Eu o admiro, não invejo
Admiro-o em meus versos
E em argumentos eu revejo
Na admiração pontos diversos.
Admiro o que sozinho não se mira
Eloquentemente seu rosto se vira
Para quem agora só o admira e
Lentamente vai, até que se retira.
Admiro-o versos à parte
Bem de longe, que não me veja
Minha admiração lhe farte
Nesta pobre poesia benfazeja.
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
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desloc...
Um comentário:
Gracinha!
Gostei!
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