(...) Dias há que n’alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei de onde
Vem não sei como, e dói não sei porquê.
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Samuel Marinho sobre LIMBO + poema
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Este novo livro de Sebastião Ribeiro nasce num território de suspensão.
Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma experiência de
desloc...
Um comentário:
Comentário por Ana — 31 janeiro 2009 @ 14:25
É muito bonito, realmente! Lindo!
Aliás, todo o soneto!
Obrigada por nos fazer lembrar desta perfeição!
Sou fã de Camões!
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