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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Muitas Vidas, Muitos Mestres, de Brian Weiss - por Alexandre





Encontrava-me num shopping, quando me deparei com esta obra em uma prateleira, com um valor simbólico. Tenho ouvido falar sobre reencarnação há algum tempo e aquela me pareceu uma ótima oportunidade de conferir algo com esse tema: seu título foi decisivo.
Não me decepcionei.
A história é narrada pelo psiquiatra Brian Weiss, até então um cético, que tem diante de si mais uma paciente com fobias graves. O que torna esse caso singular é que durante uma sessão de hipnose para regredir à infância da paciente, para procurar as possíveis causas de suas fobias, ele não encontrou nada de relevante. Ao insistir na busca, acabou por "voltar" a uma vida passada da paciente, onde ela relata muitos detalhes coerentes e surpreendentes de hábitos e costumes de contextos históricos remotos.
Nesse ritmo, o leitor fica ansioso pelas sessões de hipnose para descobrir as vidas que essa mulher supostamente teve, onde vamos encontrando, além das experiências particulares de cada uma delas, mortes traumatizantes que são as causas das fobias que afligem a paciente, e em seguida somos surpreendidos por mestres do além, comunicando ensinamentos através da hipnotizada.
Na minha opinião é um ótimo livro para curiosos que desejam conhecer os temas reencarnação, karma, canalização, vidas passadas etc. O estilo da narração é uma prosa agradável e o autor buscou partilhar fielmente sua experiência com o leitor. Devo dizer ainda que ele não é um livro que se aprofunda nesses temas, é apenas o relato da experiência que o Dr. Weiss teve em seu consultório.
Sendo assim, recomendo esta obra a todos aqueles que querem conhecer um pouquinho do universo "além-túmulo".
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sábado, 26 de abril de 2014

A Terapia da Reencarnação, de Harald Wiesendanger - por Alba Vieira


“Este livro fala sobre as possibilidades da terapia de regressão às vidas passadas, do ponto de vista de um seu defensor com formação em filosofia, psicologia e sociologia. O autor apresenta um estudo sério com vasta bibliografia sobre o assunto. Faz o papel de ‘advogado do diabo’, muitas vezes ridicularizando o trabalho de vários terapeutas, no que algumas vezes demonstra ter toda a razão e, no final, mostra-se favorável à terapia depois de expor suas reservas. Entretanto, para o profissional com formação especializada (psicologia, medicina) e que tem estudos e vivências relacionados à espiritualidade, sem ater-se a determinadas doutrinas religiosas, ficam claros vários pontos contraditórios que deixa passar em relação às suas concepções durante a narrativa. E algumas vezes demonstra que o seu conhecimento sobre alguns pontos é totalmente teórico, dando a impressão de alguém que ouviu falar de determinada coisa e passa a se achar em condições de criticá-la, incorrendo em falhas graves, embora, de forma geral, mostre um conhecimento muito mais amplo do que a maioria dos autores que escrevem sobre este assunto. Assim, algumas vezes analisa trabalhos de diferentes terapeutas sem considerar que a ampliação da consciência é condição prévia para discutir temas relacionados a essa área de estudo e trata numa visão da realidade vinculada ao tempo e espaço, questões que transcendem, que não estão limitadas ao tempo linear nem à matéria do ponto de vista da física newtoniana. E, afinal, sua análise põe em evidência o risco que representam os ‘lunáticos’ que se arvoram a fazer terapias de regressão depois de uma formação mínima e ultrarrápida, algumas vezes piorando o estado de seus pretensos pacientes; os ‘salvadores’ que insistem em lidar com as entidades perdidas ainda nesse plano e mandá-las para a luz e os que aceitam fazer regressões em que a motivação é a simples curiosidade ou em ‘crentes’, ‘viajantes’ que desejam a todo custo se libertar do fardo das responsabilidades dessa vida e querem fazer regressão para tentar encontrar um objetivo num plano maior. Também alerta para o perigo daqueles terapeutas que focam o seu trabalho no espiritual, perdendo muitas vezes a lucidez e arrastando pessoas em momentos de fragilidade na vida para compartilharem e trilharem caminhos que fazem parte das suas (terapeuta) crenças. A insistência em aconselhar que os regredidos procurem provas da veracidade das experiências pelas quais passaram me parece sem justificativa. Afinal, do ponto de vista terapêutico e comprovado pelos mais recentes estudos científicos, não importa se o conteúdo das regressões é 100% verídico, se é uma elaboração da mente, se é uma mistura das duas coisas, se tem fragmentos de criptomnésia etc. Tudo isso é verdadeiro e pode se complementar num mesmo caso, inclusive com as distorções que a mente faz quando se tratam de recordações , sejam elas de um passado recente ou remoto. O que importa, para fins terapêuticos, é que esse material se constitui numa base para ser feita a terapia, usando-se diferentes linhas de trabalho. E que essa terapia que é transpessoal, tem as mesmas características, com seus acertos e riscos de outras terapias menos abrangentes, podendo entretanto ser mais profunda, rápida, barata e duradoura. O último capítulo é o mais esclarecedor, mas também há ressalvas em relação a algumas afirmações apresentadas quanto ao estudo da eficácia do tratamento por regressão às vidas passadas, em bases científicas.”
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E você? Que livro gostaria de resenhar aqui?
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Visitem Alba Vieira
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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Espaço-Tempo - por Kbçapoeta

Hoje quero ver o sol
Acima do cinza
Que costuma pairar
Sobre nossas cabeças.
Estou sob chuva,
Amando a tempestade,
Pedindo a cor escarlate
Dos lábios teus.
O pretérito sempre foi mais que perfeito,
Por não poder lembrar
O que realmente ocorrera.
Como o futuro do presente,
Que sempre transpassou o breu
Do agora.
Mas hoje,
Só hoje,
Entendi o ontem




Visitem Kbçapoeta
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quinta-feira, 26 de março de 2009

Ishar, Revolucionário de uma Vida Passada - por Alba Vieira

Túnica vermelha cor de sangue
Cravejada de pedras preciosas
Ornando-lhe as costas poderosas
Sempre que subia ao palanque.

Calvo, ereto, de olhar penetrante,
Com voz suave, melodiosa que hipnotiza
Todos os que o cercam num instante
Em que profere palavras de justiça.

Um dia sua liderança incomodou,
Foi apunhalado no catre solitário,
Não sem antes dizer ao matador
O desperdício de ceifar um revolucionário.
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terça-feira, 10 de março de 2009

Vida Nova - por Yuri

Sei que quando for lá fora abrirá a janela e encontrará minhas asas.
Ao Senhor que permitiu... ao que desfez...
Mas hoje em dia vejo que tudo isso faz a diferença.
Um novo tempo, uma nova era está por vir.
E em qual me aperfeiçoei mais? E tenho medo disto...
Sinceramente, em uma das quais eu vim mais maduro.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Vida - por em

não sabemos para onde vamos mas temos em nós os lugares por onde passamos; séculos feridos à luz da nossa crença. sei de ti lá, não só aqui, sei de ti em todos os lugares que se escondem da nossa memória, mas que estão no destino como um diário que nos rompe a alma e nos acende a alegria de sermos dois e ao mesmo tempo um.
jornadas sentidas na ponta dos teus dedos a sorrir na minha pele. fomos tanto um do outro, algures num tempo perdido; mas tudo se recupera, pois o que fomos Ontem seremos sempre, e Amanhã seremos sempre mais.
alma que me seguras na noite do tempo, nas ondas do futuro… sei de ti aqui, continuando o amor que cruza o mundo da progressão no infinito

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sábado, 17 de janeiro de 2009

Minha Boneca - por Adir Vieira

Tão pequenina e já dá mostras do que vai ser quando adulta.
Assume ares de dengosa idênticos aos das fêmeas que querem agradar os parceiros sempre que sua vontade encontra negativas.
Assume sua impaciência quando as brincadeiras de criança alcançam a repetitividade tão desconexa com seu modo de ser.
Assume sua mágoa e desapontamento se alguém eleva um pouquinho que seja o tom de voz quando a ela se dirige, e cobra o porque do maltrato imediatamente.
Tão pequenina e repete tantos atos quando os fatos não condizem com o que lá, em outras vidas, aprendeu…

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Tempo Perdido - por vestivermelho

Me fiz casulo na esperança de virar uma linda borboleta.
Passou dias e dias, noites e noites, a cada sol uma esperança
O casulo foi secando ficou quase sem vida.
Acordei em uma escuridão, casulo não tem luz
Em vez de uma linda borboleta
Estava me transformando em um corpo sem alma, sem amor sem vida…
Saí do casulo em tempo de ser uma linda, porque não?
MULHER

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Corpo, Espírito e Retorno - por Ana

O invólucro mortal é primitivo, pesado, sujeito a leis físicas e químicas altamente desagradáveis, e limitadíssimo em comparação às possibilidades que são atribuídas à alma.
No entanto, pode ser bonito, permite que apreciemos aromas deliciosos, percebamos sons adoráveis e tenhamos sensações extremamente agradáveis através do tato e do olhar.
São realidades diferentes, com suas características positivas e negativas bastante distintas que fazem com que, encarnados e com a consciência das vivências espirituais, tenhamos saudade do antes e, depois, sintamos falta de sensações corporais terrenas.
Acredito que o aspecto mais importante da crença na alma, além do consolo da imortalidade, seja o de que nos encontramos no meio de alguma coisa muito maior e que somos nós mesmos: assumimos um caráter tão sobrenatural perante nós que chegamos a nos desconhecer antes e depois.
Em termos de reencarnação, torno-me estranho a mim!…
Alguém que não era eu mas que eu fui fez com que eu fosse o que sou hoje e o que eu for hoje fará com que eu seja alguém que não sei quem será, mas serei eu também com novas im- e possibilidades.
Dessa forma, meu caminho torna-se mágico, eu sou humanamente imortal e meu crédito é várias vezes renovado (com cláusulas punitivas, obviamente, pois quem merece o Éden não anda por aqui, à exceção dos voluntários).


Resposta à Reencarnação, de Leo Santos.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Reencarnação - por Leo Santos

Sei que mexer em afetos,
Fere aos pais do rebento;
Mas quando quebra a vidraça
O amor, espera, da justiça o assento.

Isso posto viso expor
Outra arena mais que isso;
Que mesmo sendo o afeto real,
ainda pode ser enfermiço

Não carecem vários casulos
Pra uma borboleta apenas
Inda que postulado por Sócrates
O mais sábio de Atenas

Muito certo versou coisas,
Que até hoje certo está;
Mas, ler o espírito é complexo
A lupa natural não dá

Se um fantasma trouxe carmas
Que eu tenho que pagar
Fico impotente ante armas
Que não posso enfrentar

E se um pode quitar por outro,
Em nome, talvez, do amor
Que sucedeu em Jerusalém
Que terá feito o Salvador?

Me perdoem os que crêem
Não os quero ofender;
Só não vejo como vêem
E creio que posso dizer

Se sofrer é pagar contas
E mandamento o amor
Quem ama e socorre não afronta,
O direito a pagar, do sofredor?

Inda que degeneramos na queda
Por méritos do próprio punho
Não somos progresso de ameba
O Eterno não faz rascunho.

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Viagem a Vidas Passadas - por Alba Vieira

Eu sonho com a sua cara. Não a cara que você tem, mas a que poderá ter se quiser. Não um sonho de olhos fechados. Mas um sonho de esperança. Vejo estampada no seu rosto toda a verdade de suas vidas. E me deslumbro com o que é, sem rodeios, nem dissimulações, nem máscaras. Apenas o que é para quem sabe ver. Choro de olhar, porque me vejo também nas suas dores. Choro ao percebê-las porque posso compreendê-lo. Choro de alegria por também me ver no que é bom em você. E por constatar que em tantas coisas você já melhorou.
Mas o caminho é longo e, na maioria das vezes, sem atalhos. E há lobos enganadores que prometem o que não existe.
Mas é preciso prosseguir, sempre alerta e sem medo.
Deixar-se guiar somente por uma força maior, a intuição.
Assim seguiremos com a cara mais limpa, na busca da perfeição.
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