Agulha: o palato ponteia
A palavra passa submersa
Condensa estorvo em verso
Condena o dreno terno
Presença: o olho desaponta
Desabrocha um chão sobre o soalho
A palavra enterrada seca, engrossa a saliva
Quase salta - hesita, volta
Sen sa(l)to saboto-me
A chuva – chove mais forte
Preenche o espaço pesado
talha o nada – lâmina ágil
Inventa valor pro tempo fendido - findado
A manhã nasce, nubla
Enegrece o todo
Seu entorno turva
Olhar embotado:
Língua de amido
Algodão molhado
.
Conversando com Lenine
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Querido Brógui, O cenário é o Carnaval no Recife. Um hotel perto do Marco
Zero, onde acontecem shows. O horário é no café da manhã. Os personagens
são o Br...
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