Céus!
Você nunca saberá!
O que pode o “tal” do amor,
O que fez e o que nunca fará.
Deus!
Pode não existir, e se existe? E daí?
Não entendi a medida da paixão,
Pois sempre a próxima, possa talvez nunca existir.
Desilusão?
Possa nunca chegar a ti,
Talvez seja invenção,
Para divertir,
Cruezas de um sarcástico coração.
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
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desloc...
Um comentário:
gostei, muito dez!
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