O que há dentro de mim, neste vazio que me preenche?
Que loucura, que perversão?
Que pessoa?
O que mora em mim e é inominado, esquecido, escuro, inviolável?
Que sombra, que escuridão?
Que proeza?
O que me habita sem amarras e me faz tonta, solitária, amoral e convicta?
Que traça, que ermitão?
Que pecado?
O que me domina, em silêncio, e me encerra a alma, venda os olhos, range os dentes, queima a língua?
Que monstro, que assombração?
Que pedaço?
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Conversando com Lenine
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Querido Brógui, O cenário é o Carnaval no Recife. Um hotel perto do Marco
Zero, onde acontecem shows. O horário é no café da manhã. Os personagens
são o Br...
5 comentários:
Depois um bom tempo sem dar uma espiada aqui no Duelos, fui procurar e vi que vc escreveu recentemente.Adorei o texto e te digo mais: também ando cheia de questionamentos (risos). Um beijo!
Ivi
Linda e intrigante. Parabéns
Ivi:
Questionar é sempre muito bom, né?
Obrigada por seu comentário.
Beijo.
Puxa, Escrevinha...
Obrigada mesmo!
E quêdi tu postando por aqui, menina? Sinto falta...
Um beijo grande.
Além dos vesrsos fortes, a forma deles - muito interessante!
Bjão
Adh
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