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Eróticos.)




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domingo, 9 de janeiro de 2011

Dilema - por Marília Abduani

Devo rir ou chorar diante da guerra da vida?
Devo arrancar os espinhos ou esquecer os espinhos e buscar nova flor?
O que está certo: apagar a vingança ou morrer de esperança?
Tudo é dilema.
Não sei se calo, não sei se grito, não sei se nego ou se permito.
Devo procurar meus passos para achar os teus
ou esquecer teus passos para achar os meus?
Devo sair de mim pra te encontrar, sereno,
ou arrancar de mim o teu olhar moreno?
Esquecer a luz e caminhar nas trevas
ou esquecer as trevas se quiser ter luz?
Dentro de mim tudo é drama, tudo é fossa, tudo é trama.
Não sei se canto, não sei se escapo
ou se levanto e te mato.
Devo esquecer os versos que, em vão, componho
ou esquecer a realidade e viver de sonhos?
E à noite, devo sonhar ou dormir infeliz?
Devo querer quem me quer ou esquecer quem não me quis?
Devo viver a vida e fugir da morte
ou esquecer a morte se quiser ter vida?
Não sei mais: se amo ou se esqueço
se enfrento ou se escondo,
se espero ou se prossigo em minha ida.
Devo rir ou chorar diante da treva da vida?
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..............Visitem Marília Abduani
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Quem Nasceu Primeiro - por Maelo

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De fato, quem não arrisca não tem chance com a felicidade. Digo isso parado no farol fechado. Um domingo. Dia de uma bela dose de tranquilidade, com uma moderada fatia de paz. Um sujeito arranha o violão numa esquina e tudo parece melhor.

Vou encerrar essa nossa conversa, do meu ponto de vista agradável, com uma pergunta: quem nasceu primeiro: A paz ou a felicidade? Antes de responder, receba o meu muito obrigado.
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ArtenoMovimento está por aqui em nome da arte e brincando com as palavras. Deixando a vida passar. Familiarize-se.
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Buscar a Verdade! Ou Não?? - por Débora Paula

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A verdade está em mim ou no outro?
Onde está a verdade?
O que é a verdade?
E se nada for verdadeiro?
E se a verdade for um conceito metafísico?
“A verdade está em Deus!”, me diz o cristianismo;
“A verdade está no universal!”, afirma a Filosofia;
“A verdade não existe!”, constata o ateu;
Onde está a verdade?
O que aconteceria se nada fosse verdadeiro?
A verdade é una ou múltipla?
A verdade é referente a um tempo cronológico ou está fora do espaço e do tempo?
Que consequências traria a nós o alcance da verdade?
Onde está a verdade?
A verdade é relativa e, portanto, subjetiva?
“A verdade está na ciência!”, ataca o cientista;
“A verdade está na meditação!”, contrataca o budismo;
O que buscamos quando iniciamos nossa busca pela verdade?
Buscamos a verdade em si mesma?
Ou buscamos a verdade que nos convêm?
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Visitem Débora Paula................
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domingo, 7 de novembro de 2010

Possessão - por Ana

O que há dentro de mim, neste vazio que me preenche?
Que loucura, que perversão?
Que pessoa?

O que mora em mim e é inominado, esquecido, escuro, inviolável?
Que sombra, que escuridão?
Que proeza?

O que me habita sem amarras e me faz tonta, solitária, amoral e convicta?
Que traça, que ermitão?
Que pecado?

O que me domina, em silêncio, e me encerra a alma, venda os olhos, range os dentes, queima a língua?
Que monstro, que assombração?
Que pedaço?
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domingo, 10 de outubro de 2010

As Inconstantes Dúvidas! - por Thiago de Sá

Tem hora que quero ser herói,
Tem dias que prefiro ser vilão.
Às vezes me agrada o céu azul,
Existem momentos que desejo o cinza da tempestade.
Ou negrume noturno me encanta os olhos,
De repente me vejo preso em uma ponte,
Admirando o pôr do sol,
Com a mente nostálgica.
Sou todo completo na incompleta forma que sou.
Admiro nos dias a força que não tenho.
Perco-me nos sorrisos que encontro.
Sorrisos que me dizem mais do que quero saber.
Ou menos do que deveria olhar!
Idas e voltas, encontro-me e perco-me.
Sou teu, sou meu, sou nada e sou tudo.
“Quem sabe só você pra trazer o que já é meu.”
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Visitem Thiago de Sá
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Dúvida - por Passa-Tempo

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O que são as palavras ditas de uma boca sem ação?
Letras formando frases sem sentindo caindo num ouvido oco no chão?
Ou promessas de planos traçados em vão?
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sábado, 31 de outubro de 2009

Agonia e Insight - por Ana

Entre os cínicos impropérios do destino
Sigo buscando, agoniada, meu norte.
É difícil, com a bússola viciada
Que me deu de presente a vida, sua consorte.

Tramo formas de encontrar meu rumo...
Desbravo matas densas, escalo infindáveis sendas,
Rogo aos deuses, em choro, aos brados,
Faço promessas, deito oferendas.

Qual o sentido d’eu estar aqui?
Eu pergunto, inquieta, a toda hora,
Estudo estrelas, aprendo as ciências,
Mas é ela, a dúvida, minha eterna senhora.

Então desisto, não hei-de compreender:
Este véu espesso não há pensar que corte.
E assim, quieta, eis que me ocorre:
Caberá a mim definir a minha sorte.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Viver é Assim? - por Duanny

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Sempre digo que quero viver do meu modo, sempre achei que nessa vida o importante é ser feliz, sempre duvidei que vidas monótonas trouxessem algum tipo de felicidade ou emoção, mas será que sempre estive, e estou errada?!

Sim, quero viver do meu modo, mas qual realmente é meu modo? Será que eu nasci para ser dona de casa, mãe família e eterna dependente?

Será que eu nasci para ser uma mulher autoritária, com um bom emprego, financeiramente resolvida, sem nenhuma pendência, mas extremamente sozinha?

Será que eu nasci pra viver de emoções, esportes radicais, com um amor a cada esquina, uma nova paixão a cada olhar?!

Enfim, qual é o modo certo, aquele que nos faz feliz? Que modo de viver um dia eu terei? Será que esse tal modo existe ou é coisa da minha cabeça?

Será que esse meu modo de viver é uma supérflua fase adolescente onde tudo é cor de rosa, e eu não vejo as consequências dos meus atos?

Talvez essa minha fantasia de vida perfeita, liberdade adquirida e um amor espontâneo seja somente essa fase, a fase de querer tudo e não conseguir nada, porque é realmente o que acontece: quero abraçar o mundo de uma vez só, quero ser todas de uma vez só, quero amor muitos de uma vez só e, no fim, acabo não fazendo nada, fico lá estacionada... E embora minha vida não seja nada monótona, continuo ali estacionada.

Mas... sabe? Talvez seja hora de definir objetivos, esclarecer as opiniões ou, porque não, amadurecer? Afinal, uma hora ou outra isso tem que acontecer, né?!

Vidas perfeitas são uma ridícula ilusão criada pelos infelizes que não veem a graça de terem o que tem, que não conseguem achar a felicidade nas pequenas coisas da vida.

Sim, quero tudo pra mim, mas tudo ao seu tempo, tudo do jeito certo, do jeito que me faça feliz.




Visitem Duanny

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Dúvidas - por Cacá

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Eu também me pergunto: será que o amor se transforma em um costume? Será que o abandono voluntário é amor estacionado à espera de novidade?



Comentário em Minha Querida:, de Aaron Caronte Badiz.
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sábado, 29 de agosto de 2009

Primeiro e Último Amor - por Esther Rogessi

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Onde estavas?
Quando estive completamente só...
No meu hábitat... Encolhida, imersa, tal qual Tântalo?
Onde estavas?...
Nasci, cresci, me machuquei, chorei, fui consolada.
Nas minhas horas de pavores, dores, horrores... Não te vi!
Onde estavas?
Diante das decepções, do pouco caso que muitos fizeram de mim...
Onde estavas?...
Busquei tua presença, tua existência, sem te encontrar...
Quanto precisei de ti!...
Em uma noite de angústia, de choro, amargura...
Entre soluços... Dormi!
No quarto escuro ouvi uma voz, que jamais esqueci.
Com os meus olhos ardendo, do pranto... Acordei e continuei a te ouvir.
Deitada, imóvel, abri os ouvidos, para melhor ouvir...
A tua voz inundou o quarto, outra vez pude Te ouvir: As bênçãos são para ti e para tua filha!...
Nunca mais perguntei: onde estás?
Pois bem sei onde...
Estás bem dentro em mim!

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Visitem Esther Rogessi

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Cecília Meireles, “Ou Isto Ou Aquilo” - Citada por Lélia

Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

De Novo a Gripe Suína - por Adir Vieira

Amanheci assistindo ao telejornal matinal na TV.
Meu marido, ainda na cama, sabe que não me incomoda e ao despertar liga a TV para, como de hábito, saber das novas notícias.
Já há mais de mês, as notícias são as mesmas e concluo que a Gripe Suína bateu o recorde.
Nem as notícias sobre a crise financeira povoou tantos informes.
O pior é que informações concretas não temos. O que nos deixam conhecer são os passos de “ensaio e erro” da área de saúde, na obtenção de conclusões sobre o que é a tal gripe e como se manifesta.
Não estou sendo radical e pude agora mesmo confirmar essa minha conclusão, pois com um toque no controle remoto vejo em outro canal de TV afirmações diversas da que estava ouvindo.
Pergunto-me onde ficam as pessoas que não têm acesso a meios mais elaborados de consulta para se protegerem.
Imagino que os mais sensíveis, com tanto alarde sobre o fato - e é claro que o povo tem que ficar alerta -, carreiam para si mesmos todos os sintomas. Alguns evidenciam que estão em perigo e assumem esse perigo dentro do seio familiar. O que fazer para não se impressionar? O que fazer para identificar corretamente os sintomas de uma gripe normal, tantas vezes já vivida?
No meio dessas minhas indagações, me percebo toda dolorida, com dificuldade para respirar e iniciando uma tosse seca...
Será impressão ou ela, a suína, já se instalou em mim?
Espero que não!



Visitem Adir Vieira
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sábado, 18 de julho de 2009

A Gripe Suína - por Adir Vieira

Acordei hoje com a TV ligada e, mesmo com o som baixo (meu marido que tinha levantado antes e é ávido por telejornais, já se deliciava com as notícias e com seu prato de banana com granola), não pude deixar de ouvir as novas informações sobre a gripe suína.
Meio adormecida, eram tantas as novas chamadas para o fato, de fato aterrorizadoras, que de pronto levantei, já preocupada.
Concordo que é dever dos órgãos de informação deixar a população ciente de tudo que cerca a “doença”, mas percebe-se, por parte desses mesmos órgãos, um gostinho especial em favorecer seus comentários com citações mais e mais desalentadoras.
Eu, em especial, creio firmemente que uma “boa cabeça” afasta qualquer mal, e notícias assim enchem nossa cabeça de desânimo, descrença e de tudo o mais de ruim.
Percebo, só de ouvir, que já começo a respirar mal e a espirrar sem motivo.
Serei eu muito influenciável ou, de fato, notícias ruins nos levam a males físicos?
Pensarei a respeito...



Visitem Adir Vieira
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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Dúvida - por Raquel Aiuendi

João Batista de Andrade, Milos Forman, Jean Jacques Annaud
Shintoni, queria saber porque de dentro de A Cela O Último Rei da Escócia tocou O Piano e como Um Estranho no Ninho conversou com Gandhi em plena Ameríndia; como O Grande Ditador agiu como Deus e o Diabo na Terra do Sol, mesmo contestado por Malcolm X em pleno Outono em Nova York, enquanto isso Beethoven compunha A Cor Púrpura; no final de tudo O Homem Que Virou Suco dançou Hair durante O Nome da Rosa?
Tarsem Singh, Kevin MacDonald, Jane Campion¸ Milos Forman, Richard Attenborough, Conrado Berning, Charles Chaplin, Glauber Rocha, Spike Lee, Joan Chen, Richard Rich, Steven Spielberg, Mahatma Gandhi

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Dúvida - por Alba Vieira

O sorvete que você lambia
Apesar da anorexia
E depois vomitaria
Por causa da bulimia
Seria só fantasia
Ou agonia?



Poesia cujos título e primeiro verso foram utilizados para a versão coletiva Dúvida - As Nossas Poesias X.
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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Dúvida e Consciência - por Alba Vieira

Diga-me, Senhor de todas as criaturas,
Que fazes de onde estás a ignorar
O estado de coisas que há por aqui,
Enquanto tantos cumprem seu penar?
E se dizes que penam por ignorância,
Porque não lhes concede a luz?
Que insanidade é esta de assistir
À dor dos que arrastam a sua cruz?
Que sadismo inoportuno é este
De quem tantos esperam a proteção?
Ou que indiferença proposital e fria
Ao sofrimento dos que esperam sua bênção?

É que para os que sabem enxergar,
Tudo é perfeito, não há qualquer malefício.
É que estamos aqui para treinar
O difícil aprendizado do livre-arbítrio.



Visitem Alba Vieira.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Dúvida - As Nossas Poesias X

O sorvete que você lambia
Com tanta delicadeza,
Me fez ficar te olhando
E me deu uma certeza:

Te ver era um prazer enorme,
Despertou a minha fome.
E olha que não sou assim:
ficar olhando quem come.

A volúpia da tua língua lambendo
o frio do sorvete de limão
foi tanta que ele despencou da casquinha
e esparramou pelo chão.

E com expressão infantil,
a um só tempo surpresa e chorosa,
desatou a chorar
de uma forma graciosa.

Foi aí que fiquei em dúvida:
será que ofereço um de menta?
Quem sabe poderíamos
compartilhar este momento?

Resolvi me aproximar
Espero o sim, receio o não...
Caminho em direção a ela
Com o coração na mão.



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domingo, 22 de março de 2009

Dúvida - por Escrevinhadora

Será que foi das operadoras de telefonia brasileiras que Kafka tirou inspiração pra escrever O Processo?


Resposta a 3G, 1 Real e Arroz Integral, de Alba Vieira.
Franz Kafka

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A Indecisão - por Adir Vieira

Preparo-me para uma recepção de formatura.
Meu traje tem que ser bonito, único e adequado.
Posto-me diante do guarda-roupas para resolver a questão.
Pés, mãos, cabelos já foram preparados para a ocasião e não deixaram dúvidas quanto ao estilo.
No entanto, o traje, sapatos e bolsas, são a questão principal.
Peças e mais peças são provadas por mim. Faço maratona diante do espelho para definir o que combinar com os sapatos vermelhos de salto agulha.
O vestido longo, preto, tem pedras cor de mel na faixa da cintura e não cai bem com os sapatos abertos na gáspia. Escolho então a túnica bege com calças tipo pantalona, em tecido de festa e acho que acertei. No entanto os sapatos vermelhos destoam dos frisos marrons na borda inferior da túnica.
Após várias outras tentativas, decido-me enfim pela peça única em branco e para combinar com os sapatos vermelhos, orno-a com um cordão comprido e dourado com duas pedras vermelhas na ponta. Olho-me e confirmo que encontrei o modelo acertado.
Reparo que a cadeira ao lado está repleta de roupas a serem guardadas e, enfadonhada, lembro-me de outrora, quando não tinha escolhas e era bem mais feliz.
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