Jogado ao léu
Dormindo sob o céu
Carapinha cor de mel
Olhado como réu
Se faz um escarcéu
Gritando qual pinel
Deixando escorrer o fel
Lá vai ele pelos becos
Escorrega entre os passantes
Suplicando por comida
Nada rouba, apenas pede
Pede que o olhem
Que saibam da sua dor
Resolvam seu desamparo
Ofereçam-lhe algum amor
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Um comentário:
Muito bom, Alba!
Adorei!
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