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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Epitáfio - por Clarice A.

Estou indo mais uma vez
Não sei quantas terei que voltar
Só não posso esquecer a lição
Nas próximas, mais cuidar, louvar e amar
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sexta-feira, 8 de março de 2013

Epitáfio - por Emanuel Messias

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Ninguém morre enquanto está vivo no coração de alguém.



(Epitáfio fixado na entrada do cemitério de Cataguases/MG.)
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domingo, 7 de novembro de 2010

Epitáfio - (Anônimo)

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Aqui no fundo é assim
verdade simples demais
a vida tem mesmo fim
quando ela não te quer mais!
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Despedida e Inscrição - por Tércio Sthal

Mensagem pré laje tumular:
Dos amigos de fulano de tal,
Saudades; descanse em paz.

Terra fria, lápide, epitáfio:
Só saudades de fulano de tal,
Dia, mês e ano; aqui jaz.



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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Epitáfio - por Leo Santos

Agora não me arrependo,
já o fiz, quando estava vivo;
ante o portal que estou vendo,
não cabe um pendor, retroativo.

Uma vez cortado o laço,
que tenso, à terra me atraía;
deixei sua parte em seus braços,
ganhei asas, e eu já nem corria.

Penduro um Mezuzá à porta,
mirando confortar ao santo que fica;
se o teor, porém, não o conforta,
repensar os caminhos, implica.

Como aumentaram os parentes,
de repente, ao cambiar de aprisco!
Reputados mortos, tantos viventes,
confesso, esperava por isto.

Aqui jaz meu casulo, apenas,
desnecessário, após as asas;
do qual saí, a duras penas,
ascendendo, leve, à eterna casa.

Que o sol aqueça o dito, na pedra fria,
e pra alguns, sirva de exemplo;
enquanto na embaixada dos dias,
que carimbem o visto, a tempo.

Que alívio, não mais dar trabalho!
Não carecer ninguém acercar-se ao leito;
se o ministro gaguejar, num ato falho,
que seja isento, reputado perfeito.

Perdoem, contudo, a mão atrevida,
que proveu o que tendes aqui;
rabiscou um epitáfio, ainda em vida,
pra depois de morto, morrer de rir…



Visitem Leo Santos
.
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O Amor Mais Disputado - por Passa-Tempo

Ha… Ha… Ha…
Morreu o Padroeiro da paixão,
Gargalhe na cova dos amores impossíveis,
Olhe a sete palmos,
Veja se são visíveis,
Os corações despedaçados
Por sentimentos atordoados.

Ha… Ha… Ha…
Ria mais um pouco,
Desça comigo neste túmulo
Verás que é apenas um acúmulo
De podridão amorosa jogada fora
Para ser comida por um Porco.

Ha… Ha… Ha…
Gargalhe com toda força,
Bote pra fora o sentimento,
Isso se ainda houver algum.
Não choramingue, não quero ouvir seu lamento,
Guarde essa dor pra você,
Pois quem entra aqui já está acabado,
Engula esse choro e morra pelo seu pecado.

Shuu…
Ria, mas lentamente,
Respire fundo e devagar,
Não precisa gargalhar,
Seu tempo se esgotou.
Parabéns, você morreu,
Seu coração parou
E o ódio o dominou.

Mas não se vingue,
A vingança te matará outra vez,
Ela virá como uma rosa espinhosa
Que desce pela sua garganta te rasgando
E envenenando.

Rs…
Agora, olhe para cima,
Pode continuar deitado,
Pago pra ver você levantar,
Agora aí é o seu lugar.
Leia, assim diz a lápide:
“Ninguém dorme de olho fechado,
O coração que se manteve enganado
Aqui jaz... o amor mais disputado.”
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Epitafiando no Umbral - por Kbçapoeta

Aqui jaz um menino,
Que nunca ficou velho.
Um cérebro que talvez fique a maquinar;
estratégias,
para explorar esse lugar.
Tenho terra, flores e vermes.
O que mais posso querer?
Quando em pé comia o alimento,
Que a terra dizia merecer.
Nada mais justo!
Doar-me às larvas.
Voltar para terra,
com esses olhos;
que ela há de comer.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Epitáfio - por Escrevinhadora

Quando eu morrer na minha lápide
alguém poderá escrever
aqui jaz uma que se imaginava eterna
que se julgava capaz de passar a perna
na morte
também podem acrescentar
aqui jaz uma que tentou adiar a partida
e que esteja onde estiver
sentirá saudade da vida.

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