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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Amigos - por Fatinha

Querido Brógui:

Recebi essa frase hoje:
“Meu pai costuma dizer sempre: quando você morrer, se tiver (feito) cinco amigos verdadeiros, então você teve uma vida notável” – Lee Iacocca

Fiz uma rápida associação ao que minha doce amiga Valerinha me disse outro dia. Ela disse que agora, ao conhecer uma pessoa, a primeira investigação que faz é quantos amigos ela tem. Concluiu ela, com a sapiência de sempre, que se a pessoa não tem nenhum amigo, tem algo de errado. Não ter marido, mulher, namorado, caso, ficante, não é tão desabonador quanto não ter sequer um amigo. Há algo de muito errado em uma pessoa que passa a vida toda sem construir laços com quem quer que seja, ainda que pensemos que há amizades pontuais, amizades com as quais perdemos o contato pelas contingências da vida, ainda que pensemos que nem todos os amigos se prestam a todos os papéis e a todas as ciladas que a verdadeira amizade impõe.
É isso. Sou uma pessoa agraciada por não poder contar nos dedos das mãos quantas pessoas eu considero como amigas, cada qual do seu jeitinho peculiar, cada qual ocupando um lugar bem distinto na minha vida, cada qual me fazendo feliz de uma maneira diferente.



Visitem Fatinha
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sexta-feira, 29 de março de 2013

Amizade - por Alba Vieira

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Amigos inesquecíveis
São aqueles que, em nome da amizade,
Discordam e nos repreendem pela má conduta



Visitem Alba Vieira
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domingo, 7 de novembro de 2010

Amigo - por Izabel Sadalla Grispino

Amigo é coisa difícil de achar,
Amizade, pelo tempo testada,
É raridade, fato a se exaltar,
É atitude a ser cultivada.
Amigo é suporte, é aliança,
É ombro, segredo e confiança.

Verdadeira amizade varre o tempo,
Enfrenta com firmeza as tempestades,
Não se ausenta nos contratempos,
Caminha junto pela eternidade,
Não some numa chuva de verão,
Ao outro se une, como os dedos das mãos.

Na adversidade não se está sozinho,
Tem-se sempre alguém com quem contar,
Alguém que nos compreende com carinho,
Que no nosso mundo entra pra ficar.
Quem na vida um amigo tem,
Deve ajoelhar-se, dizer amém!
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.Clique aqui para assistir ao vídeo desta bela poesia
declamada pelo eterno dedicado esposo (viúvo) da poetisa, Sr. Francisco Graciano Grispino.
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Amigos - por S. Ribeiro

O que consterna foram todas aquelas partes que se foram com o Tempo, ou seja, não estão no passado sozinhas. Provavelmente o Tempo, sem perguntas, os sente e descobre enfim que tudo irá mudar. Assim, alguns seres humanos que encheram de alegria a vida, ficaram no passado, sem morte, o que é pior. Crescendo, ninguém me perguntava dos ossos, ou das palavras, que línguas e formas que enfim surgem quando você ressurge em si mesmo. Absolutamente, estavam lá, mas não pararam a meu lado. E um receio teimoso se descobre nesta manhã, se, talvez, quem agora me ouve e segura não passará de cortina ao vento numa casa antiga, testemunha de galhos secos.

Por que isto acontece? Em meus anseios de crisálida não obrigo ninguém a descobrir que a morfose nunca é estática (claro!); quem sente, fica, observa, acaricia, mas não me impede de ir. Como impedir alguém de ir? Obrigar a não ir? Não faz parte de nada a obrigação, de nada digo que, de nada que dá prazer, óbvio. Amizades passaram a se conservar por status ou afinidade ou oportunidade; talvez por existirmos num tempo de pouca empatia e consciência da mudança, tudo que canta fora do ritmo conhecido parece, digamos, ameaçador. Muitos não ligam se sou um cultor da alma, curioso das teorias, das peculiaridades e destrezas estrelares, comportamentais, estranhas; não, creio que ninguém vê isso. Não aceite, respeite. Não condene, compreenda. O mundo não é um só.

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Acima, parte de um post em comemoração de 1 ano de meu blog. Convido todos os talentos do Duelos (blog que me deu um apoiozão!) a marcarem presença em meu espaço e verem o post inteiro. Obrigado a todos!
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O Presente Especial! - por Adir Vieira

Tem gente que sabe presentear. Confesso que eu não tenho habilidades para tal.
Sempre que presenteio alguém, acabo me presenteando, pois sempre imagino que as pessoas vão olhar para o presente com os meus olhos. Aí, mesmo antes da entrega, fico imaginando todas as possibilidades de ter acertado. Vejo em minha mente a gratidão efusiva de quem recebe o presente, suas caras e bocas ao abrir o embrulho e, quase nunca, as coisas se dão como eu imagino.
Mas tem gente que sabe presentear.
Inesperadamente, recebi nesse ano, de Natal, um presente que jamais compraria para mim, embora tenha me alegrado sobremaneira. Não o compraria porque minhas outras prioridades não permitiriam que eu me presenteasse com algo que fosse só para mim.
Penso que erramos muito quando, na vida, não damos atenção aos nossos anseios pueris, quando agora, com o meu presente instalado, tenho à mão momentos vividos com felicidade diante dos meus olhos, sem precisar abrir gavetas ou armários e folhear álbuns e mais álbuns de fotografias.
Minha satisfação em reunir as imagens significativas da minha vida, escaneá-las, inseri-las no meu álbum digital, foi idêntica àquela vivida nas épocas de infância, quando a expectativa de receber o presente de Papai Noel era o mais importante da vida. Todas as manhãs, ao acordar, ligo meu álbum de histórias e, diante dele, revivo, com emoção, passagens superimportantes para mim.
O presente me foi dado por uma grande amiga. Minha alegria ainda foi maior porque descobri que ela conhece meus gostos que, como boa psicóloga e grande conhecedora do ser humano, consegue ver a alma das pessoas. Ainda mais: se gosta de alguém, gosta mesmo.
Amei o presente, amei saber que sou querida e que mereci um presente tão especial.
Obrigada, minha amiga!
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Visitem Adir Vieira
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sábado, 5 de dezembro de 2009

De Priscila para Luara - por Priscila Conrado

A essa eu tenho uma afeição.
Ela, garanto: é especial.
Singela e nobre de coração,
Em minha infância, essencial.

Abusei por ser ela sensível,
A lembrança ainda é clara.
Minha amizade não é perecível
e dedico a você, prima Luara.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Aquele Livro - por Soraya Rocha

Somos amigos há tanto tempo... Nem sei dizer...
Conversas nas madrugadas, até o amanhecer...
Dores passamos juntos, não tínhamos a quem recorrer...
Cúmplices nesta vida, coisa de não se esquecer...
A nossa profundidade ninguém vai compreender...
Tantas coisas dividimos sobre a vida, o morrer...
Mas aquele livro, meu caro, você vai me devolver!
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Amizade Além da Conta - por Duanny

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Todo mundo nasce para fazer amigos, isso é fato. Amigos são tudo na nossa vida: são eles que brigam com a gente, choram com a gente, contam segredos, ficamos felizes, tristes, até magoados, mas amizade que é amizade sempre acaba perdoando. É assim e pronto.

Nunca fui uma menina tímida, pelo menos não para fazer amigos. É uma coisa que eu simplesmente adoorooo, até hoje. É na maior cara de pau, juro: “Oooi, meu nome é Duanny, e o seeu?” É assim mesmo, na lata. Muitas meninas olham pra mim como se eu fosse a maior palerma sobre a face da Terra (intriga da oposição), já outras acham graça e falam comigo na maior naturalidade.

Mas digamos que esse meu jeito espevitado de fazer amizades não me rendeu as amigas mais comuns ou as mais normais do mundo. Pode até parecer que eu tô inventando, mas às vezes me pergunto: “Que que eu tô fazendo com essa marmota?”.

Quando eu era pequena, era uma menina chata, mas não uma chata comum, era chata mesmo. Daquelas meninas que não param de falar e você quer matar, sabe? Pois é... eu era assim. E quando eu me juntava com minhas amigas, então, só por Deus! Era a trupe das trombadinhas, aquelas chatinhas, que só de ver você começa rezar. Eu adorava perguntar tudo, saber de tudo, adorava falar, mas, na maioria das vezes (não: em todas, todas as vezes), a pessoa perdia a paciência comigo. Pode?! Aí é que eu não parava de fazer perguntas sem resposta messsmo e, no final, eu tinha a cara de pau de falar: “Mas cê não sabe nada mesmo, viu?”, virava a cara e ia embora toda metida. Vê se pode! Um porre, neeh?!

Quando eu tinha 5 anos minha mãe me levou à creche. Ela me deu um 550 beijos e uns abraços esmagaçados que só por Deus, e quando chegou a hora de ir embora e fazer as novas “amizades”, eu comecei a chorar (parecia final de Titanic), eu abri literalmente o berreiro. Engana-se cegamente quem pensou que minha mãe madura e bem instruída me deu o maior apoio moral e disse: “Tá tudo bem filha, a mamãe volta”. Que nada! A cabeçuda começou a chorar na minha frente, nem pra esperar eu ir embora. Depois disso eu me lembro de uma menina baixinha, usando uniforme, magrinha magrinha, cabelo preto, com maria-chiquinha, olhando pra minha cara com cara de pavor e dizendo “Por que você fez sua mãe chorar?”. Arrgh! Que ódio! Será que ela, com seus 5 anos de idade, fazia a mãe dela chorar de medo de ter uma filha anoréxica com 60 centímetros de altura?? Era uma anta mesmo, viuuu? Ô menina burra! “Cê acha que eu quero fazer minha mãe chorar?”, perguntei toda mandona, com as mãos na cintura e acabando com o choro. Pronto, ela era a minha melhor amiga. Vê se pode!...

Visitem Duanny
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Tributo aos Meus Amigos - por Alessandro Santos

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MEDO DO ABANDONO
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Tenho medo de ser abandonado
Não abandonado por meus amores
Pois são estes efêmeros.
São chamas que se apagam
Ao balancear de ventos fortes
Que anunciam as tempestades.

Tenho medo que me faltem os amigos
Que eles me abandonem
Que me falte o brilho de seu sorriso
E a melodia de suas vozes
Ao entoar lindos hinos de alegria.

Tenho medo que as amizades virem cinza
Em meio ao fogo de um momento
A raiva de um instante
A discussão de um minuto
O estopim de uma palavra
Mal dita e mal entendida.

Tenho medo de que a distância
Por mais perto que pareça
E mais longe que seja
Seja um precipício, intransponível
Vigiado por um rio profundo
E inquietante em seu percurso,
Que evita que nos aproximemos novamente,
Que lembremo-nos dos bons tempos.

Tenho medo de que meus sonhos
Se tornem ambiciosos demais
E sufoquem os sonhos de meus amigos
Tenho medo de que meus sonhos
Se tornem inquietantes demais
E que em busca de realizá-los
Eu me esqueça de minhas amizades.

Tenho medo de acordar
E descobrir que as amizades
Eram apenas sonhos.

Tenho medo de dormir
E descobrir, ao acordar,
Que meus amigos se foram.

Tenho medo de dormir novamente
E mais uma vez acordar
Dormir, acordar,
E não desfrutar do prazer que amigos nos dão.

Tenho medo de ser eu
Sem ter você, amigo
Companheiro, chato
Brilhante, sincero,
Falso, inteligente...
E todas as faces que você tem
Quando eu preciso delas
E, mesmo sem dizer nada,
Você sabe qual deve usar.

E ao mesmo tempo em que tenho medo
Tenho esperança
Esperança de que nunca me faltem amigos
Esperança de que nunca eu perca amigos
Esperança, ESPERANÇA.

Tenho esperança
Esperança de que as cinzas das discussões
Geradas em meio ao fogo de um momento
Em meio à raiva de um instante
Em meio à discussão de um minuto
Em meio ao estopim de uma palavra
(Mal dita e mal entendida)
Seja matéria-prima da ressurreição
Assim como Roma voltou das cinzas,
Assim como a fênix ressurgiu das mesmas.
Ambas mais fortes, mais inabaláveis,
Mais tudo.

Se eu acredito serem possíveis tais coisas?
Eu acredito em tantas coisas más que o mundo me impõe
Que acreditar em meus amigos
E a infindável amizade entre nós
É uma das maneiras de ser feliz.

A certeza de uma vida repleta de amigos
É combustível suficiente
Para a certeza e o desejo de viver.

E assim
Tendo a esperança do meu lado
Meu medo se dissipa
Esperança, como dizem,
É a última que morre
E enquanto ela não morrer a certeza continua
E uma luta também:
Viver com um infinito de amigos
E ter um infinito de amigos pra viver.



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sábado, 26 de setembro de 2009

Amigos - por Principe Encantado

O amigo deve ser como o dinheiro, cujo valor já conhecemos antes de termos necessidade dele, por isso não vou fazer tal e qual o avozinho infeliz: em vão, por toda parte, os óculos procura, tendo-os na ponta do nariz! E eu aprendi que para crescer como pessoa é preciso me cercar de gente mais inteligente do que eu. Obrigado por serem meus amigos.
Um bom final de semana para vocês.
Abraços fortes.


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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Sentindo o Inesperado - por Alba Vieira

Meu grande amigo, desde que fiquei sabendo do que está acontecendo com você, só tenho um pensamento: que esteja agora sendo chamado a desenvolver um trabalho mais refinado em outras frentes de assistência, em outras esferas.
Pensei em como me sentiria se estivesse no seu lugar, tentando ter essa vivência. E então, me vi muito triste. Não por receio do que viria depois, mas em virtude da falta de opção na concordância em ir e pela tão súbita convocação.
Refleti e imagino que o tempo irá lhe trazer a compreensão e a calma para viver esse momento tão importante de sua vida. É que já está pronto e precisam de você agora atuando de forma diferente.
A sua essência, de tanto brilho, compassiva e evoluída, nada teme, lamenta ou fraqueja. É só alinhar-se com ela.
O trabalho que vem desenvolvendo por tantos anos em nosso hospital, tão diferenciado, competente e humanizado, marcou profundamente a vida de todos que um dia foram tratados por você e cada uma dessas pessoas, reflete o sentimento de Amor em sua direção. Existe, nesse momento, um entrelaçamento de auras e sendo assim, você não está sozinho, pode ter certeza.
Estarei a seu lado em pensamento e, se puder ser útil em qualquer circunstância durante esse processo, é só chamar que estarei perto.

E tudo que você tem sido permanecerá impresso em nossos corações.
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Visitem Alba Vieira
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domingo, 20 de setembro de 2009

Eu Falo “Eu te Amo” para os Meus Amigos - por DAS

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Você pode achar que isso é banalizar o amor, mas creia, não é!
O que sinto não é banal e não falo por falar!
Mas uma coisa é certa, o momento não pode ser qualquer momento.
Mas aquele em que você sente que a sintonia entre ambos parece ser tão intensa e única;
Ou quando você sente um carinho tão grande que não consegue explicar;
Quando você verbaliza o que já está no coração e, o melhor de tudo, sente que a recíproca é verdadeira!
Quando a saudade é grande;
Quando você sente que encontrou uma alma igual à sua, já passaram por coisas parecidas, se entendem, se ajudam;
Quando você sente que encontrou um amigo na vida e ele já estava esperando por você!
...

E esse momento vem de várias formas:
depois um olhar que diz muito;
de uma palavra certa na hora certa, ou muitas sempre certas, independente da hora;
de uma lembrança do que já passaram juntos;
de uma risada contagiante, depois dessa lembrança;
depois das lágrimas, quando você percebe que esse alguém que está ao seu lado é seu amigo para o que vier;
de um abraço apertado e carinhoso no momento em que mais precisa, ou quando você não pode ter ou dar esse abraço;
...

Então me diz: Vale ou não um EU TE AMO?



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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Pessoas que Fazem Parte de Nós - por Adir Vieira

Certas pessoas entram em nossa vida assim por acaso. Ou cremos que é por acaso. Se observarmos com mais detalhes, vamos perceber que tudo faz parte de um caminho que temos que seguir, seja para o amadurecimento, seja para resolvermos questões passadas e interrompidas.
Consigo identificar minha afirmativa no que se dá hoje entre mim e minha amiga do colegial, separadas por mais de cinquenta anos. Vejo que ela sempre esteve ali comigo: nas minhas atitudes, nos meus gestos, na minha forma de pensar. Essa é a razão de não haver surpresa no reencontro. Hoje, quando nos falamos à distância, porque moramos em cidades distantes, sinto como se tivéssemos nos falado no dia anterior, passem ou não semanas sem nos falarmos. Com que simplicidade atualizamos nossos registros e rimos das mesmas coisas, como outrora.
Existem pessoas assim, na nossa vida que, parentes ou não, fazem parte dela, fisicamente separadas ou não.
E como isso é bom!
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sábado, 5 de setembro de 2009

Para Uma Amiga - por Daisy

Teu coração generoso
nos abrigava.
Todas nós.
Teus conselhos pertinentes
nos dirigiam.
Todas nós.
Tuas palavras carinhosas
nos confortavam.
Todas nós.
Tua alegria autêntica
nos contagiava.
Todas nós.
Tua fortaleza constante
nos inspirava.
Todas nós.
Vais fazer muita falta, amiga,
nem imaginas quanta!
Sabemos que estarás enfeitando
tua nova morada,
tão bela flor que és!
Amaryllis.

Adeus,
Daisy




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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Carta ao Amigo Distante - por Mari S

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Querido amigo

Que saudades de você, como sinto a sua falta. Há dois anos que não o vejo. Guardo grandes lembranças dos momentos em que passamos juntos, dos abraços apertados e das crises de risos intermináveis. Lembro-me das festas de aniversários. Você sempre esteve lá, comigo, para me abraçar, apagar a velas e segurar-me pela mão na hora de desejar um grande pedido.
Às vezes, quando fecho os olhos, ainda posso ouvir-te. Posso escutar aquela risada cativante que fazia qualquer pessoa sorrir contigo... Lembro-me das suas palavras e da imensa satisfação ao saber que havia conseguido realizar um dos meus grandes sonhos. Como seus olhos brilhavam... Comemoramos juntos a minha pequena vitória.

Naquela mesma noite, o telefone tocou. Para a minha alegria, era você. Estava feliz, radiante. Dizia-me palavras de ânimo, de motivação. Dizia-me que sempre acreditou em mim, em meu potencial. Como eram doces aquelas palavras.

Naquela madrugada, o telefone tocou. Como eu queria que fosse você... Era alguém que me dizia que você havia partido. Partido para sempre... Meu mundo havia desabado. E agora? Quem iria segurar a minha mão? Quem iria pegar-me no colo e me chamar de princesa? Não pude desperdi-me e minhas lágrimas sufocaram o meu grito de adeus. Dois dias depois, fui concluir mais uma etapa do meu sonho. Não sabia se me concentrava ou se fazia o meu melhor para cumprir a promessa que lhe fiz. Era o meu presente. Meu presente de despedida.
Infelizmente, eu não consegui. O tempo passou e a promessa ainda arde e urge vivamente dentro do meu peito. Sei que não poderemos comemorar juntos. Mas tenho fé e força de vontade para lutar. O corpo, às vezes, sucumbe de cansaço, mas a alma renasce todos os dias. Quando eu conseguir, em meios aos gritos e pulos de felicidade não pintarei meu rosto de tinta com dizeres APROVADA. Pintarei de verde e em letras garrafais: MANO, EU CONSEGUI...

Com amor,

Mari



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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Amigos - por Tércio Sthal

Há quem prefira ter dinheiro,
há quem prefira fama e poder,
eu prefiro ser verdadeiro
e ter amigos pra conviver.



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terça-feira, 21 de julho de 2009

Amizade - por Alba Vieira

Existe uma infindável coleção de textos sobre amizade. Muito tem sido escrito sobre esse tema. Fala-se bastante das diferenças dela e do amor, enaltecendo-se as suas vantagens em relação a ele. Talvez não haja nada mesmo a acrescentar.
Agora há o Dia do Amigo e, embora quem possua um possa contar com ele todos os dias, é uma lembrança que nos traz a vontade de tecer algumas considerações a este respeito.
Eu penso que amizade seja uma espécie de amor em que pessoas são atraídas umas pelas outras, se aproximam e a partir daí experimentam um sentimento bom que as faz querer permanecer perto e se, por alguma razão, precisam se afastar, sentem um vazio, incômodo ou pesar. Acontece de forma espontânea, sem querer e, de súbito, descobre-se que os laços já são fortes, às vezes indestrutíveis.
Amizades se consolidam em tempos diferentes, cada uma a seu jeito.

Há amigos que se descobrem depois de um olhar e se mantêm próximos por toda a vida.
Há os que iniciam a amizade por conta de coleguismo em escola, clube ou trabalho e, aos poucos, o sentimento se aprofunda e transforma-se.
Existem aqueles que se aproximam com a intenção de romance e percebem que a emoção que os une é pura amizade.
E há os que se tornam amantes, até se casam, vivem juntos por muito tempo e um belo dia vão cada qual para o seu lado, levando de lembrança uma amizade que perdurará apesar do rompimento do casamento.
Descobrem-se amigos, com frequência, caso se passe por dificuldades, tendo-se então a grata surpresa de ser socorrido por alguém sem esperar.
Há amizades que compartilham no social, nascendo e se mantendo nos momentos de lazer e, por vezes, se restringindo a eles e nem por isso deixando de ser um sentimento profundo.
Algumas amizades emocionam demais porque, ao conhecermos determinada pessoa, temos uma espécie de déjà vu e sentimos como se ela sempre tivesse feito parte de nossa vida, é um reconhecimento. E nesta categoria há amigos que são esperados por alguém que desde há muito tempo intuiu que eles viriam para a sua vida, tendo conhecimento prévio, inclusive, do tipo físico, caráter e mesmo de circunstâncias futuras.

Acho que existem diferentes categorias de amigos, tantas quantas há de individualidades neste mundo.

Amigos não precisam ser sempre agradáveis, espera-se mesmo deles que não se privem de nos contrariar quando for preciso. Mas todo amigo espera do outro a sinceridade e a espontaneidade. Porque na amizade não deve haver cobranças. É um sentimento que deve fluir naturalmente. Mas é preciso esperar por um amigo para que a vida tenha mais graça; ser receptivo ao seu amor nos traz muitas dádivas.
Amigos, se são amigos, não carecem de palavras. Agem em prol do outro porque o percebem e compartilham suas necessidades. Também não fazem questão de agradecimento, pois fazer por um amigo já gratifica demais.
Amigos acolhem, orientam, compartilham, acodem, estimulam, esclarecem, corrigem e até penalizam se realmente podem ser chamados de amigos. Porque este encontro de almas é tão profundo que permite que façamos ao outro o que desejamos que ele faça por nós.
E amigos se compreendem a ponto de serem dispensáveis, totalmente, as manifestações de ciúme, já que não há insegurança, pois não há cobranças ou expectativas.
A amizade é como um lago tranquilo onde podemos olhar e vermos refletida a nossa própria imagem. Ventos de mudanças poderão distorcê-la, mas, quando cessam, outra vez podemos nos enxergar claramente.
Para mim, a palavra que expressa melhor a amizade é sintonia. Se há sintonia entre dois seres, haverá ressonância e pode-se fazer música. A amizade é uma música que faz dançar nossa alma.
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Feliz Dia do Amigo para todos.
Que possamos sempre valorizar, compreender e respeitar o sentimento de amizade.
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Visitem Alba Vieira
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“Amigos” - por Dan

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“Não te esqueças que os estranhos são amigos que ainda não conheces.”
(Abraham Lincoln)
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“Bom dia, amigo
Que a paz seja contigo
Eu vim somente dizer
Que eu te amo tanto”
(Vinicius de Moraes)
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Feliz Dia do Amigo!
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Visitem Dan
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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Ótimo Dia do Amigo a Todos! - por Ana

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O Dia do Amigo foi adotado em Buenos Aires, na Argentina, e gradualmente adotado em outras partes do mundo.
A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro.

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Fonte: Wikipédia
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Amigos - por S. Ribeiro

Eles eram elos de qualquer coisa uma coisa que não quis saber de minha boca ou de meu peito ou das formas repletas de plumas de uma vontade ou um sonho ou um motivo qualquer solto e absorto na ferida de tantas noites que não lhes queriam fixos na mente de hospício de tantos elos perdidos homens ouriços rios benditos.

Já agora minhas pernas se estendem se entendem se desgastam, eram amigos coisas que enchem as mãos, mas não sabem quantos anos que se gastaram se ampliaram,
mas enfim:
agora do fundo do lodo espúrio de fundo escuro me pergunto nesta sala de espelhos, de tantos bichos que testemunhei, quem restará.



Visitem S. Ribeiro
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