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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sobre Coisas Fantásticas - por Pryscilla Mattos

Ontem estava pensando no futuro, não no que quero ser ou ter daqui a 10 anos e sim em como será a vida dos meus filhos. Será que não vai ter carrinhos de rolimã, brincadeiras de casinha, pique-pega, pique-esconde, pique-bandeirinha, nem piquenique? Eu não vejo as crianças do meu condomínio falando do monstro do banheiro da escola, e sim trocando “chiaters” de jogos on-line e, na maioria das vezes, isso nem é feito com todo mundo sentado na calçada e sim por telefone.
Não vejo mais as crianças chamando os avós de senhor ou senhora. Nessa nova ordem que se forma, é difícil ver algum jovenzinho tratando com carinho e educação até mesmo os pais. Isso não é nenhum hormônio na comida, é uma nova tendência: a do individualismo acima de tudo. Alguns pais têm aquela brilhante ideia, dar tudo o que não tiveram quando crianças: roupas, brinquedos, pequenos luxos... mas acabam esquecendo de passar adiante aquilo que lhes foi abundante na infância: carinho, limites, atenção, tempo.
Tempo! Isso talvez seja o mais complicado. Como uma mãe moderna faz para sair do trabalho e resolver uma briguinha de escola? Se ela não for a Mulher Maravilha, esse tipo de coisa fica em segundo plano. Outra situação: birra acompanhada da clássica frase “Eu quero!”, se gasta muito mais tempo tentando explicar porque não do que passando no caixa e efetuando a compra, por isso, na maioria dos casos, os pais optam pela segunda alternativa.As próprias crianças também não têm tempo como tínhamos há poucos anos atrás. São pequenos executivos com horários apertados, sendo treinados para um mercado de trabalho competitivo. Escolas em tempo integral! Computador e televisão para preencher os horários sem cursinhos...
Com essa fórmula, o resultado não poderia ser diferente. É batata! As crianças de hoje se tornaram monstrinhos consumistas e individualistas.
Fico sim saudosa dos meus anos de “pestinha”, em que eu subia nas árvores e ficava a tarde toda na rua sem nenhuma preocupação. Ninguém morria por não ter celular e brincávamos na rua sem medo nenhum de sequestros relâmpagos. Era raro sair para ver um filme no cinema e comer fast foods, mesmo por que tinha sessão da tarde e as mães faziam pipoca. Íamos sempre a parques, ao zoológico, brincar com os primos e todo mundo se divertia. Ninguém tinha Orkut, mas não perdíamos o contato com os amigos.

Depois de todas essas divagações, fiquei pensando nos pestinhas adoráveis que virão, imaginando como serão meus filhos... Não quero que sejam pequenos gênios, ou que saibam falar quatro idiomas, nem que estejam preparados para o vestibular com 13 anos de idade. Eu quero ter filhos felizes. Também quero aproveitar a infância deles, jogar ludo e adedanha, almoçar junto, acompanhar a realização das lições, ouvir as novidades da escola e tudo o mais. Na verdade eu nem sei se vou ter filhos, mas se tiver, não quero ensinar apenas a competir, quero ensinar como dividir, respeitar o próximo e, acima de tudo, amar o mundo que existe fora deste universo interior do próprio eu.
Companheirismo, solidariedade, altruísmo, amor, respeito, carinho e outra porção de palavras simplesmente maravilhosas não podem sair do dicionário. Cabe a nós não deixar o que elas representam morrer e passar tudo isso para nossa prole.

Sei que só tenho 21 anos, mas há 12 anos atrás infância ainda era “infância”! Beijo na boca, era um absurdo antes dos 11 anos, agora tem meninas de 10 anos sentindo a dor do parto!!!...
Vamos voltar todos à infância!!!




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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Pryscilla Mattos

Nome Priscilla
Idade 21 anos (aaaaaaaaaah)
Descrição Bom, demoro fazer amigos, mas quando faço é prá valer.
Quando estou triste eu fico calada, mas se estou com raiva eu quero falar.
Não sou de brigar, mas tenho fama de brava.
Não posso ver um filhotinho abandonado que eu quero logo cuidar.
Não gosto de visitas em casa.
Não acho todas as crianças do mundo fofas.
Leio tudo o que me cai nas mãos, menos Harry Potter.
Gosto demais da cor dos meus olhos (castanho claro).
Gosto de verde, azul, vermelho, rosa e preto: detesto marrom.
Gosto de ficar sozinha.
Gosto de e-mails com poesia.
Detesto maldade, quer seja com gente quer seja com animais, mas com animais é pior.
Cozinho bem quando estou com fome mas morro de preguiça se estou sem apetite.
Nasci para produzir; ficar sem trabalhar é duro demais.
Tem gente que me irrita profundamente e eu evito até falar ao telefone com essas pessoas.
Sou mais sincera que gentil; mas sou gentil também pois gosto de gentileza.
Eu tenho um blog essencialmente pessoal (Priscilla Mattos), onde eu escrevo mesmo um pouco de mim e não tenho a pretensão de ser famosa na blogosfera, bem ao contrário, eu diria... Aliás, comecei o blog como um diário e levei o maior susto quando recebi o primeiro comentário, pois achava que jamais alguém leria o que eu escrevo. E para mim foi mesmo uma maravilha conhecer este mundo de palavras e amigos que nunca me viram mas me conhecem tão bem... rs!
É isso aí: é fácil ser EU!
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Elogios... Cada Vez Mais Distantes! - por Pryscilla Mattos

As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso os relacionamentos de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda.
Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos etc. Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência, são pessoas que têm a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.
Esta ausência de elogio tem afetado muito as famílias.
A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam esta carência para dentro dos consultórios.
Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados.
Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos maridos ou nossas mulheres, o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam.
O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que se cuida, o homem que se cuida... Enfim, vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Pense Nisso!!!



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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A Vida Continua… - por Pryscilla Mattos

Já repararam como as pessoas andam sendo nojentamente espertas desde cedo? Quase não existem mais pessoas ingênuas, quase não existe mais respeito entre as pessoas, quase não existe mais conquista e tempo pras coisas acontecerem, quase não existe mais tanta coisa boa, que acho que eu me perderia escrevendo todas elas. As meninas andam cada dia mais promíscuas, mais nojentas, mais “putinhas de rua”, como diz o meu irmão, e isso me irrita, sei lá, fico com vontade de bater em certas garotas. O mais estranho é que está havendo uma inversão de valores, a maioria dos garotos que eu conheço gostaria de namorar e se aquietar, mas as meninas não querem nada sério. É tão estranho não existir mais romantismo e coisas bonitas, e me irrita saber que, onde ainda existe, as pessoas não dão valor, principalmente as meninas.
Não sei se eu sou lerda, ingênua, idiota, tapada ou o que quer que seja, mas prefiro ser uma dessas coisas (ou essas todas... hahahah) do que me vulgarizar a ponto de fazer algo que possa me colocar em risco, de qualquer forma que seja. Eu não acho bom, eu não acho bonito, eu não acho legal, eu só acho que o mundo está virando uma grande palhaçada e não aguento mais viver por aqui!Me chamam de avó, de retrógrada, de maluca, mas eu sei lá, cansei de tentar ser mais moderna. Sabe aquela propaganda do “sou assim e sou feliz”? Então, é meu lema a partir de agora.
Antes assim e bem, do que moderna e perdida.

Enfim… A Vida Continua.

E ai de quem fizer gracinhas do tipo “ela não bebe, não fuma e não fode”. Humpf, odeio essa brincadeira. ò.ó

blah
fui.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Amizade - por Pryscilla Mattos

Quando você resolve ser amigo de alguém, você não pede nada em troca. Apenas oferece sua amizade, nível de conhecimento que engloba muitas coisas. Ombro amigo, zelo, valor e outras coisas que sejam sinônimo de bons relacionamentos. E quando a pessoa que teve sua amizade aceita começa a brincar com o sério?!
Andei reparando: faço de tudo para os meus amigos, ou melhor, pra quem eu ofereci minha amizade e o mínimo que eu queria de volta era a consideração deles. Mas isso nunca acontece, até mesmo os amigos mais próximos que estão lá sempre, eles também, na maioria das vezes, não reconhecem o trabalho que eu tive pra fazer algo pra eles. Não que eu deseje ter amigos perfeitos, ninguém é, mas um pouco de “simancol” às vezes é bom, né?
Eu fico muito triste, chateadíssima quando essas coisas acontecem, e , às vezes, por eu ser muito sincera, palavras acabam saindo quando não deveriam ser ditas.
Desde criancinha eu sempre fui injustiçada com amizades, era a amiguinha falsa que falava mal de mim para as outras, era a invejosa que queria tudo que eu tinha, e hoje são os amigos superficiais. Eles estão perto de você, vivem fazendo “declarações em praça pública” de que são teus amigos e te amam, mas na hora que você REALMENTE precisa eles somem. Se resumem a nada.
Provavelmente na vida tenhamos apenas um ou dois amigos, se tivermos sorte (favor não contar com a família), mas a vida seria tão mais saborosa se as pessoas se respeitassem mais. O problema é que, pra isso, elas precisam ter amor próprio, mas algumas têm tanto que passam por cima das outras, aí vira essa coisa que nós chamamos de mundo.

Enfim, chega. Saindo totalmente das regras de redação, não tô a fim de fazer início, meio e fim nesse texto.

Boa sorte com seus amigos.
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