tocada com tamanho zelo. Até o mais bruto dos seres humanos que por ali passasse ficaria emocionado com a cena.
Com certeza o Noel saxofonista estava feliz com a alegria contagiante passada às pessoas vendo-o tocar e nada que depositassem em sua caixinha teria mais valor que o sorriso daquela senhora tão adoentada em sua cadeira de rodas ou daquela criança chorona que ficara calma.
Estamos tão sensíveis, precisando de algo maior do que esta realidade nos permite ter e tão saturados de nossa vida insatisfatória, que o mais simples dos atos nos atormenta a ponto de merecer ser escrito e compartilhado para desconhecidos que também precisam se sentir assim... Acolhidos.

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A TODOS OS AMIGOS DO DUELOS

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É Natal - por Alba Vieira

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É Natal.
Vamos permitir que nasçam em cada um de nós sentimentos de fraternidade, de amor ao próximo, de tolerância com os outros e com aspectos nossos que não apreciamos.
Vamos tentar permitir que aquilo que em nós ainda é latente se desenvolva e possamos descobrir novos talentos, novas capacidades de interagir com os outros e produzir coisas boas.
É importante, sobretudo, que estejamos atentos para buscar a transformação daquilo que é inadequado, que tira a nossa felicidade, que nos distancia dos outros e impede a expressão do amor que reside no fundo de nós. Transformar-se é poder evoluir.
Que nesse Natal nós possamos nos abrir mais para o amor, abandonando defesas desnecessárias e fortalecendo realmente o nosso Ser que naturalmente procura o estado de união. Afinal, somos todos irmãos e não podemos estar bem enquanto tantos sofrem, se hostilizam ou são indiferentes na sua solidão, além da necessidade do encontro consigo mesmos.
Feliz Natal!
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E Por Falar em Natal - por Fatinha

Querido Brógui:

E por falar em Natal, quem aqui nunca recebeu um presente nada a ver?
Começando pelo nefasto amigo oculto, uma solução boa pra economizar uma grana, mas sempre causa de profundas decepções. Há muito tempo que eu não participo de um, mas sempre acontecia a mesma coisa: eu me esmerava em comprar uma coisa maneira e recebia um treco que eu jamais em sã consciência teria coragem de dar de presente nem se fosse para meu inimigo oculto.
As situações mais embaraçosas são aquelas em que a pessoa toda sorridente diz pra você que o presente é a sua cara. Quando ouço isso tremo nas bases, porque lá vem bomba (eu tenho cara de bomba?). Como minha santa mãezinha me domesticou muito bem, eu agradeço, disfarço a decepção e penso: “Que que eu faço com isso?”
Eu mesma já devo ter dado presentes assim. Munida da mais singela intenção de fazer o outro feliz e acabando por dar um tiro na água.
Já sei. Você deve estar procurando no seu disco rígido quais foram os presentes dados a mim e tentando adivinhar se eu gostei ou não. Pode parar de se torturar porque você nunca vai saber mesmo. E também nem pense em parar de me dar presentes por causa disso, porque aí eu vou ser obrigada a escrever um diário-denúncia dedurando você.
Em retribuição ao carinho, mesmo não gostando da coisa, procuro usá-la, em homenagem à pessoa que me presenteou. Sim, Querido Diário, minha crueldade tem limites. Não é assim que funciona? O outro me faz feliz dando e eu tento fazê-lo feliz usando. Quando não dá mesmo pra salvar o presente – há casos irremediáveis como roupa pequena, ou uma bijouteria que vai deixar minha pele em carne viva – há solução. Vou trocar, passo adiante – nem adianta fazer cara feia porque duvido que você nunca tenha feito isso – ou simplesmente meto no fundo do armário e pronto.
Temos aqui em casa a nossa secretária do lar – nome politicamente correto para empregada doméstica – que todo Natal traz um presentinho para nós. Ficamos sempre comovidos porque sabemos o quanto o dinheirinho dela é curto, inversamente proporcional ao prazer que ela sente em nos presentear. Quando ela vem toda contente com o embrulhinho na mão, entramos em pânico porque a cada ano ela se supera trazendo objetos de decoração pavorosos.
Um ano ganhamos um porta-papel higiênico. Sabe aquele que a gente pendura os rolinhos na parede? Tem coisa mais cafoninha? Na minha escala de valores, está no mesmo nível da roupinha para bujão de gás ou o pano de prato calendário – aqui em casa não usamos gás de bujão, graças a Deus.
No ano seguinte foi um vasinho de flores artificiais cor de rosa com areia colorida também cor de rosa. De chorar. O problema das flores artificiais é que além de serem horrorosas não morrem nunca. Não secam, não apodrecem. Só ficam ali se enchendo de poeira e desafiando meu senso estético. E tem mais: tudo quebra, menos o tal do vasinho.
Esse ano, veio a pérola. Umas flores amarelas – artificiais também – submersas em um aquário, com os dizeres: “Jesus o segredo da paz”. Tem noção?

PAUSA PRA EU RIR, TÔ ME CONTORCENDO, O TROÇO É MUITO FEIO…

O pior é que não dá pra defenestrar as coisas. Ela vai dar falta e ficar magoada. Solução: deixar os enfeites enfeiando o ambiente e ela sorrindo. Muito justo.
Mas, vou confessar a você que eu e minha santa mãezinha já arquitetamos o plano maligno de deixar esses objetos ao alcance do João Pedro. Se ele quebrou o galo do Presépio que armamos aqui em casa desde que eu me entendo por gente, tenho certeza de que não vai falhar nessa nobre missão que vamos a ele confiar.
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Postado, originalmente, em 26/12/07.
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Uma Mensagem de Natal... - por Leila Dohoczki

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Bom Natal - por Dan

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Natal Luz - por Poty

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Natal é luz que irradia as mentes
Faz ter outro pensar
... Reações de compaixão...
...Tolerância com o próximo...
Sentimentos de liberdade,
Tranquilidade
E sorriso diante tanto brilho...
Faz parar e sentir menos stress
Também repensar suas atitudes durante o ano
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A Todos, um Feliz Natal - por Tércio Sthal


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Boas festas em harmonia,...........................................................................
bons intentos e boas ações,...........................................................................
e 2011 repleto de alegrias...........................................................................
e grandes realizações,...........................................................................
é o que deseja, neste dia,...........................................................................
o escritor Tércio Sthal............................................................................
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O MELHOR ESTÁ POR VIR

Mais um ano que se passa,
e novos desafios vêm,
e por mais que se faça,
algo por fazer se tem,
mas não devemos esquecer
o melhor pode estar por vir,
depende do nosso querer,
de ver oportunidades e agir,
para estabelecer o bem.
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Aí Vem o Natal! - por Adir Vieira

Deus meu! Olhei o calendário hoje e me assustei ao constatar que estamos apenas a oito dias do Natal.
Esse foi um ano atípico para mim, pois novembro passou e eu com os problemas de saúde do meu marido, nem percebi.
Com isso, aqueles preparativos habituais ficaram para trás e me vejo nesses poucos dias com necessidade de correr muito.
Sobretudo esse Natal eu preciso festejar.
Festejar o fato de os atropelos não terem deixado marcas tristes em minha vida.
Festejar, pois devemos agradecer a Deus o amadurecimento que a vida nos impõe com a vivência das coisas perigosas.
Festejar porque a família está aí, nos rodeando com o seu amor e compreensão.
Festejar porque as palavras amigas nos momentos em que vivemos os problemas nunca serão esquecidas.
Festejar, enfim, porque estamos vivos.
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Bate o Sino na Cabeça do Menino! - por Ninguém Envolvente

Não há neve como nos filmes americanos, mas o ar está mudado com um cheiro que pouco distingue-se; a mistura aromática, além de ser gentil com nosso olfato, sempre traz uma nota nostálgica denominada “cheiro de infância”.
Reina uma compulsão de boas maneiras e lindas palavras que são ditas com o mais afinado timbre vocal aveludado, idosos contam suas histórias e os mais jovens fingem se importarem para que somente um dia o dia seja perfeito. A troca de gentilezas dura enquanto tiver comida.
Com o passar do tempo, fica-se triste de tanto comer e o principal não foi feito: o agradecimento pela fartura obtida e o pedido de prosperidade aos que não foram tão abençoados. O momento crítico é a troca de presentes, fica clara a cara de desapontamento ao abrir o lindo embrulho e saber que era uma coisa tão insignificante.
A festa continua e, nesta altura dos acontecimentos, alguém já notificou que o prato principal estava sem gosto e reclama dos quilos que a sobremesa tão suculenta vai lhe trazer. As crianças divertem-se com os primos que só encontram em ocasião festiva ou funerais, os casais contam uns aos outros os bens adquiridos durante o ano e até apontam aquele carro espetacular encostado ao lado do fusquinha que parece saber que está sendo cruelmente comparado e motivo de piada.
Passa das duas horas da madrugada e chega a melhor hora: A despedida. O processo recomeça: todos são amáveis e se abraçam com tal fingimento que por cinco segundos você crê na amabilidade humana.

No dia seguinte fala-se sobre a roupa de Fulano, o carro de Cicrano, a conduta de Mariquinha, a forma física de Pedrinho, Joaninha que está dando golpe do baú e Joaquina é a comilona. Come-se o que sobrou da noite anterior. Todos vão embora e 364 dias depois se reúnem novamente e comemoram mais um Natal.


*Natal de minha família. Caso tenha encontrado semelhança com a sua, talvez sejamos parentes.
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

A Árvore de Natal - por Clarice A.

.....O mês de dezembro talvez seja o que traga mais recordações para eles. E lá estão os quatro de cinco irmãos (um deles já tinha compromisso com a família da mulher) reunidos na casa da irmã. São três irmãs e o mais novo dos homens e há muitos anos reúnem-se no Natal. Colocam a conversa em dia e invariavelmente comentam sobre o passado. Quando crianças, a parcimônia do Papai Noel. Aliás, naquela pequena rua de subúrbio onde moravam, salvo raríssimas exceções, Papai Noel era parcimonioso com todas as crianças, o que não estragava a noite nem a diversão. Eram muitas crianças e as brincadeiras garantidas.
.....A anfitriã mostra a árvore nova, de fibra ótica com led’s, enfeites novos, e o irmão, que sempre as surpreende, pergunta às três: lembram da nossa árvore de goiabeira? Excelente memória, chamado por elas de miolinho de ouro, ele parece ter suas lembranças numa prateleira ao alcance das mãos tal é a rapidez com que as traz de volta. A mais velha e a caçula lembram-se logo, a do meio vai buscar no fundo do baú, escondido em algum canto da memória. E encontra. A lembrança vem nítida e forte. Já eram crescidos, e queriam uma árvore de Natal, mas cadê a verba? Inexistente. O pai fazia questão de caprichar na mesa, gostava de fartura, não dava muita bola para essas coisas. Decidiram improvisar. Foram para o quintal, escolheram um galho bem ramificado da goiabeira, cortaram, pintaram de prateado, colaram algodão, penduraram bolinhas vermelhas, plantaram-no num vaso e lá estava a árvore de Natal pronta enfeitando a sala. Talvez para os que olhassem com olhos de mesmice, aquela árvore naquela casa simples fosse tosca, mas eles estavam satisfeitos com a sua arte e na verdade ela ficou bem jeitosa. Diferente. Para completar a noite de Natal, a ceia no capricho preparada pela incansável mãe. Assados, bolo, ameixas, nozes, avelãs, castanhas e as rabanadas: as fatias de pão molhadas no leite, passadas nos ovos batidos, fritas, secas em papel e envolvidas na mistura de açúcar e canela, inesquecíveis. Alguns vizinhos apareciam para dar um abraço nos seus pais, pessoas queridas. Gratas recordações de um tempo feliz vivido por eles, um tempo em que o apelo ao consumo, as grifes e as inovações tecnológicas não eram presentes como hoje. Mas a vida segue seu curso e daqui a alguns anos a árvore de hoje, assim como a de goiabeira, será mais uma lembrança. Outra modernidade a substituirá. Insubstituível é o amor fraterno que os une e reúne e os faz recordar a vida, neste Natal e em quantos o sucederem.
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O Natal Se Foi... Um Novo Ano Está Por Vir - por Esther Rogessi

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Mensagens de amor e paz, pensar unânime, escrita inconscientemente copilada, plagiada... Quem se atreve a ‘escrever verdades’ que não às ‘natalinas’...?
Sirvo a um Deus que transforma corações, o Natal não transforma! Por que esperar uma data específica para desejar paz e bem aos amigos...?
Por que não paz aos nossos inimigos?...
Por que se achegar aos vizinhos detestáveis na virada do ano e no dia seguinte virar o rosto, ou falar entre dentes?
Por que presentear aos amigos se a máxima da fraternidade está em amar os nossos inimigos?
Por que alimentar e banquetear quem não tem fome, enquanto que nas esquinas da vida crianças comem lixo e nós nos lixamos!?
Natal é a festa máxima dos LOJISTAS – fazedores de ilusão – para eles VIVA O NATAL!
O que é o Natal senão a bandeira branca enfiada entre exércitos adversários, em campo de batalha...?
Portanto, façamos de cada dia um Natal! Que possamos ter o caráter do ‘Papai do Céu’ presenteando a todos sem fazer acepção...
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Charles Dickens e o Natal - Citado por Penélope Charmosa

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O Natal é um tempo de benevolência, perdão, generosidade e alegria. A única época que conheço, no calendário do ano, em que homens e mulheres parecem, de comum acordo, abrir livremente seus corações.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Christmas - por Duanny

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Papai Noel, dessa vez não se preocupe com amores e pecado. Só me traz em uma caixa grande um pouco de vergonha na cara, de coragem e, se você tiver, traz também aquela dose de responsabilidade.
Eu sei que nem todos os natais são alegres e o senhor bem sabe que eu tô aprendendo isso da pior maneira. O arrependimento me veio embrulhado com um laço, e aí tenho vontade de chorar, de respirar e voltar há um ano atrás quando eu ainda pedia versos em minhas veias.
Mas não se preocupe, eu até pediria para o senhor consertar os meus erros, tirar a pressão do meu peito, mas como eu sei que o senhor é um tanto ocupado, me traz duas rodadas de sorrisos e uma garrafa grande de alegria, porque daqui a pouco é natal... e as luzes lá fora me chamam pra sorrir de cara pra lua, sem lágrima ou dor do peito.
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Quero de tudo um pouco, pra provar um mundo em uma só colherada.
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Visitem Duanny
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

O Presente que Ganhamos! - por Poty

Não ganhei,
Mas tive carinho
Abraço e
Beijos.

Estive triste porque me senti mal com a desolação do outro.

Não quero presente por causa da pressão comercial,
Por obrigação,
Mas por livre escolha.

Quero ganhar presente
Por estima,
Dedicação,
Espontaneidade,
Amor e
Paixão.

Sem demérito aos que vivem achando que é oblação.
Há os que acham que compram os outros dando as migalhas
E há os que escolhem o presente que querem ganhar.

Quero ganhar presente,
Mas que seja sem pretensão.
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............................................Visitem Poty
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Adhemar

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Boas Festas e um Feliz 2010: sucesso, paz e saúde.
Deus nos permita a crescente integração com os amigos deste espaço tão bacana que é o Duelos.
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.Visitem Adhemar
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Cacá

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Desejo a todos os membros do DUELOS, ótimas festas, muita saúde e harmonia em 2010 e que possamos continuar nessa arrebatadora e enriquecedora troca literária. É uma satisfação imensa poder estar no meio de tão grandiosas feras das letras.
Um abraço fraterno. Paz e bem.
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.Visitem Cacá
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Dan

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Para todos meus amigos os votos de FELIZ NATAL.
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...............................Visitem Dan
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Escrevinhadora

.A todos os amigos, frequentadores e passantes dos Duelos, votos de um Feliz Natal.
E que 2010 venha realmente novo e seja inspirador.
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.Visitem Escrevinhadora
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