São bonitas as curvas
que nascem de um bonito pé
sobem curvaleantes
pernas acima
Não tão grossas
nem tão finas
na exata medida
para curvas bonitas
Recobertas por uma pele amorenada
passam por um joelho acetinado
daí
se alargam
e se escondem sob um tecido velador
Bom seria se pudesse
a cabeça cansada
sobre essas curvas deitar
e brincar
em revelar as outras curvas
ainda não reveladas.
.
Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Um comentário:
Muito bonito!
Parabéns!
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