De repente a mulher se fez
e fez o silêncio e a fala em si
entre nervos, fervor, azul...
em sede ininterrupta.
A mulher que caminha entre avenidas e luminosos
não é mais a de ontem...
o ventre da poesia
trouxe seu canto
e respirantes cores
e sabores
e tons novos.
A mulher que foi em essências perfumantes ainda está lá...
Agora aperfeiçoada
em delineadas pinceladas
de aquarela e tempo.
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Um comentário:
Muito bonita a sua poesia, Laiz!
Parabéns!
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