A dor vem com sabor de sangue, de amargo... Dor não se vê, sente-se!
Vai vagando como uma ferida aberta, corroendo, putrefando... Deixando buraco a sagrar.
Ela magoa!
Dizem que têm dor de amor!
Não sei se rima,
Mas é sofrimento...
Dor/amor/flor são extremos, por isso estão no seu limite!
Não combina,
Mas mexe com a adrenalina.
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
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