Quando ouço a palavra compreende, lembro-me de meu pai que gostava de repetir “Compreende? Compreende?” sempre que contava uma história para nós. Não entendo a saudade, tampouco busco compreendê-la. Algum dia alguém a compreenderá?... Mas sei que após longa ausência, neste momento, outra vez a música de sua voz preenche meus ouvidos e fixo meu olhar nas cenas vividas outrora, quando ele ainda estava entre nós.
Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
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