Memórias perdidas
nas rampas que vão abaixo.
Lembranças caídas,
escorridas,
resgates profundos.
Um vale inundado
onde lágrimas se confundem
com risos,
com espaços.
E há os desatados laços,
uma eterna nostalgia que não cessa.
Um ingresso,
vertente,
um pedaço;
a saudade indistinta
do descanso e do cansaço.
Registros difusos
rolando abaixo;
íngremes abismos
desse repertório antigo,
representado e embalado na roupagem
de um ideal sem abrigo:
despojado e despejado!
[Adhemar - São Paulo, 30/01/2010]
Conversando com Lenine
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Um comentário:
Belo caleidoscópio de imagens.
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