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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Amor Virtual - por Lélia

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Nosso amor virtual seguiu o caminho normal: chat, orkut, facebook, msn, celular.
Nos entendemos muito bem, nos pedimos pra namorar, trocamos confidências importantes, descobrimos amigos virtuais comuns, namoramos por longas madrugadas, comemoramos o aniversário de nossa relação, nos consolamos mutuamente em momentos difíceis.
Nunca esquecerei de seu rosto na tela de meu pc, tão real, tão presente...
Nosso amor virtual durou mais que o esperado: foram 43 dias de felicidade e frisson.E terminou com um torpedo.
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Morte - por Lélia

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Foi um amor sem igual: adolescente, feliz, sonhador... Planos... quantos planos! Tantos beijos e tantas descobertas. Alguns anos de beleza e enlevo.
Um dia acabou. Tão triste, tão solitário depois...
Uma de outras tantas pequenas mortes numa única vida.
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O que o Duelos Significa para Mim - por Lélia

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O Duelos significa: criatividade, inovação, divertimento, alegria, debates, polêmicas, profundidade, beleza, surpresa etc. etc. etc.
Abrir o Duelos é como ler o mesmo livro com histórias novas a cada dia, um livro dinâmico, vivo, mutável.
O Duelos é tudo de bom!!!
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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ciúme - por Lélia

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Ciúme é o amor pisado, dilacerado, esmagado pelo lado negro dos sentimentos.
Ciúme é a perda daquilo que de mais importante pode acontecer na vida de uma pessoa.
Ciúme é escuridão, solidão, tristeza, ausência de bondade.
Ciúme é possessivo, corrosivo, lesivo, assassino.
Ciúme é prova de amor por si mesmo.
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domingo, 14 de novembro de 2010

Eduardo Galeano e os “Pontos de Vista / 1” - Citado por Lélia

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Do ponto de vista da coruja, do morcego, do boêmio e do ladrão, o crepúsculo é a hora do café-da-manhã.

A chuva é uma maldição para o turista e uma boa notícia para o camponês.

Do ponto de vista do nativo, pitoresco é o turista.

Do ponto de vista dos índios das ilhas do Mar do Caribe, Cristovão Colombo, com seu chapéu de penas e sua capa de veludo encarnado, era um papagaio de dimensões nunca vistas.
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domingo, 31 de outubro de 2010

Outono de 92 - por Lélia

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Era outono quando te conheci. Folhas secas, descanso da natureza.
Mas foi nossa primavera, repleta de flores e exuberâncias.
E foi nosso verão, no calor de nossos abraços e na claridade da paixão.
Depois veio nosso inverno, gélido, de isolamento.
E ainda era outono quando te deixei.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Minha Vida de Amores - por Lélia

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Amores? Tive alguns. Com fé, com entrega, companheirismo e, sobretudo, amizade.
Guardo de cada um lembranças felizes numa caixinha no meu armário. Às vezes eu a abro e relembro momentos bons.
Os amores da minha vida foram grandes, imensos, profundos!
Pensando bem, a minha vida foi feita de amores!
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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Carnaval... - por Lélia

Foi vestida de princesa que te encontrei. Num carnaval há tanto tempo... Você, um robô cintilante.
Meus olhos cintilaram e o encontro virou encontros e namoro.
Mas, em pouco tempo, nada mais deu certo. E eu devia ter desconfiado, logo de início...
Se você se faz de princesa, em algum momento vai ter que engolir sapo...
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domingo, 31 de janeiro de 2010

As Fronteiras - por Lélia

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Entre todas as pessoas há fronteiras. Às vezes elas são nítidas, às vezes não. Algumas pessoas deixam bem claro que não há como chegar até elas e que você deve manter distância, outras agem como se suas fronteiras não existissem. Mas não há forma melhor de ultrapassar as fronteiras humanas possíveis do que através de um caloroso e amigo abraço.
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Recordação - por Lélia

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Um dia eu te amei. Um dia fomos felizes. Um dia a vida foi linda.
Mas acabou. De forma repentina, de forma triste. Eu chorei, lamentei por nós.
Enxuguei as lágrimas e prossegui. Hoje recordo alegrias e sorrio.
Um dia eu fui feliz...
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domingo, 6 de dezembro de 2009

As Nossas Palavras XXVI - por Lélia

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Quem mantém apagada a chama da vontade própria, perde muito na vida. Porque a chama da vela de outra pessoa, neste caso, não adianta nada. Mas quem acende esta sua vela logo cedo na vida e a mantém acesa, com certeza terá o caminho sempre iluminado.
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sábado, 5 de dezembro de 2009

As Nossas Palavras XXV - por Lélia

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A hesitação frequente não leva a nada e é demonstração de insegurança. Quando não decidimos na hora certa, chamamos outros a decidirem por nós, mesmo que indiretamente. O momento passa, o caminho segue, não existe retorno. Devemos ter sempre em nosso pensamento a meta que traçamos (ou foi traçada) para nós; um passo de cada vez, nos aproximarmos cada vez mais dela e cada decisão que surja neste caminho deve estar harmoniosamente coadunado com ela.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Aquele Livro (Brasil: Nunca Mais) - por Lélia

Eu comecei a ler aquele livro num dia de chuva, triste mesmo. E o livro era mais triste ainda. Tantas desgraças, tantas injustiças, tantas verdades duras. Fui lendo cada vez mais devagar, às vezes parando para refletir; fechava o livro, deixava sobre o colo, pensava em outras coisas, recomeçava a leitura ainda mais devagar. Até que levantei, coloquei-o sobre a mesa e ali ele ficou por meses, esquecido, eu querendo esquecer dele e de suas histórias difíceis de encarar. Um dia ele foi guardado e um outro dia ele sumiu da estante, alguém deve tê-lo levado. Acho que fiquei aliviada. Jamais esqueci daquele livro: foi o único que não li até o final. E não lerei. “Brasil: Nunca Mais”? Nunca mais...
Dom Paulo Evaristo Arns

sábado, 31 de outubro de 2009

Sorte? - por Lélia

A minha sorte na vida foi não ter tido sorte. Não ser linda, não ser rica, não ter príncipe encantado, não ganhar na loteria, não ser escandalosamente feliz.
O porquê?
Porque prefiro viver medianamente a ter que ficar driblando olho gordo.
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

As Nossas Palavras XXIV - por Lélia

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O que é bom para todos será o bom para cada pessoa? O que é bom para a colmeia será bom para cada abelha? Claro que o todo se beneficiaria se todas as partes seguissem todas as regras, sem pestanejar, mas não creio que as partes se beneficiariam com isto.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Abandono Mesmo! - por Lélia

Eu te abandono mesmo. Já cansei de relevar, compreender, conversar. Não gosto de viver me enganando, acreditar em algo que não existe mais. Passou, acabou... e você já me provou isto de diversas formas. Chega! E não me olhe como se não soubesse que o fim seria desta maneira, como se eu o surpreendesse. Eu me vou com tudo o que é meu e deixo aqui o que te pertence. E deixo aqui você e todo o tempo em que vivemos aquilo que chamei de amor. Não levo nada além do que tem significado em minha vida. Estou te abandonando e nos abandonando, definitivamente.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

As Nossas Palavras XXIII - por Lélia

Ao abrir as portas de casa hoje, dei de cara com a magnífica virtude da natureza de nos presentear com esta esfuziante beleza que somente ela tem a oferecer. A natureza é perfeição que se impõe de tal forma que entra por todos os sentidos humanos e pode modificar nosso dia e até mesmo nossa vida para sempre.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

As Nossas Palavras XXII - por Lélia

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Demorar para tomar consciência das coisas, para mim parece ser somente uma forma de se prender a sofrimento desnecessário, que às vezes dura uma eternidade. A felicidade não está em não enxergar aquilo que está errado, mas em ir, passo a passo, caminhando, de forma segura, em direção à verdade.
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

As Nossas Palavras XXI - por Lélia

As pessoas que se vão, jamais voltam; como uma flecha perdida que não se encontra nunca mais no meio da floresta ou uma palavra dita que é lançada ao vento. Estas três coisas têm em comum o fato de terem sido afastadas de nós para sempre. Mesmo que as pessoas que se ausentaram retornem, não serão as mesmas, nunca. Por isso, quando estou com alguém que vale a pena, aproveito a oportunidade, sabendo que a pessoa naquele momento é única, irrepetível, assim como eu.
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