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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Um comentário:
Comentário por Raquel Aiuendi — 9 fevereiro 2009 @ 0:55 |Editar
Eu admiro-lhe
Eu admiro-lhe, não invejo
Admiro-lhe em meus versos
E em argumentos eu revejo
Na admiração pontos diversos.
Admiro o que sozinho não se mira
Eloqüentemente seu rosto se vira
Para quem agora só lhe admira e
Lentamente vai, até que se retira.
Admiro-lhe versos à parte
Bem de longe, que não me veja
Minha admiração lhe farte
Nesta pobre poesia bem fazeja.
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