Creative Commons License


Bem-vindo ao Duelos!
Valeu a visita!
Deixe seu comentário!
Um grande abraço a todos!
(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




Mostrando postagens com marcador Preciosidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Preciosidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

sábado, 31 de janeiro de 2009

Comendo Camisetas - por Maria Carolina Nogueira Cobra Vitali

Foi mais ou menos assim…

A família vivia um momento, digamos, de aperto financeiro.
O casal procurava sempre deixar o pequeno, de 5 anos, a par da situação. Claro que dentro de uma linguagem que ele pudesse compreender.
Mas talvez, papai e mamãe não percebessem o quanto ele estava “ligado”!!!!
Então, deu-se o episódio…
As camisetas do uniforme escolar estavam em petição de miséria. Terra vermelha, restos de lanche deliciosamente escorridos, sujeira do “playground” etc.
O vovô ensinou:
- Passe sabão em pedra azul!!! Vai clarear o tecido.
A vovó disparou:
- Ferva as camisetas!!! Elas ficarão clarinhas, clarinhas.
Assim, a mamãe atacou as camisetas, esfregou-as com afinco e tchummm, panela a dentro!
O Pequeno olhou, olhou… Estava absolutamente desconfiado daquela façanha. E largou:
- Mamãe, eu sabia que a situação estava difícil… mas não sabia que era tanto!!!!
- Como assim? – disse a mamãe.
- EU NÃO QUERO COMER CAMISETAS!!!
A mãe olhou-o sem poder compreender aquela observação.
- Filho do que você está falando?
- Mãe, você está COZINHANDO minhas camisetas!!!!! Eu não quero comer camisetas.
A mamãe não agüentou aquilo e entre risos e lágrimas compreendeu a preocupação da criança.
Não bastasse o que já havia concluído, ele diz:
- Mãe, eu tenho R$ 20,00 na minha carteira. Pode pegar e ir ao supermercado…
A mamãe deu um enorme abraço no filhote e agradecendo explicou que a situação já não estava tão difícil. E ele, claro, compreendeu e riu muito. E eles partiram para o supermercado.

E essa foi apenas mais uma história eternizada por aquela família tão apaixonada.
.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Preciosidade - por Alba Vieira

Jóia, pedra lapidada,
às vezes pendo de um fio,
balançando levada
pelo movimento
de um pescoço voluntarioso;
outras vezes,
enfeitando a aliança de amor,
componho uma prisão simbólica
que pode até ser
um jardim florido sem muros.

Mas sou a expressão máxima de preciosidade
quando, como camafeu,
repouso na caixinha antiga,
talvez com bailarina e música,
atapetada por nebuloso algodão cor-de-rosa,
como saudade envolvendo
todo o significado
de um presente do passado.

.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Preciosa - por Alba Vieira

Hoje, o que escrever a você,
se de fato estive todo tempo por perto,
vivendo das lembranças e do desejo de logo renová-las?

Dizer que amo você, mais uma vez e mais outra?
Não, eu gostaria de mostrar isto de outras maneiras.
Talvez oferecendo-lhe o que de mais belo encontrasse pelo mundo...
Sair garimpando preciosidades só para orgulhosa exibi-las para você um dia.

Mas, para que você iria querer olhá-las
se já todos os dias vê a mais bela de todas
quando se mira no espelho?

.