Hoje meu coração está vazio.
Minha alma vagueia alucinada sem rumo.
Meu corpo se arrasta e sem saber nem como eu mantenho a rota.
Ai de mim que não me reconheço nesta hora de tanta verdade.
Sou o espectro de mim mesma.
E já de tanto doer sou só chaga aberta.
E cheiro só a sangue.
Que horror de narrativa! Será que sou isso ou quero apenas vomitar minhas insanidades no papel neutro?
A MORTE É UM EXÍLIO.
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Um comentário:
Gostei, Aline.
Legal.
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