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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Maze Runner - por Juliana
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quarta-feira, 4 de junho de 2014
A Filha do General - por Ana
Sinopse: Cineclick
Trailer: Spout
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Simon West
sábado, 8 de fevereiro de 2014
A Pequena Loja dos Horrores (1986) - por Ana
Sinopse: Cineclick
Trailer: Youtube
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Frank Oz
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
A Negociação - por Ana
quarta-feira, 8 de maio de 2013
A Cor da Fúria - por Ana
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Amor Além da Vida - por Ana
sábado, 16 de março de 2013
Assombração - por Ana
sábado, 9 de março de 2013
A Cela - por Ana
sábado, 2 de março de 2013
Abril Despedaçado - por Ana
Site oficial: Abril Despedaçado
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domingo, 17 de junho de 2012
Adaptações - por Gio
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O filme já começou mal: Leonardo Vetra ganhou um nome novo, e deixou de ser pai da Vittoria. O fax que mandaram ao Vaticano não tinha o corpo dele com a estampa a ferro escrita “Iluminatti”, somente o símbolo impresso. Ridículo.
O diretor do CERN... Cara, o diretor do CERN! O velhinho da cadeira de rodas! Ele nem aparece no filme! É ele que tem a conversa com o carmelengo, e obtém a confissão (e não o chefe da guarda suíça, que a essas alturas já tinha ido pro espaço!). E o que o Langdon consegue com ele é uma câmera, e não uma chave para um monitor high tec.
Falando da cena da confissão... O que fizeram com o Diamante Iluminatti? Transformaram o negócio em duas chaves cruzadas, que nem formam um ambigrama. O segundo ambigrama mais legal do livro (“Water” ainda ganha, pra mim) foi desprezado. Triste, triste, triste...
E esqueceram de mencionar que o Robert sobe no helicóptero também, e salta usando seu casaco para amenizar a queda. Pelo amor de deus, a cena em que o Langdon se estabaca no rio é prenunciada desde o início do livro. E me cortam ela do filme.
A Vittoria não foi sequestrada, isso até dá menos agonia. Mas o último dos preferiti não sobrevive - quem é eleito é o Eleitor do conclave, como quase aconteceu no filme. E o carmelengo não era pra pegar fogo no interior da igreja: deveria pegar fogo em cima do telhado, pra todo o povaréu ver.
E, que moleza, hein Tom Hanks? Receber a localização do covil pelo cardeal quase inconsciente. O Langdon do livro pena sozinho, desvendando mais e mais pistas, e quebrando a cabeça, para descobrir onde os preferiti estavam presos.
Só houve uma alteração que eu acredito ter algum motivo maior: a de omitirem o fato de o Papa antigo ser pai biológico do carmelengo, concebido por proveta com uma freira. Digamos que isso poderia (arranjar confusão com) ferir a Igreja.
[Fim do spoiler.]
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.Toda vez que se adapta um livro para o cinema, é sempre a mesma coisa: felicidade de quem nunca viu, choradeira e decepção de quem leu o livro. Foi assim com Harry Potter, O Código da Vinci (do próprio Dan Brown) e, mais recentemente, O Caçador de Pipas. Diria até que o Código da Vinci desapontou os dois, pois eu vi antes de ler o livro e achei muito meia-boca.
Adaptações são feitas, na maioria das vezes, porque transcrever integralmente o conteúdo de um livro deixaria o filme com 8 horas de duração. Então, em vez de fazerem uma série de 8 capítulos fiel e com qualidade, os diretores preferem picotar o roteiro, e modificar cenas fundamentais, para poder caber em 3 horas.
Em outros casos, diretores adaptam o filme para dar a sua visão à estória, e para torná-la algo diferente, desprendido da estória original. Mudam os personagens, mudam partes do enredo, mudam o final. Muitas vezes, o resultado é muito bom - como esse -, só que...
Os fãs do livro não esperam isso. Eles não querem uma nova visão. Eles querem a encarnação do enredo e dos personagens que eles conhecem. A cada elemento mudado no filme, tem-se mais um protesto indignado, mais um comentário desapontado de um fã que não recebeu o que queria. E é assim que eu me senti, desapontado em certos aspectos, embora em outros eu tenha sido satisfeito.
Meu veredicto? O filme é bom, muito bom mesmo. Bem feito, o storyline manteve-se coerente mesmo com as adaptações, e não houve cortes ou “podas”. É um ótimo filme de ação e suspense pra quem não leu; agora, quem leu vai sofrer...
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domingo, 7 de novembro de 2010
Convite - por Maurício Limeira
A Época da Inocência, de Martin Scorsese.
A Festa Nunca Termina, de Michael Winterbottom.
A Noite Americana, de François Truffaut.
Abril Despedaçado, de Walter Salles.
Adaptação, de Spike Jonze.
Amém, de Costa-Gavras.
Anti-Herói Americano, de Shari Springer Berman & Robert Pulcini.
As Aventuras de Chatran, de Masanori Hata.
As Bicicletas de Belleville, de Sylvain Chomet.
Bem Me Quer, Mal Me Quer, de Laetitia Colombani.
Bob Roberts, de Tim Robbins.
Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, de Michael Gondry.
Casseta & Planeta: A Taça do Mundo É Nossa, de Lula Buarque de Hollanda.
Cidade dos Sonhos, de David Lynch.
Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore.
Depois de Horas, de Martin Scorsese.
Diários de Motocicleta, de Walter Salles.
Dirigindo no Escuro, de Woody Allen.
Dogville, de Lars Von Trier.
Encontros e Desencontros, de Sofia Coppola.
Mister Lonely, de Harmony Korine.
O Anjo Exterminador, de Luis Buñuel.
O Boulevard do Crime, de Marcel Carné.
O Crime do Padre Amaro, de Carlos Carrera.
O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, de Peter Jackson.
O Senhor dos Anéis: As Duas Torres, de Peter Jackson.
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, de Peter Jackson.
Olhos Azuis, de José Joffily.
Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese.
Pantaleão e as Visitadoras, de Francisco J. Lombardi.
Samsara, de Pan Nalin.
Separações, de Domingos Oliveira.
Swimming Pool: À Beira da Piscina, de François Ozon.
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Abraços.
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
Estou Lendo... Ten Little Niggers, de Agatha Christie- por Luiz de Almeida Neto
“A personagem que mais me fascina em todo o mundo é, sem dúvida nenhuma, Hercule Poirot. Adoro, e já li muitas estórias com ele. Quando comecei a ler este último livro, fiquei extremamente chateado quando percebi sua ausência. Contrariado, na verdade. Pensei em parar de ler.
Mas devo admitir que é, sem dúvida, um dos melhores romances da dama do crime. Fiquei fascinado por este romance também. Ela é ótima, e indiscutível, mas eu continuo não gostando de Miss Marple.
O livro é ‘O Caso dos Dez Negrinhos’, atualmente relançado sob a alcunha de ‘E Não Sobrou Nenhum’, que era, por sinal, o título, em inglês, do filme, lançado em 1945 e adaptado desta obra. Em português o nome deste filme é ‘O Vingador Invisível’.
Recomendo tudo, livro, filme... tem também uma outra adaptação de 1989, enfim, tudo. Sabe por quê? Porque o enredo é simplesmente impecável. De matar de inveja escritores medíocres como eu. Abraços.
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P.S.: Só não vão viajar muito na do assassino... ele é completamente surtado, não importa que pareça plausível o que ele diz. hehehehehehe.”
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Glauber e Buñuel na Terra do Surreal Usando Fragmentos de Outros Tempos Passados - por Dan
Numa Terra em Transe, onde o Dragão da Maldade Batalha contra o Santo Guerreiro, nossos dois heróis, Arthur e Thelio, andam pela Via Láctea, por entre Cabeças Cortadas e Heresias, procurando o Discreto Charme da Burguesia. O que nossos heróis não sabem é que o Charme Discreto se perdeu nas fezes de uma burguesia que não é mais a mesma, ela mesma se perdeu, para uma outra que não é aquela. Esqueceram de falar que em Brasília existem duas torres também...
Tempos difíceis, tempos de ostentações, coronelismos daqui e dali. Num mar de sem fim.
Thelio olhou para frente andou pela Terra do Sol. Não viu nem Deus, nem Diabo. Conheceu o cangaceiro Corisco. Salvaram os passarinhos de frente. Soltaram da gaiola. Beijaram os beija-flores. Enquanto isso Arthur por entre os Sertões Veredas, numa zona estritamente modernizada, com ares de Refazenda encontrou-se com um Abacateiro que lhe ensinou a fazer renda, e a refazenda toda, por entre o espírito de São Thiago, no mesmo momento que a roubalheira corria solta no mercado da luxúria interna. Os Esquecidos caminhavam pelas ruas à procura de suas mães que trabalhavam em bordéis locais...
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Por entre Mulheres e Luzes em Andaluz, Os Palhaços e Giulietta assistiam assustados a uma dança de Espíritos que pelas Estradas da Vida guardavam o Sétimo Selo de Histórias Extraordinárias, levadas a cargo por uma produção de senadores que só faziam questão de seus ganhos no fim do mês com a Belle de Jour, grandes Subida ao Céu. Assim cansados de toda intriga palaciana nossos heróis se encontram outra vez na mesma Nave Que Va, e agora junto com Giovani Mariti, contavam Histórias de seus Retalhos da Vida para pessoas menos cultas e para pessoas sem muitas experiências nestes assuntos mercadológicos de latrocínios.
No final das quantas, Nossa Vida Não Cabe Num Opala, A Mulher Continua Invisível, Michael Jackson virou assunto de Globo Repórter, muito Além do Cidadão Kane, Há Poeira Nas Estrelas, O Caso Claudia não foi resolvido, A Terra É do Homem, Nem de Deus, Nem do Diabo e o Tempo Não Para...
Arthur, num grito soberbo de contestação, GLAMOU A TODOS:
- VIVA CAZUZA...
E Thelio?
Bom, Thelio é outro problema, saiu pelas esquinas, El Bruto, atrás de sua Viridiana, carcomido pela intolerância dos seres e saudoso de um bom vinho com queijo e marmelada, como nos áureos tempos do El Gran Calavera em 1949...
Visitem Dan
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terça-feira, 28 de julho de 2009
A Vontade de Escrever - por Luiz de Almeida Neto
terça-feira, 14 de julho de 2009
Tropa de Elite - por Ana
Vamos sentar nas mesinhas e tomar um chá quente com torta de avelã?
Acho que as críticas ao Capitão Nascimento se inserem numa polêmica importante sobre como abordar a violência (suas causas e consequências). Claro que ninguém chegou ainda a lugar nenhum em termos de solução efetiva, mas pensar sobre o assunto pode, pelo menos, fazer ver que a situação não é simples.
Mas acho que uma das principais questões colocadas pelo filme diz respeito à incoerência da classe média: as mesmas pessoas que reclamam da violência são as que a alimentam com seus hábitos ilegais. Para mim, este foi o ponto alto das denúncias embutidas no roteiro.
Mais teria a dizer, mas tenho que conversar com os outros também, neste domingo carioca frio e chuvoso.
Eu pago a conta... Afinal, o convite foi meu.
Um abraço.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Tropa de Elite - por Bruno D’Almeida
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Tropa de Elite - por Escrevinhadora
Primeiro, por ser um filme brasileiro muito bem produzido, segundo porque o Wagner Moura arrebenta numa interpretação fantástica e ainda porque lá está nossa realidade nua e crua (triste, mas é a nossa e o que se há de fazer...).
Na verdade, só não gostei muito da música. E como não gostei, não aprendi, não sei cantá-la.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Pegou Geral... - por Ana
EU VI Tropa de Elite mais de uma vez e vou comprar.
Porque: o Wagner Moura dá um bigultrasupermegashow de interpretação. O cara é O CARA!!!
E é um filme brasileiro de primeiríssima categoria (por exemplo, só uma figurante foi horrível e geralmente a relação é inversa).
Adorei o roteiro, achei o tema muito bem desenvolvido.
Quando eu assisti a Central do Brasil, esperei alguma coisa muito boa e vi uma direção ruim, que transformou a Fernanda Montenegro naquilo que se viu, e um roteiro fraquíssimo quando poderia ser estupendamente bem abordado. Então, assisti a Tropa de Elite pela primeira vez sem nenhuma expectativa positiva (muito pelo contrário) e fiquei pasma.
Dou os parabéns convictos a todos que tornaram real a antiga utopia de que brasileiro pode fazer filme de ótima qualidade.
Só uma pequena ressalva: a abertura poderia ser melhor...
E agora vou conversar com os outros que estão aqui hoje, tá?
Beijo, amiga!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Comentando... - por Ana
A Cor Púrpura - Pesado esse...
Ameríndia - Nunca nem ouvi falar...
Beethoven - Já vi dois sobre a vida de Beethoven: Minha Amada Imortal (lindo o título e bom o filme) e O Segredo de Beethoven (adoro Ed Harris, mas achei que ele não combinou muito com o músico neste filme... Talvez tenha sido mal dirigido...), mas Beethoven nem conheço.
Deus e o Diabo na Terra do Sol - Glauber é o bicho!
Gandhi - Adorei!
Hair - DEMAIS!!! DEMAIS!!!
Malcolm X - Muitíssimo bom!
O Grande Ditador - Legal.
O Homem que Virou Suco - Ouvi falar demais neste filme na época em que foi lançado, mas até hoje não vi.
O Nome da Rosa - Muito bom!!! Adorei!!!
O Piano - Belíssima história!
O Último Rei da Escócia - Chocante demais!
Outono em Nova York - Aguinha com açuquinha... Fraquinho, fraquinho...
Um Estranho no Ninho - Demais!
Tarsem Singh, Kevin Macdonald, Jane Campion, Milos Forman, Richard Attenborough, Conrado Berning, Charles Chaplin, Glauber Rocha, Spike Lee, Joan Chen, Richard Rich, Steven Spielberg, João Batista de Andrade, Milos Forman, Jean Jacques Annaud, Bernard Rose, Mahatma Gandhi
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Dúvida - por Raquel Aiuendi
Shintoni, queria saber porque de dentro de A Cela O Último Rei da Escócia tocou O Piano e como Um Estranho no Ninho conversou com Gandhi em plena Ameríndia; como O Grande Ditador agiu como Deus e o Diabo na Terra do Sol, mesmo contestado por Malcolm X em pleno Outono em Nova York, enquanto isso Beethoven compunha A Cor Púrpura; no final de tudo O Homem Que Virou Suco dançou Hair durante O Nome da Rosa?
Tarsem Singh, Kevin MacDonald, Jane Campion¸ Milos Forman, Richard Attenborough, Conrado Berning, Charles Chaplin, Glauber Rocha, Spike Lee, Joan Chen, Richard Rich, Steven Spielberg, Mahatma Gandhi



