Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
-
Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Mostrando postagens com marcador As Nossas Poesias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador As Nossas Poesias. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
sexta-feira, 28 de junho de 2019
SOCIOLER - por - KBÇAPOETA
Posso ler-me
Socialmente
Simplesmente
Por me ler
Entender-me
Novamente
Livremente
Livrecer
Desfalado
Se letrado
Se livrado
Livro ler
Sociedade
Sem algoz
Literária
Tem sua voz
Livro meu
Livro teu
Livra voz
Livra nós
Dourados-MS- 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Tudo está no seu Lugar
Lula na senzala
Temer na
varanda
Casa
grande clama
Louros
da vitória
Na
senzala Lula
Na
varanda Temer
Casa
grande: Louros
Clamam a
vitória
Visitem Kbçapoeta
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Lembrança furta-cor - por - Kbçapoeta
Conheço diversas cores
Brilhantes e opacas.
Cores amarelas com calor de vermelhas.
Cinzas com gosto de laranjas,
Brancas com cheiro de rosas.
Nesse dia diorama
Sorvi do cálice,
Calado,
O gosto imagético pigmentado.
Desde então
Desconheço
O roxo escuro do olhar.
O breu do esquecimento
Tirou-me a íris da memória.
Visitem Kbçapoeta
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Consonant sounds - por - Kbçapoeta
Melhor
Uma bela palavra,
Molha a boca.
Hibrida.
Água para o sedento.
Mata a sede pela saliva deliciosa de seus dígrafos.
Sopa de fonemas,
Canções consonantais.
Consoantes letras em meu caminho…
Visitem Kbçapoeta
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Um copo d'água - Por Kbçapoeta
O que vem a ser um poeta?
Será aquele que cala a fala,
Que a pena diz
Apenas
Ser normal?
Muitos pratos quebrados.
Poemas gravados,
Todos correndo riscos.
Riscos poéticos.
Frases inteiras riscando
O mar da língua,
Rios polissêmicos
Sob chuva de signos vazios.
Gota a gota
O poeta escreve com caneta d'água.
Visitem Kbçapoeta
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
EMPOETAR - por Kbçapoeta
Sendo um
poeta acanhado
Desmuniciado de reconhecedura
Nunca
vislumbrei os meninos do prado
Minha pena
despida de candura
Com os anos
que tenho encaretado
Comunicado de envelhadura
Recebo inspiração
a longo prazo
Uma pena para poética
criatura
Os grilhões
que arrasto do passado
Vestem-se de
estranhas escrituras
Escrivinhando me
comprazo
Sendo apenas poesia que matura
Visitem Kbçapoeta
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
TERRAS ESTRANHAS-por-Kbçapoeta
Tomo posse em terras estranhas
De uma vida quase pregressa
Sinônimo de vencer vales e montes
Outras vidas, outras eras.
Sentir o meu ser constante
Sangue percorre por minhas veias.
Não temendo ser distante,
Entrelaço-me em outras teias.
Exilado por motivos outros
Confecciono minha dialética.
Um caminho reto pelo torto.
Desacreditado da vulgar estética.
Sentir o coração pulsante,
Sistólise de muitas quimeras.
Meu peito preso em flagrante
Amando aquela que não me quisera.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Traseunte - por - Kbçapoeta
Um legítimo céu rosiclér
Pássaros entoando seu canto
Por mais um dia vivido
A cidade com asfaltos e indústrias
Cracudos e prostitutas.
Cada ave deve sentir-se vitoriosa
Um dia que fez calor,
Choveu
E encerrou-se com um céu
Espetacular.
Visitem Kbçapoeta
sexta-feira, 19 de junho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Sou o meu exército - por - Kbcapoeta
Sirvo ao exército
Ele tem um general,
Um soldado,
Um homem.
Sigo a desvendar
Lugares e lugarejos.
Tal qual Manoel de Barros
Pratico
O desvio
E o “desver”
Visitem Kbçapoeta
sexta-feira, 29 de maio de 2015
O solitário não está só - por- Kbçapoeta
Uma multidão segue sua causa
Queixam-se da mágoa e do abandono.
Ecos em vão.
Todos os solitários
Ocupados em ser só.
Não viram o rosto para o lado.
Presos,algemados
Com a solidão
Que guardam e cultivam
Como flores raras.
Todos os solitários lado a lado,
Sem perceber
Que a solidão
É questão de querer.
Querer a intensa companhia
Da solidão
Visitem Kbçapoeta
sexta-feira, 15 de maio de 2015
O Pracista
Belo plenilúnio esbanja o seu branco
O manto que clareia os bairros cansados
Misturava-se ao breu que colori o anil
Miríade sobre tons azulados
Paisagem diversa do meu Brasil
Sob olhares de um mendigo em seu banco
sexta-feira, 8 de maio de 2015
A NOVA INTEMPÉRIE
Abandono algumas vezes se faz necessário
Nunca se está preparado para tal
Indubitavelmente acontece inesperadamente
Como tormenta em alto mar assolando a pequena embarcação
Estático, resoluto, suportamos calados
Longo, penoso e insuportável cenário para alguns
Mares revoltosos que se enfrenta
Arte da sobrevivência das grandes cidades
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Receita caseira para uma boa publicação
Recolha da gaveta os textos que escreveu quando jovem. Também funciona com aqueles gravados num diretório remoto, se você não perdeu quando trocou de computador pela quinta vez. Neste caso, imprima. Reúna todos numa grande bacia. Acrescente 5 l de experiência e duas gotas de bom-senso (cuidado para não exagerar). Deixe de molho por aproximadamente 23 anos. Com auxílio de uma pinça grande, retire-os do recipiente delicadamente. É provável que os papéis estejam meio frágeis. Estenda um a um no varal do anti-heroísmo (se for o do seu vizinho, melhor ainda). Depois de algumas horas secando na sombra, todos os textos em que se consiga ler algo além do inconformismo sem sentido estão prontos para publicação! Entretanto, caso tenha restado pouca substância literária, não se chateie. Você agora tem todos os ingredientes para tentar de novo.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
ARRASTAR DAS HORAS -por- Kbçapoeta
Catadupas
de minutos,
Cessaram
as mensagens,
Redobraram
as horas,
O
silêncio tomou conta
Após uma
tarde morta.
Fruto de
uma manhã fria,
Sete
espectros e seus efeitos.
Tato,
vibração caótica.
Todos
imersos,
Suscetíveis
aos efeitos das 24 horas tortas.
Que se
resumem em nada.
Diástole que do tempo vaza.
Visitem Kbçapoeta
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Dei ad infinitum -por-Kbçapoeta
Venho de um
processo
Onde o
recesso cósmico é permitido.
O espaço e o
tempo.
O
espaço-tempo.
Tudo criado
pelo homem,
Carmas e
pecados
Devolvem ao
homem sua paz.
A certeza de
que conforta a espécie
É a ausência
de Deus e não sua presença.
Se Deus
manifestasse sua onipresença
Adentrando
as mentes humanas
Durantes as
24 horas do dia.
Para muitos
Isso seria o
inferno.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
CALAS - POR - Kbçapoeta
Ideias que não chegam
São obras que se vão.
Por não ter disponível o prelo,
Desmerecerás a destreza de sua mão?
No poema tudo se perde,
Tudo se usa.
O fundamental
Utilizado em vão,
O singular
Multiplicando eternas vias sacras.
Aspirando
Louvas e redenção.
Letra forte,
Carne fraca.
Sejas como Noé ou Nefi.
Veja o cosmos tal qual Krishina.
Cro Maat,
Destino,
Palma da mão.
Visitem Kbçapoeta
sexta-feira, 27 de março de 2015
Serra que ronca a porta - por - Kbçapoeta
Na serra havia uma porta
Reflexo de um desejo,
Uma ocasião.
Poemas em letra morta
Revela uma obscuridade singular,
Excepcional.
Os mais lindos
Seres adormecidos
Não vivem.
Apenas respiram
Sob falsas paixões.
Visitem Kbçapoeta
sexta-feira, 20 de março de 2015
Silêncio de carnaval - por - Kbçapoeta
Quero meus versos de boca em boca
No falar ingênuo e preciso
Feito adágio popular
Flutuando ao verso livre
Longe das garras da escanção
Escorrendo pelas paredes da caverna de Platão
Distante de Saussure
Pintura rupestre
Gravada poeticamente
No silêncio de um carnaval
Visitem Kbçapoeta
Assinar:
Postagens (Atom)
















