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sexta-feira, 2 de março de 2012

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Amor - por vestivermelho


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O Amor é gratuito.
Não se compra e nem se troca.
O Amor requer profundidade.
Não sobrevive na superfície.
O Amor
repousa na alma de onde transborda para o corpo e para o universo.
O Amor tece laços com linhas de infinito.
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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Margaridas - por vestivermelho


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Elas me olhavam suaves
como se quisessem mostrar-me
o carinho que receberam
das mãos que as apanharam
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sábado, 25 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O Homem Morto - por ZzipperR e vestivermelho

Houve um grito na multidão, pessoas correndo para todos os lados, muita gritaria... O que está acontecendo? Eu não consigo entender, mas o óbvio estava ali, no meio de todos, caído no chão.
Não se aproximem. Um homem acaba de morrer.
Todos perguntavam: O que aconteceu com ele?
Eles estavam muito assustados.
Curiosos perguntavam: Ele foi assassinado? Onde está o assassino?
Nenhuma resposta aparecia.
Uma garota cigana com um lindo vestido vermelho entrou correndo. Agarrou o homem e começou a chorar.
Depois aos berros, gritava com toda a força do seu coração.
- Não morre, por favor.
Tarde demais. Por mais que ela implorasse e pedisse, o destino estava selado.
- Você está levando tudo que eu tenho, não morra.
Todos ficaram calados, não falavam nada, apenas olhavam.
Fiquei imaginando se aquele morto ainda pensava ou escutava o apelo daquela mulher. Confesso que não sei.
Cheguei perto e falei:
- Fique calma. Você não pode fazer mais nada.
Alguns minutos depois, perguntei para ela:
- O que esse homem poderia estar levando de você?
Ela não pensou e respondeu:
- Ele se foi e levou a minha vida, como eu viverei sem seu carinho, seu cheiro, seu calor, e aquele abraço apertado. Por que ele se foi?
Eu respondi:
- Dizem que o tempo é a solução de tudo.
Ela respondeu:
- Não! O tempo não pode vencer um contador de histórias. Elas são eternas, como as canções.
Finalmente eu perguntei:
- Como era o nome dele?
Ela respondeu:
- ZzipperR
Fiquei ali parado, olhando aquela cigana, com aquele vestido vermelho paixão, segurando seu grande amor nos braços, branco e gelado, repetindo: - Não morra, meu amor, não morra que eu preciso de você.
Gritava com um grito de dor.
- Agora que te encontrei, você vai embora, então me leva com você.
A cigana ficou ali parada e pensando durante um bom tempo, de repente ela levantou e saiu andando com passos firmes e devagar, sem pressa, como se já tivesse um destino traçado em sua mente.
Seguiu até uma grande árvore e falou:
- Eu quero ficar com você. Abraça-me!
Era uma enorme e linda árvore, lindíssima com seus galhos cheios de folhas verdinhas formando um espetáculo que todos que passavam por ela paravam tentando entender a garota.
Sentada na sombra da árvore a linda cigana com seu lindo vestido vermelho gritou bem alto olhando para o céu:
- Vou ficar aqui sentada te esperando. Venha logo me buscar!
Depois disso, todos que passam pela árvore ficam admirando a linda cigana com seu lindo vestido vermelho esperando que seu amor venha buscá-la.
Suas últimas palavras foram:
- Beija-flor! Vem! Que eu estou te esperando. Dias e noites passaram e ela sempre olhando para a árvore na esperança que ele voltasse.
Será que o amor é mais forte que a morte?
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VrummmmmZummmmm
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A Morte... - por vestivermelho

A morte
Sempre enfeitada com flores coloridas, vermelhas e brancas
Todo os tipos e formatos, delicadas ou rústicas
Perfumadas, onde tudo parece calmo

A morte...
Vem misteriosa e permanece misteriosa
Poucos reconhecem sua chegada
Uns temerosos, outros querendo que ela nem venha
Mas ela vem
Sorte de quem se preparou para recebê-la:
Reconhece e parte tranquila na escuridão do desconhecido
Outros não a reconhecem, e temem
Luz é colocada em forma de velas
Como se marcando o local para que os anjos da morte encontrem o caminho de volta de onde vieram.
Um dia irei te encontrar vestida de cetim vermelho
Pois em qualquer lugar esperas por mim
E no teu beijo provarei o gosto estranho que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar.
Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida
Morte, o grande mistério da vida...
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Visitem vestivermelho
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domingo, 12 de dezembro de 2010

Feliz Aniversário ao Duelos - por vestivermelho e ZzipperR

O Duelos é um lugar onde encontro meus amigos poetas

onde leio textos inteligentes e gostosos
onde me divirto e me sinto bem

somos uma família de escritores que a cada dia cresce mais
é no Duelos que posso expressar minhas idéias
e minhas opiniões
e tudo isso administrado por uma grande figura chamado Shintoni
Com prazer desejo um feliz aniversário Duelos Literários.

Vest e zip
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terça-feira, 30 de novembro de 2010

O Amor da Abelhinha e da Joaninha - por ZzipperR e vestivermelho

Quem será o grande inspirador desse amor?
Será o grande jardim de flores, que insistentemente desabrocha flores lindas e perfumadas mantendo o voar apaixonado delas na inspiração da beleza de suas belas flores?
A neblina cai sobre o jardim dando espaço para os raios solares lançarem focos de luzes iluminando o amor daquelas cores diferentes e atraentes, que se atraem cada vez mais. Quase invisível naquela neblina, ora deixando-os na obscuridade e em outros momentos aparentes num voar apreciador da arte visual. Um é apaixonado pelas cores amarelo e preto entre as flores e a outra pelo vermelho e preto do amigo voador de sonhos doces.
Eles voam, brincam e namoram naquele mundo perfumado pelo amor, que certamente é invisível para os olhos cegos dos que não sabem sonhar e continuam prisioneiros acorrentados pelo mundo real.
Absolutamente ninguém é capaz de voar como eles, pois fazem do voar momentos românticos e únicos, mas há perigos no ar, olhares alheios lançados como teia de aranha tecidas em desejos para capturar seus corações.
Ela voa entre as rosas e ele voa atrás. Ele voa entre os girassóis e ela voa atrás. Na neblina, no vento, no sol, entre as folhas que abandonaram seus galhos perdidos no ar estão eles voando, porém um dia o inevitável aconteceu:
Voando despretensiosamente eles pousaram em uma flor, sem perceber que ela estava na mão de uma camponesa que falou:
- Minha linda joaninha! Suas cores contrastaram lindamente com a minha flor. Chego a imaginar que você faz parte da beleza dessa flor e eu tenho um jardim muito mais bonito que esse, onde as flores são muito mais belas e com certeza você será muito mais feliz.
Aquelas investidas da garota sobre a joaninha deixaram a abelhinha enfurecida com uma reação e sensação de raiva incontrolável, mas não era bem isso que estava acontecendo e sim uma explosão do amor no coração que traz à tona o efeito do ciúme, encurralando-a como um animal feroz em um labirinto e sem encontrar saída ela falou para ele:
- Você sabia que eu tenho ciúme de você!
Aquelas palavras poderosas vindas direto do coração atingiram os sentimentos da joaninha em cheio, despertando-o para o amor da abelhinha. Eles se olharam profundamente entendendo cada palavra vinda das profundezas da alma que expressa o sentimento de ciúme em amor.
O som das asas da magia bateu abrindo as portas da imaginação e eles voaram juntos novamente, agora namorando e voando com amor naquele jardim romântico em que eles já fazem parte do cenário com suas cores, às vezes escondidos na neblina, outras vezes aparentes, mas sempre namorando, pois eles descobriram que se amam.
O ciúme é, com certeza, uma das expressões do amor.
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ZzipperR e vestivermelho
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Parabéns! - por vestivermelho

Dia 17 de novembro foi aniversário de zip

uma pessoa doce e maravilhosa
meus parabéns
que essa data se repita por muitos e muitos anos
tu és um cara mais querido que conheci

te amo

abraços e beijos com todo meu carinho

vestivermelho
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domingo, 31 de outubro de 2010

Lindas Cores do Outono - por vestivermelho

Chegou o outono e com ele as cores diferentes. Sou apaixonada pelas cores.
A primavera é sempre muito colorida, mas no outono as cores se transformam... O verde se torna sombrio, parece triste; o amarelo das folhas antes verdes torna-se um tom de ouro velho... e as flores sabem que vão enfrentar o inverno, se preparam com suas cores não tão vibrantes, penso que se tornam adultas.
O sol não fica mais até tarde, se recolhe cedo. Ele fica forte e suas cores parecem um misto de pinceladas de cores diferentes deixando a tarde tão linda que a noite chega mais bela, com sua brisa suave que dança entre as folhas. Fico na janela e imagino o que seria a vida sem essa beleza... É como se preparar para a morte, ouvindo e vendo as cores do outono.
Sentimos como o outono se prepara para a vida e morte.
Temos que parar e ver e ouvir as vozes do outono e seremos mais felizes...
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domingo, 24 de outubro de 2010

Sorte - por vestivermelho

Cresci ouvindo falar que chinelos ou sapatos virados com a sola para cima davam azar, tanto que sempre que vejo algum calçado virado tenho que desvirá-lo, mesmo sabendo que isto é pura superstição sem sentido.

Pés de coelho e ferraduras dão sorte?

Mas o que falar então da arruda...
Será o cheiro ou suas folhas meigas?
Azar ou sorte...

Tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.

Melhor nem comentar dos jogos...

Somente sei que tenho muita sorte ou azar... Oh, dúvida cruel!...
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Inspirado em Sortes, de Ana.
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domingo, 17 de outubro de 2010

Preguiça - por vestivermelho

hoje percebi que estou muito cansada, nem estou querendo pensar...
crise brava de muitas coisas para fazer e sem tempo de parar e escrever, ler ou mesmo visitar os amigos...
fico aqui quieta. A expressão mais exata é que estou jiboiando rsrs... olhando, esperando para dar o bote... vou esperar mais um pouco, quem sabe aparece algo interessante... se não, vou deitar e apagar. dormir... sei lá quanto...

desabafo de vestitristonha
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Amores de Minha Vida... - por vestivermelho

Guardo lembranças do meu primeiro amor, como sempre platônico... rs
Um deles, tive tantos... mas esse foi interessante porque estava já ficando mocinha...
Brincava sempre em um lugar perto de casa, onde se reuniam as meninadas, umas mais velhas, outras de minha idade e as novinhas... sempre ficava com as mais velhas...
Os meninos eram malcriados, sempre puxando o cabelo das meninas... o meu nunca deixei, olhava feio quem chegava perto de mim... rsrsrs.
Mas tinha um em especial, era todo cheio de se apresentar... na brincadeira de correr ele sempre ganhava, na de se esconder também e o que mais gostava de ver era a ....
Corrida de carrinho de rolimã, ficava fascinada em ver ele fazer a curva lá no fim da ladeira... sempre estava à espera de ele me convidar para andar no carona, é claro. Mas sempre a menina mais bonita que ele convidava.
Depois de um tempo percebi que ele a chamava não pela beleza, mas era atirada , envolvente e simpática...
Comecei a olhar como ela agia e tentei diversas vezes copiar... mas sempre saía mal... quando pensava em chegar perto, ele saía. Sempre andei com short e camiseta, usei aparelho... que coisa ridícula... mas usei... rsrs Como ser atirada, envolvente e simpática? Rsrs
Bem, desisti, olhava ele e pensei... vou tentar algo...
Usei meu mais lindo vestido, amarelo com bolinhas brancas, meus cabelos amarrados em um rabo de cavalo e um sapatinho... desses sinceramente... ridículos... rsrs mas todas as meninas usavam... aqueles com um lacinho enfeitando...
Cheguei balançando meu rabo de cavalo... mas como sempre ele nem olhou para o meu lado, estava arrumando a lindinha no carrinho... aiaiaiai
Mas não desisti, continuei ali parada.
Ouvi:
- Hei garota do vestido de bolinha... quer dar uma volta?
Olhei. Era o menino que tinha o carrinho mais feio, eu achava... nunca deu carona para nenhuma menina... ou nunca convidou ou era porque o carrinho era feio. rsrs
Resolvi aceitar. Depois de me arrumar para uma volta de carrinho... porque não ir?
Ele me arrumou no carrinho tão delicadamente que me senti uma princesa...
Não andamos de carrinho, voamos! rsrs Senti tanta emoção que me agarrei nele. E senti muita proteção.
Depois, quando chegamos no final ele me disse:
- Amanhã venha com seu shortinho que será melhor...
Depois crescemos e mudamos completamente,
Cada um para seu lado e novas meninadas apareceram... guardo boa recordação... desse tempo
Passados alguns anos, já adolescente... frequentava mais bailinhos e encontros à noite para conversar... sem nada de carrinhos e esconderijos...
Quando cheguei em um desses encontros, percebi um menino novo... sem graça, com roupas esquisitas e cabelo todo arrumadinho.
Ele me disse:
- Você é a menina do shortinho?
- Shortinho?
- Sim, a namoradinha do feioso?
Como nunca tinha visto o lindo do carrinho que tanto me encantava... de perto, só de longe... rs não reconheci o meu amor platônico, pensei: ainda bem que foi amor platônico.
- Sim, sou ela.
- Ficou mais bonita do que era.
- Obrigada
E olhei para a porta. aiaiaiai... meu coração bateu
Tum tum tum
Era meu amor chegando
Todo lindo, com aquela maneira de chegar chegando
Não se importando com maneiras finas, mas tão educado e amoroso comigo que aiaiaiai...
Pensei como foi bom aceitar dar uma volta de carrinho de rolimã do feioso... rsrs
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quarta-feira, 10 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher - por vestivermelho

adorei ler
mulher é ser feminina, é ser princesa; rainha tem alma masculina, mas a princesa sempre romântica à espera de seu amor...
eu quero ser princesa eternamente rsrs
não quero ter dias especiais... todos os meus dias são especiais

e o seu, Vera, deve ser mais que especial...

abraços

salve as femininas e boa sorte às feministas...
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.Comentário em Invente Outra (Ao Dia Internacional da Mulher), de Vera Celms.
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terça-feira, 2 de março de 2010

Os Gatos - por ZzipperR e vestivermelho

A noite estrelada queria contar uma história de amor para o mundo, então trouxe seus encantos para nos atrair com seus segredos ocultos, escondidos na escuridão das páginas do seu livro.
Na varanda colorida pelas flores eu a via ouvindo a súplica da noite convidando-a para uma festa de máscaras com uma música penetrante e dominante levando-a para longe.
Olhando-a pensativa na linda varanda colorida fico imaginando:
“Se ela estivesse perto de mim, se até seus pensamentos estivessem dedicados a mim, eu faria ela se sentir do meu lado, se aquecendo no calor do meu amor que queima na alma.”
Eu sinto a vibração do seu amor chacoalhada pelo seu coração batendo tenso e emitindo ondas sonoras de amor por todo o seu corpo. Essas ondas de amor me atraem e eu a sinto bem próxima de mim. Essa vibração nos leva mutuamente a uma vontade de dançar irresistível, flutuando num som trazido pelo desejo de viver os segredos escondidos na noite iluminados pelas lâmpadas da praça da cidade.
Ela saiu da varanda e caminhou lentamente pelos telhados, até chegar a um mais baixo, bem próximo ao desfile dos mascarados enquanto eu a sigo num olhar atento, não quero que a minha gatinha se machuque, então coloco a minha máscara de gato e caminho sobre as telhas seguindo-a para protegê-la.
A gata esperou que eu me aproximasse, pegou em minha mão e saltamos para os braços aconchegantes da noite, fazendo parte da legião de mascarados que desfilavam entregues ao som do bloco dos mascarados.
Mascarada de gatinha, ela desaparecia entre os mascarados fazendo charminho, mas não tirava seus olhos felinos do seu gatinho, que a procurava insistentemente entre os foliões da noite.
A noite passa e leva os foliões embora deixando os dois mascarados sentados em um canto da avenida, cansados e felizes ao mesmo tempo.
Ela agarra o gatinho por trás com suas garras felinas, respirando pertinho dos seus ouvidos, curtindo e saboreando o doce do amor e esperando o dia clarear tirando as suas máscaras.
A gata caminha lentamente escalando os telhados e deixando o gatinho para trás enquanto ele pensa:
“Se ela estivesse sentadinha ao meu lado e não estivesse com os pensamentos distantes, entenderia tudo num simples olhar apaixonado pedindo:
- Entrega seu amor pra mim?”
Assim o amor vive correndo atrás do amor, pois o amor precisa de amor para viver. Se você estivesse comigo nesse momento teria carinho, amor e seria muito amada.
Os dois tiraram as máscaras e o dia clareou.
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segunda-feira, 1 de março de 2010

Um Carinho - por vestivermelho

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um galho da laranjeira
faz carinhos suaves
limoeiro apenas sorri
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Amor - por vestivermelho

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O verdadeiro amor é exigente, implacável e, ao mesmo tempo, infinitamente delicado.
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.Comentário em Morfeu, Deus dos Sonhos & Hipnos, Deus do Sono, de Esther Rogessi.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Uma Viagem Fantástica - por vestivermelho

Aproveitei os feriados e fui para uma cidadezinha não muito longe. Em duas horas já estava hospedada em uma pousada simples e limpíssima.
Logo que cheguei li que iria ter baile de carnaval. Pensei... fico por aqui, se for ruim vou dormir.
Coloquei meu vestido vermelho, tinha um lado sem alça... em um vermelho que me deixava, se não lindíssima (aiaiai), muito bonita... pelo menos pensava que sim, somente pra me animar.
Desci, meu quarto era no segundo andar. As escadas nem eram tantas...
Estava já animado o baile, músicas novas, pessoas jovens e as mais velhas sentadas nas cadeiras...
Bem, em lugar de interior ainda se tem esse costumes... rs
No bar pedi uma cerveja. Estava um calor... Como não tenho o costume de cerveja fiquei logo alegre...
Um rapaz, com uma camisa toda aberta, achei estranho...
- Boa noite, morena.
- Boa noite.
- Quer ir no cordão?
- Cordão?
- Sim, na pracinha tem um cordão carnavalesco.
- É longe?
- Dá para ir andando...
- Vamos só nós dois?
- Tem um pessoal que vai também.
- Vou sim, vou somente pegar um documento.
- Documento nem precisa... é perto, e você estará comigo.
Pedi mais uma cerveja, estava com sede.

Ele se afastou um pouco para falar com um pessoal. Logo estavam reunidos na porta.
As pessoas sentadas permaneceram sentadas, o salão ficou sem som. Sem barulho é agradável para quem gosta de somente conversar.
Fui seguindo a turma. Ele chegou e me perguntou:
- Seu nome e com H?
- Sim. Como sabe?
- Uma cigana me disse: vai encontrar seu grande amor e logo. Isso foi ontem. Rs
- Faço votos que a cigana acerte.
- Ela acertou. Me disse: seu amor terá H no começo do nome.

Gelei... com aquele calor... pensei vou perder o sentido...
Chegamos na pracinha.
Toda animada e enfeitada com temas do carnaval.
Ele me segurou:
- Não saia de perto de mim.
Entramos no cordão... pulei, cantei, sorri e chorei de alegria... estava cansada.
- Vou embora. Sei o caminho, tem tanta gente na rua, não vou me perder.
- Vou te acompanhar.
Saímos caminhando...
A lua estava clara, enorme, dando um clima mágico.
- Seu nome começa com H... e como termina?
- Helena. E o seu, como começa?
- P
- Pedro?
- Paulo.
- Prazer, Paulo.
- Prazer é todo meu, Helena.
Chegamos, e como estava com sede , pedi outra cerveja.
- Vou te acompanhar, apesar de que não bebo... passo mal.
- Também não me sinto muito bem... mas está um calor!
Não sei quantas tomamos...
Acordei com uma dor de cabeça, senti algo ruim, não sabia o que era pior.
Levantei e fui ao banheiro, tomei um banho.
Desci, vi que não era bem o lugar que pensei...
Estava tudo calmo. O café da manhã estava sendo servido em uma sala pequena.
Tomei o café e fui até a recepção.

- Bom dia.
- Bom dia. Dormiu bem?
- Dormi. Acordei com uma dor de cabeça, mas já passou.
- Pensei em te acordar ontem. O pessoal foi na praça.
- Na praça?
Na praça aqui perto tem um pessoal alegre, canta e dança...

Fiquei pensando...

Não foi essa moça que me mostrou o quarto ontem. Foi uma senhora que me serviu uma xícara de chá.

Logo deitei e dormi...

Será que foi um sonho, pesadelo ou conheci mesmo o Paulo?...

Resolvi ir embora.

- Fecha minha conta, lembrei que tenho compromissos em outra cidade.

Saí rapidinho.
Andei uma hora na estrada sempre em frente, sem curvas nem desvios.
Chequei em uma cidadezinha e vi uma pousada.
Entrei.
Na recepção
Um rapaz com a camisa aberta.

- Bem-vinda, Helena. Estava te esperando.
- Obrigada, Paulo.

Estava com meu lindo vestido vermelho.

Mistério!!!
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domingo, 31 de janeiro de 2010

A Invasora de Sonhos - por vestivermelho e ZzipperR

Cansado desse mundo real, deitei em minha cama macia abraçando o meu travesseiro, apertando-o em meu rosto descansando em seu cheirinho aconchegante e perfumado na suavidade do lençol, como se estivesse deitando sobre as nuvens.
Meu corpo cansado se tornou um estranho para mim e o deixei abandonado partindo para o sonho, deixando um peso para trás e navegando leve, rolando sobre o lençol e me entregando aos poucos, abrindo a minha mente e saboreando um universo sem fronteiras.
Entrei em um paraíso onde o irreal é real para mim e a alma corre livre e gritei com eco no vento:
Traga o amor pra mim!
E ouvi o eco das minhas palavras distantes:
Traga... traga... traga... O amor... o amor... o amor... Pra mim... pra mim... pra mim...
Escutando os meus apelos, o sonho me levou em seus braços para longe, um mundo distante e leve, solto como uma pipa flutuando solta no ar e sem saber onde cairá.
Sonhando eu vejo o mar e sinto uma vontade louca de te amar, me perco nos pensamentos e saio correndo querendo abraçar as suas ondas.
No sonho encontro uma flor inspirando o calor do amor, corro e a pego, vendo uma abelha invasora de sonhos pousar em minha flor, sugando o néctar do amor.
Porque invade as fronteiras do meu sonho abelha dourada?
Tento expulsá-la do meu sonho e sinto seu ferrão cravar em minha mão trazendo uma dor aguda e profunda, que sobe pelo meu braço invadindo o meu peito e dominado pela abelha invasora eu deito.
Indefeso e alucinando com os olhos fixos no céu azul, a vejo como uma grande águia voando rápido em minha direção, pousando no meu peito, cravando as suas garras no meu coração e levando embora.
Sem limites ela invadiu as fronteiras dos meus sonhos. Se eu sonho com o sol ela é a lua, se sonho com a flor ela é a abelha, se sonho com o galho ela é a folha e se sonho com o amor ela é a flor.
Não consigo mais sonhar sem ela, pois sem a invasora de sonhos sou um homem sem coração e abandonado pelo amor.
Sem ela eu não existo
Sem ele eu não existo
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Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz e Vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvv
VruummmmmmmmmmmZummmmmmmmmmmmm
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