Cerrada minha visão de mundo,
Junto com toda audição.
A lâmina junto ao meu pulso,
Não se cansa de beijar,
Aos olhos nus dos espectadores.
Uma cena surreal!
Uma abjeção do absurdo.
Não explico a conjuntura,
Que fez meu peito sangrar.
A seiva, jóia rara e pura,
O escarlate inconfundível.
Tal qual água suja.
Que sai da fonte límpida
e em seu percurso,
Turva, ao chegar em minha visão,
Deixando-me surdo.
Devido às últimas batidas cardíacas.
Fecha-se a percepção.
.
.
.
Conversando com Lenine
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Querido Brógui, O cenário é o Carnaval no Recife. Um hotel perto do Marco
Zero, onde acontecem shows. O horário é no café da manhã. Os personagens
são o Br...
Um comentário:
Kbça!
Adoro seus poemas darks.
As imagens são ótimas!
Adoro mesmo!
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