A Lua é singela e magnífica! Brilha somente no escuro e brilha no limite que o Astro sol impõe.
Sempre achei estranho pensar no sol que não passa de uma estrela limitar o brilho da Lua: um satélite natural.
Mas os poetas fazem justiça a sua maneira, tampando o sol com a peneira, deixando-se cegar por sua luz, ansiando a noite para admirar a mais passiva e romântica musa: A LUA!
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Um comentário:
Gostei! Especialmente do "tampando o sol com a peneira". Muito bom!
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