Túnica vermelha cor de sangue
Cravejada de pedras preciosas
Ornando-lhe as costas poderosas
Sempre que subia ao palanque.
Calvo, ereto, de olhar penetrante,
Com voz suave, melodiosa que hipnotiza
Todos os que o cercam num instante
Em que profere palavras de justiça.
Um dia sua liderança incomodou,
Foi apunhalado no catre solitário,
Não sem antes dizer ao matador
O desperdício de ceifar um revolucionário.
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Conversando com Lenine
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Querido Brógui, O cenário é o Carnaval no Recife. Um hotel perto do Marco
Zero, onde acontecem shows. O horário é no café da manhã. Os personagens
são o Br...
Um comentário:
Alba:
Muito boa sua poesia!
Adorei!
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