Creative Commons License


Bem-vindo ao Duelos!
Valeu a visita!
Deixe seu comentário!
Um grande abraço a todos!
(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




Mostrando postagens com marcador Sinceridade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sinceridade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Sin Cera Mente - por Jeff Oliveira

Sinceramente os olhos falam da dor da gente,
Sinceramente nem sempre um amigo é decente,
Sinceramente há amigos que mentem pra gente
Tudo desaba de repente, Máscaras com cera, nenhuma sin cera

Há gente que esteticamente sincera, mente.
Mente.desmente.desconta suas dores e traumas na gente.
Sinceramente, minto pra mim dizendo que alguns não mentem
Quando na verdade, eu sempre soubera que a perfeição é coisa da nossa mente.
.
.
.
Visitem Jeff.....................
.
.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Sinceridade

Crie um texto sobre este tema e deixe aqui, em “comentários”, que nós postaremos.
.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Oriah Mountain Dreamer em “O Convite” - Citado e Adaptado por Elyana Cordeiro

Não me importa o que você faz para sobreviver.
Quero saber qual a sua dor e se você tem coragem de encontrar o que seu coração anseia.

Não me importa saber sua idade.
Quero saber se você se arriscaria parecer com um louco por amor, pelos seus sonhos, pela aventura de estar vivo.

Não me importa saber quais planetas estão quadrando sua lua.
Quero saber se você tocou o âmago de sua tristeza, se as traições da vida lhe ensinaram, ou se omitiu por medo de sofrer.
Quero saber se você consegue sentar-se com as dores, minhas ou suas, sem se mexer para escondê-las, diluí-las ou fixá-las.
Quero saber se você pode conviver com a alegria, minha ou sua, se pode dançar com selvageria e deixar o êxtase preenchê-lo até o limite sem lembrar de suas limitações de ser humano.

Não me importa se a estória que você me conta é verdadeira.
Quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro para si mesmo, se pode suportar a acusação da traição e não trair sua própria alma.
Quero saber se você pode ser fiel e consequentemente fidedigno.
Quero saber se você pode enxergar a beleza mesmo que não sejam bonitos todos os dias, e se pode perceber na sua vida a presença de Deus.
Quero saber se você pode viver com as falhas, suas e minhas, e ainda estar de pé na beira do lago e gritar para o prateado da lua cheia…? Sim?!

Não me importa saber onde você mora ou quanto dinheiro tem.
Quero saber se você pode levantar depois de uma noite de pesar e desespero, exausto, e fazer o que tem de fazer para as crianças.

Não me importa saber quem você é, ou como veio parar aqui.
Quero saber se você estará ao meu lado no centro do fogo sem recuar.

Não me importa saber onde, o que, ou com quem você estudou.
Quero saber o que sustenta o seu interior quando todo o resto desaba.
Quero saber se você pode estar só consigo mesmo e se verdadeiramente gosta da companhia que carrega em seus momentos vazios.

Feliz caminhada a todos…

.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Pílulas de Sinceridade (Parte 2) - por Mellon

“Te deram um bolo porque ‘tive uma reunião no trabalho’? Te deram um pé na bunda com a justificativa ‘não é você, sou eu, estou confusa’ ou ‘preciso me dedicar ao trabalho’?
A solução é muito simples.
Pílulas de sinceridade. Todos seriam obrigados a tomá-las. É isso mesmo, ditadura na cabeça, empurra na garganta de todo mundo, cara!
Imagine. Se todos fossem sinceros, haveria menos sofrimento no mundo. Haveria dor, é claro. Mas o sofrimento, ah, esse seria mais raro.
Ex-namorados não gastariam mais horas sofrendo, chorando e tentando imaginar o real motivo do pé na bunda. ‘Não gosto do seu cabelo’, ‘Você cospe quando fala’, ‘Sua mãe é uma megera’. Pronto. Afinal de contas, ninguém é idiota o suficiente para acreditar na clássica ‘o problema não é com você, é comigo’.
Haveria menos guerras também, garanto. ‘Só quero o petróleo e estou pouco me ferrando para quem vai morrer no meu caminho’, ‘Sua filha não quis se casar comigo e eu quero o trono, Majestade’, ‘Não sou ariano, mas só curto loiros de olhos azuis’.
Uma vez li: ‘A dor é inevitável; o sofrimento, opcional.’ Criem pílulas de sinceridade e vamos acabar com essa palhaçada.”
.
.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Pílulas de Sinceridade - por Mellon

Cair de costas na cama depois de passar o dia todo fora, trabalhando. Coca-cola numa praça de alimentação num dia a tarde. O cheiro do meu perfume em dias muito, muito quentes. Você encostando a boca na minha mão de leve, como se fosse dar um beijo. Robert Smith dizendo “inspire me the desire in me to never go home”. Falar com o Leite. Lembrar do sorriso do meu pai, sentado na poltrona enquanto me olhava brincando. Minha caixa de e-mails vazia. Livros novos. Livros antigos. Meu tênis sem cadarço. O sol batendo no rosto. A chuva batendo no rosto. Suco de maracujá. Ouvir um cd antigo, mesmo que seja Legião ou Paralamas. Cantar no banho. Um abraço de quem sabe abraçar. Trem apertado e eu sem conseguir controlar o riso, sozinha. Uma estrada vazia num dia azul como esse. Sair de casa sem rumo. Thom Yorke cantando. O computador travado. Crise. Crise. Quando você acorda e sente que não vai conseguir levantar.
O olhar que eu te dei quando você soube que eu poderia ser.

.