Do meu primeiro amor (sublime amor), trago arrependimentos enormes. O principal foi ter vivido com aquele traste, que devia saber que é humano, ridículo, limitado e idiota (mas não sabe...). Eu devia ter tido apenas um amor platônico... Mas, como disse meu pai: “Um passo só mudará a tua vida.” E eu mudei: larguei o pulha e daí pra cá não vivo mais com ninguém.
Raul Seixas, Titãs, Pixinguinha, Otávio de Sousa
Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Um comentário:
Lélia, tu é figuraça!
Beijo, linda!
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