Prazer maior não há
No prazer da conquista
Jogar charme
Dizer palavras tolas que iluminam os olhos
Bloqueiam a razão
Insensatez
Como é bom
Envolver com gestos
Olhares
Insinuações
Os desejos ainda não declarados
O jogar charme
Que naturalmente flui
Sem controle
Tolo
Generoso
O ridículo não conta
Pois aceito
Retribuído é
O primeiro toque
Inesquecível
O vibrar de todas as sensações
O vibrar da excitação
Como é bom
Não há culpa
Remorsos
Quem sabe depois
Mas depois outra história é
De cínico me faço
Junto à mulher companheira
Todos os encantos aprendidos
Noutras conquistas
Conquistadas
Sobre ela derramos o aprendizado
Culpa não há
Ser cínico não é tão ruim.
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Um comentário:
Mas tu é cínico, heim?!
rsrsrs
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