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sábado, 29 de junho de 2013

Palavras Silentes - por Ana Bárbara de Santo Antônio e Esther Rogessi

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Olho as palavras
O silêncio a três pontos tão fechados
Falamos do fogo
Ausência
Mudas palavras pedem clemência
Sentidos desvairados
O desejo de estar
Ou calada ficar
Olho as palavras em sua demência
O amor que não está aqui
A loucura que senti
Lendo esta turbulência
Evocada a Fênix cinzas pó
E teus pássaros aqui trazidos
A cada poema me sinto mais só
Tal é o medo dos incompreendidos
Semeia dueto em chamas nubentes
Arvoredo poético se iniciará
Deste prosar de notas inconfidentes
Algo mais belo ressurgirá
Mulher Poesia chama teus pares
Graça a beleza de tais sentidos
E quando por fim os declamares
Podes estar certa de serem ouvidos
Chama ao salão todos teus poemas
Grita o amor tão incontido
Fala de versos os teus dilemas
Canta esse amor graça fingido
...musa
....................................................(Ana Bárbara de Santo Antônio)


Canto esse canto triste...
Dilemas trago em meus versos
O amor já não o posso conter
Finjo ser ele fingido...
Surge das palavras em mim
O que pensei ter esquecido...
Das cinzas do pó... Sei não está só...
...Amo o amor que trago comigo.
Tal qual fênix deitei no ninho
Meu coração em fogo se fez
Amargas lágrimas do amor incontido
Transformaram-se em doce vinho...
A poesia meu doce amor
Transformou o meu amor
Em um amor fingido!
......................................................(Esther Rogessi)
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................................................................Visitem Esther Rogessi
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sábado, 12 de janeiro de 2013

O Maior Inimigo do Homem Está Dentro Dele - por Esther Rogessi

Em verdade, costumamos dar importância, centralizar as nossas forças e desejos, por muitas das vezes, no que mais tememos. Alguns sentem verdadeira fobia de adoecer, e assim, se descontrolam, sofrendo e adoecendo mentalmente do que temem sofrer no corpo. Correndo o risco de, assim, ser gerado em si um mal psicossomático. Enchem-se de medicamentos e se automedicam para prevenir um mal do qual, normalmente, não seriam acometidos... A gripe suína é uma realidade, porém não será a minha! Não permitirei que a minha mente me aprisione, que faça terrorismo comigo mesma, nem com os que amo! A Bíblia Sagrada tem receita para todos os temas e nos exorta nesse tocante: “Porque o que eu temia me veio; e o que eu receava aconteceu” (Jó 3.25-26). Parafraseando – e não me venham os teólogos me contradizer, em que, hermeneuticamente, o sentido do versículo seja outro. A Palavra, para mim, é viva eternamente – : os meus medos são ímãs que tendem a atrair para mim o que, em verdade, rejeito; há o que, mesmo inconsciente, não suporta a ideia de passar por privações e pobreza... Há ainda, o que tem, em si, a necessidade de ascender, de obter privilégios, de liderar, de se destacar dos demais etc., desta forma, vivem trabalhando incansavelmente, esquecendo-se de si e da família. Gerou filhos, que em verdade, não os tem, e entregou a mulher para outro, pois, “a busca pelo ouro, por muitas das vezes, nos faz perder tesouros.” A esse respeito, há uma frase muito pertinente de David O. McKay: “Nenhum sucesso vale o sacrifício de um lar.”... O mais importante na vida é sabermos que nada somos se não tivermos a certeza de que existe um Ser Criador e Soberano sobre todos e todas as coisas. Que Nele está a saúde e, nesta, a disposição, a perspicácia, perseverança, força, para as nossas buscas e crescimento em todas as áreas, quer secular ou eclesiástica, desde que dentro da moderação. No tocante ao caráter, sabemos, não poder perder a nossa essência, pois ela é o registro da nossa existência. Se a perdermos, seremos nulos. Passaremos a adquirir o caráter alheio... Somos únicos quanto ao pensar, agir, enfim, SER! Nisto se encontra a beleza da vida. Ao que conhece a Cristo, a única boa mudança que devemos almejar é adquirir o Seu caráter, vale a pena imitá-LO em ações, buscando ser a sua semelhança. Ao que crê – biblicamente falando – não se deixará abalar. Saberá ser fiel no pouco para que, assim, Deus o coloque sobre o muito. O Salmo 23 diz: “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.” Mesmo em meio às privações, se tivermos ao Senhor, não seremos abalados. Teremos a certeza, em Cristo, de que as necessidades terrenas são momentâneas, passarão! Só sai das nossas mãos o que não é nosso. Por muitas das vezes, até pensamos ser, porém, o que nos pertence de fato permanecerá conosco... Tudo é uma questão de saber e aprender a enxergar. Pois enxergar é mais que ver!



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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Raia o Sol Após Cada Tempestade - por Esther Rogessi

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Assim é o ser humano. Apega-se a coisas e pessoas... Cria raízes!

Terra fértil sempre pronta a produzir, a fazer brotar... Boa terra!

Bons frutos dela saem e os que bons não são... Faz parte! Assim são as árvores, por melhores que lhes sejam os frutos haverá sempre alguns que não passarão na seleção. Porém o seu objetivo é bom! É servir! Saciar a fome, produzir aconchego e descanso.

Também é nascente... A saciar a sede em ouvir, aprender, apreender, semear, se alegrar em ver o jovem broto surgir, a viçosa mudinha, resultante de sua obra: ‘A Semeadura’, que requer dedicação, crédito e esperança... De repente, sem que saibamos o porquê, vem a formiga a destruir o belo: os nossos sonhos, quando não... A água! A inundação! A enchente arrasta o concreto, os nossos planos, sonhos... No momento não entendemos, pois a dor da aparente perda não nos deixa ver além, na mesma direção do angular de Deus!

Deus! Que jamais agirá inconsequentemente...

O tempo, que julgamos ter perdido na construção de algo e que as águas, sem aviso prévio, arrebataram de nós, levando-nos o que julgávamos nosso, deixou-nos incutido o aprendizado que jamais será arrastado pelas águas, nem extinto pelo fogo; a boa árvore será sempre frutífera e estará propensa após cada podagem a dar novos frutos: serôdios e temporãos... Alimentará sempre a quem a ela vier e o desejar.

A argila precisa de água para ser moldada! E, logo após, do fogo para se tornar resistente e capacitada a receber em si... Sem desmanchar!...

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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Somos os Gigantes do Amanhã - por Esther Rogessi

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.......Do amanhã somos a esperança Das conchas... Somos as pérolas! Pepitas... encravadas nas rochas No mundo de dores, somos cores, aquarelas... Ó pátria amada, idolatrada... Salvem ela! Gigante que a natureza fez e que o submundo Dos que estão acima de nós desfez!... Pelada está a serra... O ouro, lá não mais brilha... Penso no amanhã... Brasileiros! O que será de nós? Vem a insônia... Estão de olho na Amazônia... Já não é nossa! Dizem ser o ‘pulmão do MUNDO’... Sabedoria do ‘submundo’, dos engravatados da malandragem... Que matam o seu povo para tirar vantagem! Brasil... o que é teu? O que de ti não se vendeu?... Como foi paga a impagável Anaconda? A longo prazo ou à vista? De quem? Quais os artistas?... Quando Deus marca alguém... É pra não perder de vista!!


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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Não Mates os Teus e os Meus Sonhos - por Esther Rogessi

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Os sonhos que deixamos para trás... foram sonhos e nada mais!... Tudo quanto possamos conquistar na vida, nasce de um sonho... de um projeto gerado no imaginário e que tomou dimensões concretas. A princípio, em forma de rabiscos, rascunhos, interação, até a ação de fato!

Planos bem ou malsucedidos... Geridos de um sonho que acalentamos como se pode acalentar um filho...! Sim, um filho... Pois ‘projetos’ são tais quais os que geramos no ventre – filhos. E o quanto cuidamos e nos dedicamos a eles...! Porém, por mais cuidados que possamos ter, desde o ventre até sempre... – para uma mãe, filhos serão sempre filhos; mesmo que estes venham a falecer, a mãe dirá em recordação: meu filho...! – corremos o risco de vê-los trilhar caminhos que não traçamos e viver o que não planejamos. Mesmo que assim suceda, jamais devemos desistir dos nossos filhos, seria desistir de nós mesmos... Não importa em qual situação estejam e/ou cheguem, desde o sucesso, a ascensão, até a escória, prisões... Serão sempre os nossos filhos! A verdadeira mãe o é na gestação, no nascimento, no crescimento, na ascensão e na apostasia do seu filho por suas raízes e/ou ensinamentos.

Como desistir do que geramos...? Como desistir dos nossos sonhos?
Para quem está fora da situação é fácil dizer: Desista! Não vale a pena...! Pois não sonhou os nossos sonhos; nem ninou os nossos filhos...

Devemos zelar por um ‘projeto’ tanto quanto por um filho... Termos a responsabilidade de perseverar, acreditarmos nele antes de todos... é nosso! Façamos a nossa parte. Independendo de nós, havendo rejeição natural - aborto -, sofreremos, porém com a sã consciência do dever cumprido. A negligência será tal qual o veneno tomado para matar o que ainda estar no no ventre. Há mães que não conseguem suster o filho no útero – e isso, independe do querer próprio –, em muitos casos, o desejo de tornar real a maternidade leva mulheres à procura da medicina, para obtenção de meios que as capacitem a gestação, por muitas das vezes alcançando o sucesso desejado.

A essa busca podemos chamar perspicácia, perseverança... Imprescindível no caráter idealizador. Antes de tudo temos que crer, acreditar no nosso sonho, defendê-lo! É o nosso filho! Está sendo e/ou foi gerado em nós... Não o abortaremos!

Pessoas transformam suas vidas em uma ‘colcha de retalhos’... Mostruário de todos os sonhos que de sonhos não passaram... E que terão diante de si, ao longo de suas vidas, sem que os tenha vivido. Outras... anunciam projetos precoces, conduzem outros a sonhar, a acreditar no que era desacreditado, e, bruscamente, sem aviso prévio, os aborta de forma irresponsável. Sendo e fabricando perdedores... Começam algo acreditando no sucesso, porém, diante das dificuldades primeiras, esmorecem, calam, desistem...

Os nossos planos têm que ir ao encontro e jamais de encontro aos nossos propósitos. “A desistência é o combustível para a incapacitação, e esta, é o veículo que conduz o homem ao fracasso”.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010

É Carnaval! - por Esther Rogessi

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‘Carnavale’... festa da carne, real ou surreal, festa da utopia...
Explosão de alegria, dentro d’alma doces sonhos, desejos e anseios,
em fantasias multicores, em meio aos muitos amores, com eles a alegria...
Vivem sonhos mil, aquarela céu anil, sons frenéticos, meu Brasil!
Brasil de praias belas, mulatas cor-de-canela, ora cravos, dálias, rosas,
cantadas em versos... prosas...
Alegria e encantamento nas passarelas do samba - para muitos tormento -.
Verde-e-rosa as cores dela... Mangueira, que não dá manga,
vencedora tão amada, adentra a madrugada... no pé, no sapatinho...
Vencer e vencer ‘Nobris Causa’.
‘Pierrôs e colombinas’, homem-menino... mulher-menina, desfilam os imortais
personagens e nada mais... Atores agora são, atuando na vida vão,
lança-perfume e serpentinas, palhaços da vida e bailarinas...
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Máscara Negra - por Esther Rogessi

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Marcha vida afora em sons altissonantes,
alegorias, fantasias...
O certo fica incerto, o prumo faz-se torto,
frevo levanta morto.
Nas passarelas e nas gerais, esfuziante alegria,
asas à fantasia...
Pierrôs e colombinas, meninos ou meninas?
Despem-se de suas máscaras, mascarada é a vida,
tudo fora agora lança...
Lança-perfume e serpentina, mostra o rosto
lava a cara...
Máscaras, que tens por trás?
Tons diversos... dourado e outros tais.
O menino se faz homem, expele o animal:
Veado ou lobisomem!
‘Velhos viagrados’ se animam disfarçados,
som menos agitado...
Zé Kéti, Pereira Matos comandam a marcha de frente
Abram alas... Atrás vem gente: alta, baixa, gorda, magra...
A Máscara Negra assim esconde a potência do VIAGRA!
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Susexo (Poesia Loucura) - por Esther Rogessi

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Fiz do PC meu Hotel

Da poesia minha amante...

Poesia e sucesso

É o que desejo a vocês...

Serguei é meu sobrenome

Hétero com certeza sou!...

Escritora,

Poetisa,

Contista,

Cordelista,

Cantora,

Compositora,

Dinâmica,

Mecânica...

A porca e o parafuso...

Perfeito, nada confuso...

É muito lindo de se VER!...
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A Maior Obra Poética - por Esther Rogessi

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O mundo... Perfeita obra poética.
Ínfima partícula dela sou...!
Sendo ele - o mundo – poesia, poeta fez-me o Criador.
Criação do Ser perfeito... Poeta-mor, o Eterno...
Infinita sapiência, justiça e clemência...
O lírico, o realismo... O surreal pra mim real!
A nenhum de nós esquece, estamos Nele e Ele em nós...
Prepara-nos, nos capacita, na faculdade da vida,
Talhador... Escultor d’almas...
Nessa vida tão veloz.
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............................Visitem Esther Rogessi
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Ser Brilhante - por Esther Rogessi e Autores Diversos

“Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados.
Nosso medo mais profundo é que sejamos poderosos demais.
É nossa sabedoria, não nossa ignorância, o que mais nos apavora.
Perguntamo-nos: ‘Quem sou eu para ser brilhante, belo, talentoso, fabuloso?’
Na verdade, por que você não seria? Você é um filho de Deus. Seu medo não serve ao mundo. Não há nada de iluminado em se diminuir para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você. Nascemos para expressar a glória de Deus que há em nós. Ela não está em apenas alguns de nós; está em todas as pessoas. E quando deixamos que essa nossa luz brilhe, inconscientemente permitimos que outras pessoas façam o mesmo. Quando nos libertamos de nosso medo, nossa presença automaticamente liberta as outras pessoas.”
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(Nelson Mandela)
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Por Silvia Mendonça
---Deves saber que estreou nos cinemas, no final de janeiro, o filme “Invictus”, de Clint Eastwood sobre a chegada de Nelson Mandela à presidência do país (num momento de virada da história da África do Sul). “Invictus” procura mostrar a grandeza de um líder que soube estar acima do ódio e do desejo de vingança, evitando que o fim do apartheid fosse seguido pela vingança dos negros face aos brancos sul-africanos. Em 1994, quando Nelson Mandela assume a presidência, apenas quatro anos depois de ter sido libertado da prisão onde permanecera três décadas, esperava-se que Mandela executasse uma limpeza dos brancos dos lugares chave. Mas o novo presidente surpreendeu, sobretudo, pela estratégia utilizada para promover a união entre brancos e negros. Por isso, foi sempre coerente nas abordagens e na vida, quer como cidadão, quer como chefe do Estado, quer como líder na reforma. Essa atitude perante a vida e perante o povo criou dores de cabeça sem fim aos seguranças ao longo dos últimos 20 anos: quando Mandela caminha não há barreiras que o segurem. Apesar dos recuos, dos persistentes episódios de corrupção e desvios à linha reconciliatória imposta por Mandela e altos dirigentes do ex-movimento de libertação, a África do Sul mantém-se firme no caminho da democracia. O dinamismo das instituições, a liberdade de Imprensa e o relativo bom funcionamento do sistema judicial, não totalmente controlado pelo partido no poder, são garantias de sucesso, 20 anos após a libertação de Mandela. Isso, sim, é Fantástico.


Por EstherRogessi
...O nosso Mural é “Fantástico...” Embora Nelson Mandela tenha estado em ‘Retirada’ após uma longa existência de lutas (pois,conta hoje 92 anos de idade), é um dos grandes exemplos de perseverança e crédito no seu ideal. Sua persistência transformou-lhe a vida, ou seja, a visão que muitos faziam dele... de ‘Rebelde’: a presidência da África do Sul até 1999 (fim do seu mandato); de ‘rebelde’ ao apoio às grandes causas sociais e aos direitos humanos, obtendo o reconhecimento das nações. Ele e Madre Teresa de Calcutá foram as únicas pessoas de origem não-indiana a receber o Bharat Ratna - distinção mais alta da Índia - em 1990. Recebeu, também, várias distinções no exterior, dentre as quais, a Ordem de St. John, da rainha Isabel II e a Medalha presidencial da Liberdade de George W. Bush.
Em 2001 tornou-se cidadão honorário do Canadá e também um dos poucos líderes estrangeiros a receber a Ordem do Canadá...


Por Ana da Cruz
Aquilo que Nelson Mandela repetiu durante todo o tempo em que permaneceu preso, cumprindo pena de trabalhos forçados, sirva-nos de reflexão:

“Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.”
...
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.
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(Nelson Mandela)
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Por Ana da Cruz
*Ele tem muito a nos ensinar. Eu vejo o que ele pensa bem próximo do que penso. Encontro lógica, enquanto vejo tanta incoerência e “achismos” em toda parte. Como diziam os antigos, “de achar morreu um burro”; quem acha e não tem certeza, deve ficar com o que supõe em seu pensamento, sem ter a deselegância de nos compartilhar, principalmente se o suposto não é de bom tom.

“O que compartilha a bela arte - a escrita -, em suas múltiplas formas, confirma o mesmo espírito... cujo principal objetivo é estruturar vidas através das letras.” (Esther Rogessi)
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Fantástico!... - por Esther Rogessi

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Fantástico é a consciência de sabermos quem somos e o que podemos alcançar;
Fantástico é sermos bailarinos em tablado de espinhos... como que se plumas fôssemos soltas no ar...
esquivando-nos de machucar, machucando-nos...
Fantástico é mostrar-se, não ter medo de se revelar, permitir-se brilhar, para que a sua volta todos brilhem;
Fantástico é acreditar em si, lutar, sem desistir...
Fantástico é simplesmente descobrir que somos fantásticos!!
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(Em resposta a Ana da Cruz, em “Ser Brilhante”, sobre Nelson Mandela: “Acho ele fantástico. Você não?”)
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Bolero de Ravel - por Esther Rogessi

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Enquanto lá fora o mundo ferve,
em meio aos frevos, marchas e ritmos outros...
Deleito-me no silêncio... busco paixões, tais quais a poesia e a música...
Ouço “Bolero de Ravel” (Beethoven, Mozart, Vivaldi)
Fecho os olhos... respiro e aspiro o ar, como que a absorver tão lindos acordes,
tão bela melodia... Ora frenética, ora suave...
Ergo a cabeça, nesse êxtase musical, como que águia preparando-se para alçar voo...
A minh’alma se faz uma com eles... tenho às mãos uma batuta invisível...
Com ela - a música -, e/ou elas - música e poesia.
Bach, Bethoven, Ludwing van, André Rieu, Johann Strauss... Castro Alves,
Adélia Prado, Clarice Lispector... Milhares e milhares... d’almas repletas do invisível,
do dom maior, não importa os seus conflitos existenciais, prevaleceu a essência...
São imortais!
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.Visitem Esther Rogessi
Wolfgang Amadeus Mozart, Antonio Vivaldi, Maurice Ravel, Ludwig van Beethoven, Johann Sebastian Bach.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Morfeu, Deus dos Sonhos & Hipnos, Deus do Sono - por Esther Rogessi

........................................................(prefixo de hipnose, hipnótico)
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Quando o deus do sono te envolvia...

Eras só dele... dormias!

Vendo-te assim... indolente

Hipnos enciumou-se

... em ti, se fez presente!

Arrebatou-te de Morfeu,

encheu-te de doces sonhos,

fez-se dele a tua mente.

E eu... desejando-te, carente

em súplicas frementes...

Clamei a Morfeu – o deus do sonho -,

para vagar na tua mente algo de mim,

mesmo que pequena semente..
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O Controverso de Romeu - por Esther Rogessi

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Meu sonho de menina...
O meu príncipe encantado, Romeu, ao meu lado.
Dois corpos n’uma só alma, brilhante, a cavalgar pelas campinas...
Frondosas árvores, nosso descanso; a verde grama nosso tapete;
raios de sol, dois tons de verde... luz tênue, raios sutis... Efêmeros, igual à vida, aos amores,
as paixões doridas, ao amargo do que foi doce...
Os muitos açoites da vida, o cavalo espantou...!
Relinchou, levantou-se, equilibrando-se em duas patas...
O manso feroz se fez, retirou-se em disparada, encantou-se...
Assim... do nada!
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Visitem Esther Rogessi............
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domingo, 31 de janeiro de 2010

Fronteiras - por Esther Rogessi

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Esse é um tema bastante abrangente. Podemos dar asas à imaginação... O sentido etimológico da palavra define-a por ponto determinante de um ‘limite’. É a pedra, o ponto, onde sabemos começar e/ou terminar uma área, quer seja em terra, mar ou ar. Objetiva os nossos direitos, trazendo para cada um de nós a conscientização de que não somos únicos e não estamos sós no planeta. Ele não gira exclusivamente e nem isoladamente para um ou alguns, porém para todos.
Ela é precisa, determinante! No entanto, é também... ponto de unificação. Temos que acatar a verdade concreta – demarcada por uma pedra, cerca, muralha etc., visível e silente, até o momento de sua ultrapassagem sem aviso prévio e a sua devida licença –, de que o nosso direito termina onde começa o do próximo...
Em se tratando, de forma pertinente, sobre ‘Literatura Virtual’..., façamos uma analogia sobre a temática em questão: ‘Fronteiras...!’ Verdade é que se fala muito sobre liberdade de expressão escrita e questionamentos outros, pertinentes ao já exposto. Poetas, escritores e aspirantes desejam a liberdade de se expressar sem que venham ser constrangidos pela imaturidade e até distúrbios psíquicos de tantos quantos se dizem escritores e poetas, mas não se dispõem a aceitarem idéias, ideologias e/ou posicionamentos, sobre temáticas múltiplas, contrárias às suas... crendo estar sendo ofendidos, ao identificarem-se com as tais. Em se tratando de escritos religiosos... É com pesar que observo e concluo o fato de que o Senhor Jesus continua sendo crucificado a cada dia. Mesmo após dois mil anos. Pois todas as religiões, todos os credos, ou falta deles, quando expressos literalmente, são respeitados e/ou pouco discutidos, questionados, enquanto que, quando se expõem verdades bíblicas – quer cristãs católicas ou evangélicas, o Deus é o mesmo –, surgem inquietações, discordâncias e até mesmo falta de respeito pelos escritos expostos – ultrapassagem de fronteiras, limites! –, o dever universal do reconhecimento da individualidade do ser humano, sobre suas ideologias e/ou fé. O macumbeiro se expressa e ninguém vai de encontro às suas crenças, o espírita, o budista, o satanista... idem! Porém, ao escrevermos sobre passagens bíblicas... Logo, alguém se pronuncia dizendo: “cada um tem o direito de exercer a sua fé!” O mais espantoso é que estes não se apercebem de que esta frase denota perseguição, opressão e discriminação por parte de quem se acha discriminado! Como se pode entender...?
Cristo continua e será sempre O CRISTO!
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Mulheres de Fogo Poético - por Esther Rogessi

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Agora enterraste tudo...!
Das cinzas a Fênix grata se erguerá!...
... Em fome de lume reavivará suas chamas...
Desejo assim... pois, muito sucesso para ti...
(Ana Bárbara de Santo Antônio)
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Ressurge ó Fênix!

Falas de algo deixado de lado...
Do despertar de um sonho por ti cultivado...
Cortado, enterrado... nas cinzas deixado...!
Tal qual Fênix... Ergue-te das cinzas!
Em fome de lume reavivas tuas chamas.
O amor é assim... Luta insana!...
Culpa não tenho... sou poeta menina,
Que ama um menino... Não culpes esta dama!...
Bate em meu peito um coração doído...
Doido varrido por quem ele ama!
Semente antiga do meu passado...
Deixada de lado... Jamais esquecida!
(Esther Rogessi)......................................
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Falam-te as cinzas de um fogo apagado...

De labaredas por despertar...
As mesmas pó, fogo sagrado... nas cinzas deixado!
A Fênix erguida... por resgatar...
Em fome chama... reavivas tuas asas.
O amor é assim... luta estranha!
Que do fogo tem sua chama acesa de brasas.
Arde e dói sem querer...
Pode o passado fazer viver
Doido varrido se ergue no peito
Semente em cinzas chamas
Por dentro arrefecer
Deixado ao acaso descontente
Aqui de palavras declamas
Insano indiferente
Amor do passado
Por esquecer...
...Musa
(Ana Bárbara de Santo Antônio).......................................
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Esquecer...

Bem que eu queria, ó pássaro de fogo...
Fogo ardente queima em mim...!
És fogo sou fênix do bico dourado...
Choro o amor do passado,
Que em mim não passou...
Doces lembranças d’alma insana,
Surgem das cinzas de um fogo apagado
O pássaro de fogo ressurge enfim!
Falar compassado... Medido, provado...
Vôo alçado para aquém do presente...
Enlevo... doçura, estás a minha frente
Procuro tocar-te, em vão alcançar-te...
Falho no tato... Como sentir-te?
Tuas asas bateste reflexo dourado...
Banhei-me em teu brilho...
Dourada fiquei...
Na quente areia d’uma praia distante
Fui feliz por um instante...
Logo... Acordei!
(Esther Rogessi)............................................
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Ó doce sonho...
Desejei-te por longo tempo!
Busquei migalhas... Alimento raro...
Preço caro paguei por ti...
Bambeei, cambaleei... emoção senti...
Ofeguei correndo só para ver-te...
Não pude deter teu passar por mim!...
Alegria insana... Enlouquecida de amor,
Jamais os teus braços meu corpo abraçou!
Quanto quis tocar-te... Dedilhar-te o corpo,
Cheirar teu pescoço... acordar algo em ti...
Também me querias... a mim desejavas,
Com outra na cama... pensavas em mim!
Traías-me... com ela estando...
Traías a ela pensando em mim!
Durante as noites em que estavas com ela
Naquele momento... Chamavas por mim!
E, eu... com outro ao meu lado...
Sofrer solitário... Jamais te esqueci...
Algumas das vezes ao estender-me tuas mãos...
O meu coração podia-se ouvir...
Subia-me a garganta... não podia falar!
A dor era tanta... Comia-te com o olhar!
Ó doce sonho...
Ah!... Se eu soubesse que iria contigo sonhar... Sonhei...!
Por breve momento estiveste em meus braços,
Senti tua boca a minha tocar...
Ânsia, desejo... Teu gosto senti...
Bailou minha língua no céu de tua boca
Bailarina louca sedenta por ti.
Acordei enlouquecida a chorar...
Eu queria saber que esse sonho viria
Preferia morrer a ter de acordar!
Foi um breve momento...
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.Muitas vezes, sem o sabermos, um instante completa o que viemos realizar nesta caminhada humana.
(Ana da Cruz)
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.Visitem Esther Rogessi
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Clímax - por Esther Rogessi

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Você sabe a intensidade do meu amor por ti?
Podes calcular o quanto eu te quero?
O quanto tua existência faz-me feliz?
Ah! Quanto alegra-me o teu som...
Amo-te... Com todas as minhas forças...
Fico a desejar-te, a querer-te... A sonhar!
Como me completas, me sacias, tenho sede de ti!
Elevas-me ao clímax... Desejo estar contigo a sós,
para entregar-me a ti, fechar meus olhos e sentir-te.
Ah! Como és belo! Tens curvas másculas perfeitas...
Com as minhas mãos, percorro-te...
Coloco-te em meu colo, sinto-te a dureza...
És de matéria nobre!
Anseio pegar-te... Toco-te o corpo,
dedilho-te!... Desejo fazer-te vibrar,
e sentir-te em vibração...
Entre mínimas e semínimas... Em minhas coxas,
musicista... Fico a coxear meu violão!...
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Do Mito à Metáfora - por Esther Rogessi

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Prosa inspirada no comentário da escritora Silvia Mendonça
sobre a temática da ciranda 'Mulheres de Fogo'.
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Mitologia, simbologia, amor, Eros, philos, ágape... Ou só amor!...
Ave mesclada de vermelho e dourado... Desde o Éden enternece tal resplendor! Vermelha... ‘Mulheres de Fogo’ cor do amor representado...
Presente ou passado. Ave mesclada de vermelho e dourado... Sol nascente.
O amor é assim... O fogo que surge, chama que consome!
Correspondido bate asas... Voa, dá cambalhotas, canta à toa...
Traído... Amofina-se, aquieta-se... guarda as asas, se entristece...
Faz um ninho, nele deita... E do amor... o fogo lhe consome as entranhas - metaforicamente! Sendo ele - o amor - imortal, seu ressurgir acontece... Do pó, das cinzas se levanta... Ó! Fênix... Lindo pássaro que encanta!... Canto triste, canto belo... que contagia e que põe em agonia os de perto. Desde o Éden, Líbia, China, Egito... Séculos e nações, poetas e canções melodiosas, rima, verso e prosa... imortalizam-te!... E, assim... Estamos aqui: Anas, Theresas, Silvias, Rogessi... E outras mais... Mulheres-Fênix dessa nação, em uma nova versão, algo ardente e singelo em verde e amarelo!
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“Mito é uma história ‘verdadeira’ ocorrida nos tempos primordiais, porém, diante da interferência de um ente divino, transformada em uma nova realidade.” (Mircea Eliade)
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A Justiça é Cega!! - por Esther Rogessi

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Brasília é a capital da arte, tem arte por toda parte... Em toda parte tem arte!
Lu é artista lá... Pouco lá Lu está!...
Nada sabe, nada vê... Nada no lago dos Três... Haja Poder!
Grandes obras desde o passado são vistas... As Obras e seus artistas: plásticos, escultores, engravatados, engenheiros, doutores, mágicos, transformistas, calculistas e projetistas...
Obras nem sempre boas de se ver... Boas obras as de Niemeyer... ‘Revolucionista’ que arredondou massa e tijolo, grande e belo projetista; Alfredo Ceschiatti, junto a ele trabalhou, talhou, embelezou e grandes esculturas perpetuou!
O filho das Gerais... fez obras como não há iguais! Em pedra de ‘Granito Petrópolis’ assentou a ‘Dona Justiça’ - puro cavalheirismo -, para que ela não cansasse; vedou-lhe os olhos, para que não contasse o que lá... pudesse ver!
O sindicato dos artistas... Deve isso a você!
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.Amigos poetas...
Não esqueçamos, primeiramente, que este texto é satírico... Em verdade, a escultura simbolismo da ‘Justiça’ tem ‘significado universal’ - denota igualdade no exercício da mesma. Em se tratando do poema concernente ao monumento exposto na praça dos ‘Três Poderes’ em Brasília, tão bem talhada pelo ‘filho das Gerais’ - Ceschiatt -, é uma sátira poética quanto aos descasos e aplicações - muitas vezes indevida -
do termo ‘JUSTIÇA’ em nosso país.
O poeta tem o poder de metaforizar, satirizar... zar... zar... zoar!...
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sábado, 23 de janeiro de 2010

Insegurança - por Esther Rogessi

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Quando te foste de mim...
Insegurança se fez...
Será que foste de vez...?

Dor, sofrimento... lamento!
Agarrei-me às lembranças,
Quando te foste de mim...

Brotou um jasmim no jardim

E com ele... A esperança!...
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